Infeliz lembrança…


Eu sempre quis saber no que deu essa história…e, claro, infelizmente não fiquei surpresa ao receber esse email hoje e saber que não deu em nada. Me lembro muito bem dela porque aconteceu em 99, ano em que eu também entrei na USP.
Ele tinha a minha idade, e provavelmente estava tão (ou mais, por se tratar de um curso infinitamente mais concorrido) feliz quanto eu de ter passado na maior universidade da América Latina, né…fiquei estarrecida ao ler a notícia, mal consegui acreditar, afinal, todos na minha faculdade nos acolheram absurdamente bem, me senti em casa desde o primeiro minuto, e meu “trote” consistiu em 3 singelas letras azuis escritas com cuidado na minha testa (lembro que o rapaz que me “pichou” teve a maior preocupação em não sujar meu cabelo, muito fofo :)). Desde que li a notícia, tive a certeza de que ninguém seria punido. “Muita gente reunida”, blablabla, “ninguém é responsável, foi apenas uma brincadeira…”, “ninguém tinha intenção de matar ninguém”, blablabla, “…fatalidade” (ah, adooooro a palavra fatalidade!!! Ela está sempre presente, casadinha com aquela outra palavra, impunidade – elas até rimam, vejam só!).
…Mas isso porque foi no curso de Medicina, grrraaaande medicina, curso renomado, tradicional, ali só tem gente boa, imagina, acima de qualquer suspeita…ah se fosse na FFLCH!! “Bando de maconheiro, bandido, traficante, bala neles!!!” – se fosse ali, certamente 400 policiais com viaturas e helicópteros e cavalos teriam aparecido magicamente, todos os presentes teriam sido imediatamente encaminhados à delegacia mais próxima, fichados, interrogados ad infinitum, quiçá uma torturinha não faria mal, responsabilizados, presos e devidamente expulsos da universidade, claro!!!! Mas nããão, que que é isso, isso é neura de comunistinha…não existe perseguição política na Universidade de São Paulo, assim como não existe favorecimento, e MUITO MENOS preconceito. A reitoria está – sempre esteve – preocupada somente em salvaguardar o bem-estar físico e a segurança dos alunos…;)
Que o nome desses caras fique guardado na nossa memória, e que sejam devidamente retaliados.
Vocês se lembram do estudante de medicina que foi encontrado morto
na piscina da USP, em 1999?
Ele foi afogado mecanicamente (isto significa que, mesmo não sabendo
nadar, foi jogado várias vezes na piscina, até que não resistisse mais),
num trote realizado na USP.
Então, vocês têm que saber que, até hoje, ninguém foi responsabilizado
pela morte do rapaz. E os acusados estão livres, leves, soltos, exercendo
suas profissões e gozando a vida.
Tomem nota do nome dos acusados:
*1) Dr. FREDERICO CARLOS JANA NETO*
não mais chamado pelos amigos de ‘Ceará’, para que ninguém se lembre
dele pelo apelido, que ficou associado à  tragédia de 1999. Formado pela
USP, tem 34 anos e*atende no Hospital das Clínicas* de SP;clinica de
fraturas e ortopedia da Mooca

*2) Dr. ARY DE AZEVEDO MARQUES NETO *,
tem 35 anos e na época, era aluno do 3° ano e presidente da associação
atlética, e foi dele o grito de guerra para que os calouros fossem jogados
na piscina (que possui de 2 a 4 metros de profundidade); cirurgião plástico.

*
3) Dr. GUILHERME NOVITA GARCIA*
especializado em *ginecologia*(cuidado mulheres!), também cirurgião.
Tem  35 anos e é apelidado de ‘Campanha’. Admitiu ter feito brincadeiras
para assustar os calouros e admite ainda ter jogado uma estudante na
piscina naquele dia;
*4)** Dr. LUIS EDUARDO PASSARELLI TIRICO *
titular do time de basquete da faculdade e considerado o ‘mauricinho’ da
turma.Tem 30 anos, e, junto com FREDERICO E GUILHERME , foi
denunciado, e fez ortopedia.
Não podemos, também, esquecer do

*5)**Sr. Dr. MÁRCIO THOMAZ BAS
TOS
que virou – pasmem! –MINISTRO DA JUSTIÇA do**governo Lula
(mais uma do Lula ), e que, 24 horas depois de assumir o cargo, pediu
a SUSTAÇÃO DO PROCESSO.* Isso porque ele era um dos advogados
de defesa do Dr.LUIS EDUARDO PASSARELLI TIRICO.
Diz o ministro da justiça de Lula que inexiste relação entre sua nomeação
e o pedido de sustação do processo, mas,segundo a promotora responsável
pelo caso, ‘é, no mínimo, uma coincidência muito estranha o fato de a ação
ser interrompida um dia depois da nomeação de Márcio Thomaz Bastos,
sabendo-se que ele defendia um dos acusados’.Vê-se, portanto, que sem o prosseguimento da ação, até hoje o único
culpado (???) foi a própria vítima, EDISON TSUNG CHI HSUEH, que
pagou com a própria vida pelo esforço que fez para entrar no curso da USPSó pra refrescar mais um pouco a memória. *O nosso Ministro da Justiça (infelizmente), MÁRCIO THOMAZ BASTOS , foi também advogado dos delinqüentes que assassinaram o indio pataxó, a quem, igualmente, NADA
aconteceu. *
Enquanto essa figura  funesta, o defensor-mor dos direitos humanos só para
os bandidos, posar e atuar como ministro, estamos todos ferrados.

REPASSE ESTA MENSAGEM, NÃO POR COMPAIXÃO, MAS SIM PARA QUE
A JUSTIÇA SEJA FEITA. 
SÓ ASSIM PODEREMOS SONHAR 
COM UMA SOCIEDADE JUSTA, HONESTA E COM MENOS VIOLÊNCIA. 

POR FAVOR REPASSEM!!!!!

NA COLA: Morte de calouro da USP completa 10 anos sem nenhum culpado

Há 10 anos, uma brincadeira de mau gosto resultou na morte do calouro Edison Tsung-Chi Hsueh, aprovado no curso de medicina da Universidade de São Paulo(USP). No auge dos exageros cometidos na noite de 22 de fevereiro de 1999, o rapaz foi obrigado a entrar numapiscina e, sem saber nadar, morreu afogado.

A festa virou caso de polícia e foi parar na Justiça. Mas nada aconteceu. Pelo contrário, com o arquivamento do processo em 2006, Hsueh Feng Ming, pai de Edison, entrou numa depressão que agravou profundamente sua saúde. Até que, ano passado, ele  faleceu.

“BRINCADEIRINHAS…”

Após a aula inaugural no teatro da faculdade, Edison e os demais alunos foram avisados de que não precisariam participar do trote caso não desejassem. Mesmo assim, quase todos aderiram ao ritual. Sem os pertences e com os pulsos amarrados, tiveram o corpo pintado e receberam banho de ovos, farinha e corante. Em seguida, seguiram até o busto de Arnaldo Vieira de Carvalho, primeiro diretor e patrono da faculdade, onde cantaram hinos, fizeram reverências e beijaram o chão.

Durante o trajeto, algumas brincadeiras questionáveis foram feitas. Uma delas simulava uma partida de boliche. Um calouro, geralmente mais obeso, era obrigado a rolar em direção aos colegas e derrubá-los. Outros tiveram de fingir praticar sexo com uma árvore.

Depois das chacotas, os estudantes caminharam até a Associação Atlética Oswaldo Cruz onde acontecia uma festa.Doses de pinga foram oferecidas aos calouros – muitas vezes com insistência. Enfileirados na beira da piscina, entoaram alguns hinos até que, após gritos de ordem, caíram na água. Alguns foram empurrados pelos veteranos. E Edison era um dos que estava entre os mais de cem alunos que entraram na água. E o único que não saiu. O corpo do rapaz foi encontrado apenas na manhã seguinte.

PROCESSO

Mais de 170 testemunhas foram ouvidas no inquérito policial instaurado para apurar as razões da morte de Edison. Diante das informações obtidas, o Ministério Público denunciou quatro estudantes veteranos da própria Medicina por homicídio qualificado.

Em 2006, o caso foi arquivado pelo Superior Tribunal de Justiça, que entendeu que não havia elementos suficientes para sustentar a acusação de homicídio qualificado imputada pelo MP. O engavetamento do processo também atendeu a um pedido de habeas corpus feito por três dos quatro acusados.

Na época, o relator do processo, ministro Paulo Gallotti, justificou que não era possível relacionar os acusados com a morte da vítima e qualificou a morte do estudante como vítima de uma “brincadeira de mau gosto”.

“Ainda que fossem veementes todos os depoimentos (e não o são) em afirmar que houve excessos, violência, agressões e abusos no ‘trote’, tais elementos de provanão se mostram suficientes para sustentar a acusação de homicídio qualificado imputada aos réus, por não existir, como acentuado, o menor indício de que o óbito da vítima tenha resultado dessas práticas”, alegou.

Um dos fatos mais questionáveis do julgamento está ligado ao ministro Márcio Thomaz Bastos. Advogado de defesa de um dos réus (o estudante Luís Eduardo Passarelli Tirico), Bastos precisou deixar o processojustamente para assumir uma vaga no ministério da Justiça. Vinte e quatro horas após tomar posse como ministro, Bastos pediu a sustação do processo.

Na época, o ministro justificou que não havia relação entre sua nomeação e o pedido de sustação. Entretanto, apromotora responsável pelo caso considerou “umacoincidência muito estranha o fato de a ação ser interrompida um dia depois da nomeação de Márcio Thomaz Bastos, sabendo-se que ele defendia um dos acusados”.

VETERANOS

Os réus eram Frederico Carlos Jaña Neto, Ari de Azevedo Marques Neto, Guilherme Novita Garcia e Luís Eduardo Passarelli Tirico.

Frederico Carlos Jaña Neto, conhecido na época como Ceará, era apontado como um dos veteranos maisagressivos nas recepções de alunos. Estudante do 6º ano, ele chegou a ameaçar um calouro dizendo que estaria ‘marcado’ caso ele se recusasse a se arrastar pelo chão do ginásio. Em um vídeo gravado numa festa, Frederico chegou a dizer que tinha “matado o japonês”, em alusão a Edison. A declaração rendeu cinco dias de cadeia, mas o veterano foi solto sob a alegação de que as declarações foram feitas em tom de brincadeira. Hoje, aos 34 anos, Frederico está casado e é médico especializado em ortopedia/traumatologia. Atende na Clínica de Fraturas de Ortopedia da Mooca, na zona leste de São Paulo.

Guilherme Novita Garcia, conhecido como Campanha, admitiu ter feito brincadeiras para assustar os calouros e disse ainda ter jogado uma estudante na piscinanaquele dia. Em depoimento na sindicância interna da faculdade, Guilherme provocou tumulto ao acusar membros da comissão de distorcer suas palavras e serecursou a assinar o termo final. Atualmente com 35 anos, Garcia é médico especialista emginecologia/obstetrícia.

Luís Eduardo Passarelli Tirico era titular do time de basquete da faculdade e considerado “mauricinho” por seus companheiros. Nos depoimentos, afirmou que não estava na área da piscina no momento em que todos pularam. Está com 30 anos e, assim como o amigo Frederico, é especializado em ortopedia.

Ary de Azevedo Marques Neto, então aluno do 3º ano da faculdade, era o presidente da Associação Atlética. De temperamento calmo, praticante de surfe e handebol, era uma das lideranças do trote. Ary teria puxado os gritos de guerra da faculdade que levaram os alunos a pularem na piscina. Aos 31 anos, é cirurgião plástico.

FAMÍLIA

“Perdemos a esperança. Não existe Justiça no Brasil”, disse a mãe de Edison, a imigrante chinesa Yen Yin Hwa, de 64 anos. Yen conta que o sentimento de”impunidade” abreviou não só a sua esperança, mas também a vida de seu marido, o engenheiro civil Hsueh Feng Ming, que morreu no em 2008, aos 65 anos. “Ele começou a piorar do coração em 2004. Teve que colocar marcapasso. Foi por causa do desgosto em razão da falta de uma solução para o caso”.

A mãe de Edison mora com os outros dois filhos em Santo Amaro, zona sul de São Paulo, na mesma casa da época da tragédia. Ela conta que guarda mágoas da direção da universidade, a qual considera não ter ajudado a famíliae também da investigação do caso feita pela polícia. Diz que uma das três fitas de vídeo filmadas durante o trotenão foi apresentada. Ela deixa sua casa diariamente cedo pela manhã e regressa apenas à noite. Trabalha em um bazar, o que, segundo ela, ajuda a não ficar “doente”remoendo o passado.

PRÊMIO EDISON TSUNG-CHI HSUEH

Desde 2005, em homenagem ao calouro da USP, a Câmara Municipal de São Paulo concede o Prêmio de Cidadania Universitária Edison Tsung Chi Hsueh para as entidades estudantis que incentivam a cidadania e asolidariedade durante o trote.

Nada além do mínimo necessário diante da impunidade que marcou este caso.

(com informações da Época e da Folha de S. Paulo)

“Libertem meu filho” 
O pai de Edison Hsueh afirma que a USP encobre os responsáveis e segue esperando por justiça  


Solidão na dor
Feng nunca recebeu um telefonema de solidariedade dos colegas de Edison. Foi procurado pela universidade para instalar a placa em memóriado filho, em fevereiro deste ano. Recusou o convite

Edison Tsung Chi Hsueh não é japonês, como sugerem os comentários sublinhados pelo preconceito. “Eu matei o japonês”, chegou a gabar-se um estudante, numa bravata gravada em vídeo. Feng e Yen, pai e mãe do calouro, vieram de Taiwan em 1969. Fugidos de uma China partida. “Escolhemos o Brasil porque era a terra da paz”, diz Feng. Vieram como todos os imigrantes que engrossaram o caldo étnico do Brasil. Engenheiro civil, Feng ajudou a construir hidrelétricas na terra de dimensões menos gigantescas que a dos avós. Nas horas de folga, costumava levar o caçula Edison – de nome tão brasileiro – para passear na USP. “Achava-a tão linda, tinha tanto respeito.” Quando o filho passou em medicina, não enxergava apenas a aprovação no melhor curso do país. Via a conquista completa da pátria eleita. “Meu filho era paulistano”, murmura o pai.

Feng e Yen não conseguem dormir à noite. “Meu coração dói, minha cabeça fica em branco. Então eu penso: Meu filho…”, conta Yen, claudicando na gramática da língua que ainda se esforça por aprender. Devotos da doutrina de Buda, os pais de Edison acreditam que a alma do filho seguirá presa a este mundo enquanto não se fizer justiça. A angústia consome o corpo já mirrado do pai. Feng ergue as mãos e implora: “Ajudem a libertar meu filho. Ele precisa seguir seu caminho. Já se passou um ano. Por que a USP não fala?” A direção da Faculdade de Medicina prefere não voltar ao assunto.

Feng atormenta-se por ter desvendado tarde demais a alma da pátria que adotou. “Criei um tigre dentro de casa. Não sabia caçar. Se eu tivesse ensinado um pouco de malandragem, ele teria sobrevivido”, flagela-se. “Criei o Edison para respeitar o coração dos outros. Queria ensinar o jeitinho, mas como ensinar o que não sei?”

Os pais esperam o dia em que Edison possa seguir seu caminho rumo a um mundo mais claro. Depois, Feng quer voltar para Taiwan.

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