Post gaseificado


O tema é delicado – pois provoca vergonha e acomete muitas pessoas em diferentes ocasiões. Estamos falando dos gases intestinais, originários do ar que engolimos (aerofagia) ou da fermentação de restos alimentares, no intestino, pelas bactérias que normalmente o habitam.

“O problema aparece, na maioria das vezes, por causa dos carboidratos não digeridos, que acabam fermentados pelas bactérias”, explica o médico gastroenterologista José Antonio Flores da Cunha, da Clínica São Vicente (Gastro Gávea), no Rio de Janeiro.

Ele ressalta que a presença de gases no intestino, assim como sua eliminação por meio de ‘flatos’, é considerada normal – embora fonte de tanto desconforto e embaraço. “Algumas pessoas apresentam uma quantidade maior do problema, que pode causar dor e distensão no abdômen, além de situações de constrangimento. Em geral, são as que priorizam uma alimentação rica em itens sujeitos a maior fermentação”, salienta o gastroenterologista. Na verdade, todos nós produzimos gases quando engolimos ar ou durante a digestão.

ALIMENTOS QUE DEVEM SER EVITADOS

Veja a lista feita pela nutricionista da Abeso, Fernanda Pisciolaro:
Leite e creme de leite
Café, chá preto, chá verde e chá mate
Pães com miolo, pães muito fermentados (como panetone, caseiros e croissants), bolachas e biscoitos doces recheados, biscoitos amanteigados
Verduras e legumes fermentativos: acelga, alho cru, batata-doce, beterraba, brócolis, cebola, couve-flor, couve-manteiga, pepino, pimentão, rabanete e repolho
Frutas fermentativas: ameixa, banana nanica ou ouro, caju, caqui, goiaba com semente, jabuticaba, jaca, melancia, melão, morango e uva
Tortas e massas com muito fermento ou gordurosas
Feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico, milho e soja
Carnes gordas: acém, carneiro, costela, músculo, porco e vitela
Frios e embutidos: bacon, linguiça, mortadela, presunto, salame e salsicha
Bebidas alcoólicas e gasosas, como água com gás, cerveja e refrigerantes
Açúcar, doces e bolos
Chicletes
Chocolates e achocolatados
Condimentos: catchup, molho shoyo, molho inglês, mostarda, picles, pimenta-do-reino e pimenta-vermelha
Sopas industrializadas, temperos prontos em pó, caldo de carne industrializado
Frituras, itens à milanesa, banha e gorduras em geral

“Acredita-se que cerca de 3 litros são produzidos ao dia e que de 15 a 20 eliminações de flatos são realizadas por todos, diariamente. Porém, em alguns indivíduos esta quantidade é ainda maior, o que pode ter a ver com a dieta, como já foi dito, ou predisposição genética ou adquirida, como no caso de intolerância à lactose do leite e ao glúten.” Quando isso acontece, ao ingerir leite e derivados e itens com glúten, a digestão não se dá de forma satisfatória, causando gases e até diarreia.

Algumas medicações, como antibióticos que alteram a flora intestinal ou remédios para diabetes, ou mesmo o estresse favorecem o surgimento do problema, conforme diz Liliane Oppermann, médica nutróloga e ortomolecular, professora da pós-graduação de Medicina Ortomolecular na Fundação de Apoio à Pesquisa e Estudo na Área da Saúde (Fapes).

ALIMENTOS QUE PRODUZEM MENOS GASES

Leite de soja, suco de soja e iogurte
Café descafeinado
Torradas, biscoitos salgados com pouca gordura, biscoito de polvilho
Pães: integral, sírio, sueco e francês sem miolo
Queijos magros (minas, ricota, cottage, mussarela)
Sopas caseiras à base de carnes e legumes
Carnes magras, cozidas, assadas ou grelhadas
Verduras cozidas (agrião, almeirão, chicória, escarola, espinafre)
Legumes cozidos (abóbora, abobrinha, batata, berinjela, cará, cenoura, chuchu, cogumelo, inhame, mandioquinha e tomate sem pele e sem semente)
Frutas cruas ou cozidas (banana-maçã, laranja-lima, maçã, mamão, pera, pêssego, nectarina)
Gelatina
Temperos como azeite, limão, salsa, sal, vinagre e óleo vegetal


“Muitos alimentos não são processados adequadamente pela mastigação ineficiente, forma e velocidade com que se come, falta de enzimas digestivas, alterações no pH local e estado emocional, levando a uma fermentação exacerbada.” E tem mais: a falta de atividade física influencia negativamente. “O sedentarismo prejudica o trânsito intestinal, assim como o hábito de ficar muito tempo sentado”, observa o gastroenterologista Rogério Toledo Júnior.

Alimento determina odor

A pergunta que não quer calar: e o que dizer do cheirinho nada agradável desses indesejados gases? A diferença no “aroma”, que pode variar de alguns praticamente inodoros a outros super malcheirosos, se deve basicamente ao tipo de alimento ingerido. “Os mais fortes são oriundos da ingestão de itens que contêm enxofre, como algumas comidas em conserva, ovos e rabanete. Mas, é bom destacar, cada caso é um caso, e há variação de resultados de acordo com o indivíduo”, diz Flores da Cunha. “Vegetais como repolho, nabo e couves também costumam liberar enxofre, assim como os grãos apresentam muitos compostos sulfurosos”, completa Oppermann.

Importante: quando a ocorrência exagerada causa sintomas persistentes – como dor abdominal – ou coloca o sujeito em situação embaraçosa frequentemente, é bom consultar um especialista: clínico geral, gastroenterologista, nutrólogo ou nutricionista. Conforme informa José Antonio Flores da Cunha, existem medicações para diminuir a distensão provocada pelos gases, meios de mudar a flora intestinal – com pré e probióticos, por exemplo – e, principalmente, tratamento por meio da reeducação alimentar.

Ele faz uma lista dos itens que mais levam a culpa: leguminosas, como feijão, lentilha e ervilha, porque são ricas em carboidratos; itens que contêm sorbitol, como adoçantes e enlatados, e frutose; bebidas gasosas, alcoólicas ou não; e, claro, leite e derivados em quem tem intolerância à lactose. “Deve-se, evitar, sempre, um cardápio rico em carboidratos. E ficar atento a hábitos que pioram o quadro, como comer rapidamente e mastigar pouco; ingerir poucas fibras, porque pode levar à prisão de ventre; e falar muito durante as refeições, engolindo ar.” Liliane Oppermann ainda acrescenta as frituras e itens com açúcar ou que levam muito fermento na fórmula.

Intestino lento é problema

Até o metabolismo pode ter a ver com o distúrbio. “Indivíduos com ritmo intestinal vagaroso e constipação tendem a permanecer mais tempo com restos alimentares no interior do órgão. Consequentemente, há maior exposição às bactérias e fermentação”, diz o gastroenterologista. Indagado se existem alimentos que combatem os gases, Flores da Cunha diz que o ideal é manter uma dieta balanceada, sem exagero de carboidratos e leguminosas, e com muitos itens ricos em fibras. “Os iogurtes, por causa dos probióticos, chás como os de erva-doce e cidreira, e itens enzimáticos, como mamão papaia e abacaxi, podem ajudar”, completa Liliane Oppermann.

Fernanda Pisciolaro, membro do departamento de psiquiatria e transtornos alimentares da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), cita os alimentos que estão associados à menor produção gasosa – e, portanto, podem entrar no menu de quem quer manter os gases sob controle: leite de soja, suco de soja e iogurte; café descafeinado; torradas, biscoitos salgados com pouca gordura, biscoito de polvilho; pães integral, sírio, sueco e francês sem miolo; queijos magros (minas, ricota, cottage, mussarela); sopas caseiras à base de carnes e legumes; carnes magras, cozidas, assadas ou grelhadas; verduras cozidas (agrião, almeirão, chicória, escarola, espinafre); legumes cozidos (abóbora, abobrinha, batata, berinjela, cará, cenoura, chuchu, cogumelo, inhame, mandioquinha e tomate sem pele e sem semente); frutas cruas ou cozidas (banana-maçã, laranja-lima, maçã, mamão, pêra, pêssego, nectarina); gelatina; e temperos como azeite, limão, salsa, sal, vinagre e óleo vegetal.

Cientistas afirmam que flatulência em vôos é bom

Um grupo de médicos encontrou a resposta para um dilema que incomoda os passageiros aéreos desde que o avião foi inventado: tudo bem soltar gases durante o voo?

A recomendação dos especialistas é um enfático ‘sim’, para alívio dos passageiros, embora para os tripulantes isso possa representar uma problema que coloca em risco a segurança de bordo.

Quando o gastroenterologista dinamarquês Jacob Rosenberg se viu cercado pelo malcheiroso problema numa viagem de Copenhague a Tóquio, ele convocou algumas das mentes mais brilhantes da área para tentar entender a questão.

O estudo realizado a partir disso concluiu que, ao contrário do que se pensa normalmente, o que faz a flatulência aumentar durante as viagens de avião não é o ar quente, e sim as mudanças de pressão no sistema digestivo, que produz mais gás.

O resultado foi uma profunda revisão da literatura científica sobre flatulência, olhando para questões sobre o por que os gases das mulheres têm cheiro pior que os dos homens (sim), o que causa o odor (enxofre) e qual é a média diária de gases eliminada por uma pessoa (10).

O principal, segundo o estudo publicado na Nova Zelândia, é que os passageiros deveriam ignorar o constrangimento e “liberar geral”.

“Segurar gases significa incovenientes para o indivíduo, como desconforto e até dor, inchaço e dispepsia (indigestão), pirosia (queimação) só para listar alguns sintomas abdominais”, revelou o estudo.

“Além disso, problemas causados pela concentração para manter o controle pode resultar em subsequente estresse”.

Os autores – cinco gastroenterologistas da Dinamarca e do Reino Unido – disseram que enquanto os passageiros podem receber um tratamento ruim por parte dos outros viajantes como resultado de sua decisão pessoal de se aliviar, os benefícios para saúde compensam impactos negativos.

Por outro lado, os pesquisadores disseram que a tripulação enfrenta uma situação de perda total.

“Se o piloto segura os gases, todas as consequências previamente mencionadas, incluindo problemas de concentração, podem afetar suas habilidades para conduzir o avião”, disseram os pesquisadores.

“Contudo, se ele soltar os gases, seu copiloto será afetado pelo odor, o que também reduz a segurança no voo”.

Os autores relataram inúmeras soluções para o problema da flatulência durante voos, incluindo o uso de testes respiratórios de metano para identificar os passageiros flatulentos do vôo, mas rejeitaram a alternativa por ser pouco prática.

Eles notaram, contudo, que o tecido que cobre os assentos da classe econômica absorve cerca de 50% dos odores porque são permeáveis ao gás, ao contrário dos assentos de couro da primeira classe.

Os cientistas sugeriram que as companhias aéreas melhorem essas propriedades de absorção dos odores nos assentos e ofereçam cobertores e calças para que os passageiros possam minimizar os efeitos da flatulência nas alturas.

“Nós propomos humildemente que carvão ativado, um fitoterápico, seja colocado nos assentos, já que é um material capaz de neutralizar o odor”, disseram.

“Além disso, o carvão ativado pode ser usado em calças e cobertores para potencializar o efeito”.

A companhia aérea neozelandesa Air New Zealand preferiu não opinar ao ser perguntada se adotaria tais medidas em seus vôos. Nas redes sociais, contudo, o tema gerou muita discussão.

Um comentarista de um site de notícias do país disse que o estudo era um forte candidato aos Ig Noble Awards, premiação que laureia as pesquisas científicas mais estranhas e absurdas do mundo.

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Vergonha? Pum era normal na antiguidade, mas dá para diminuir o mau cheiro

Fernando Cymbaluk
Do UOL, em São Paulo 12/01/2016

O pum faz parte da digestão humana e continuará fazendo, quanto a isso, não há o que fazer. Pode gerar desconforto e dores abdominais por provocar uma distensão no intestino. Mas incômodo maior talvez seja a necessidade de lidar com ele. Não é à toa que existe pijama, cueca e calcinha anti-pum, contra constrangimentos. Mas o que fazer quando não tem roupa que segure?

A rejeição a esse muitas vezes barulhento e mau cheiroso impulso orgânico não é tão velha assim. A “repulsa ao pum” surge com outros hábitos de higiene adotados com o crescimento das cidades no século 19. Como mostra o historiador Alain Corbin na obra “História da Vida Privada – volume 4” (Cia das Letras), em uma época anterior, em que predominavam as comunidades rurais, o pum era sinal de “bom desempenho das funções naturais”. A higiene íntima, fruto da “processo civilizatório”, é que acentua “o desejo de manter à distância o dejeto orgânico, que lembra a animalidade, o pecado e a morte”, como diz o autor.

Se para você pum é um problema, saiba que ele não é tão simples. “O ser humano elimina até 1,5 litros de gases pelo ânus por dia. Dá uma média de 10 a 20 flatos”, diz Marcelo da Silva Pedro, médico-cirurgião do aparelho digestivo e 2º secretário do departamento de gastroenterologia da Associação Paulista de Medicina. As queixas sobre excesso de pum, que segundo o médico são muito comuns, só não são maiores porque a maioria dos gases escapam despercebidamente.

Quase toda a culpa é das bactérias que vivem em nosso intestino. É a fermentação bacteriana do alimento não digerido que produz gases. Eles também podem ser fruto da ingestão de ar. A fabricação dos chamados flatos no nosso intestino também pode ter características genéticas e passar de pai para filho. “Pais passam bactérias para os filhos no convívio. O seu pum vai ser parecido com o do seu pai por isso”, diz o gastroenterologista e professor do gastrocentro da Unicamp, Ademar Yamanaka.

O pum, via de regra, é formado por nitrogênio, oxigênio, hidrogênio, metano e gás carbônico, todos gases sem cheiro, como explica Silva Pedro. Mas e o cheiro? Ele vem da substância que representa 1% da composição do gás, também formada na metabolização dos alimentos: o enxofre. Parar de soltar pum não dá. Também não adianta segurar, ele vai sair uma hora — e fazer doer sua barriga enquanto você segura.

O que é possível é aliviar o excesso e reduzir o odor. As dicas são bem simples. “Gases são fruto do que a gente come ou bebe”, diz Yamanaka. A dica é: siga a comida (e a forma que você come).

Você come muito…

… e come rápido, e come falando muito. Soltará mais pum. Tudo o que dificulta a digestão propicia o aumento da fermentação. “Quanto mais facilitado é o processo, menor é a formação de gases”, diz Silva Pedro. Comer rápido e em grande quantidade atrapalha. Já o ar que ingerimos quando falamos sairá na forma de arroto ou pum. Segundo o médico, o ideal é “mastigar 15 vezes cada garfada”

Você come carne…

… então seu pum pode ficar mais fedido. É a carne, principalmente a de porco, que deixa o pum com cheiro forte, devido à formação de enxofre na metabolização dos alimentos no estômago. “O coco de animais herbívoros, como cavalo, vaca, não fede”, exemplifica Yamanaka. Uma pessoa que tenha uma dieta vegetariana terá flatos com menos odor

Você come grãos…

… o feijão, o grão de bico, o milho, todos provocam gases intestinais. Para quem acha que está com excesso de flatos, pode reduzir o consumo de alimentos que fermentam mais facilmente no intestino. Além dos grãos, a lista incluí batata — principalmente a doce — milho, brócolis, repolho, couve flor, alho, cebola, leite e seus derivados

Você come e deita…

… aí o ar que está no seu estômago escapa facilmente para o intestino. Principalmente se você mascar chiclete ou é fumante. A dica de ouro aqui é caminhar após as refeições. “O intestino anda com os pés. Se você ficar acamado, ele não funciona”, alerta Silva Pedro. “Obesos têm mais gases por serem mais parados”, diz Yamanaka

Você não toma água várias vezes…

… então você dificulta sua digestão, possibilitando a formação de flatos. “Quem não toma pelo menos um copo de água por hora fica com as fezes mais duras, e a digestão dificultada forma mais gases”, diz Yamanaka.

Você ama sua cervejinha ou um refrigerante…

… pois é: eles formam gases intestinais. Para os amantes da cerveja, é principalmente o chopp e a cerveja escura os culpados por desconforto na barriga depois do happy hour. Todas as bebidas com gás devem ser evitadas por quem se queixa de excesso de flatos

Você pode ter alguma intolerância…

… e por isso produzir mais gases. A intolerância à lactose é a incapacidade de digerir proteínas do leite e derivados. Há também a intolerância ao glúten — que é diferente da doença celíaca, uma doença autoimune, segundo Silva Pedro. Quem possui a síndrome do intestino irritável também produz mais gases

O que (e como) comer então?

É recomendável trocar a cerveja e o refrigerante por sucos. Comer mais frutas e reduzir os alimentos que provocam gases. Soja no lugar de grãos — e leite de soja no lugar do leite. Mais vegetais e menos carnes. Substituir leite por iogurte também ajuda. E, principalmente, manter uma dieta equilibrada. “Quem está sob estresse, come rápido, come e deita, produz mais gases”, diz Silva Pedro. Não fume e evite chicletes.

Pode ser sintoma de doença?

Os médicos explicam que o pum não está associado a nenhum tipo de doença. O que pode indicar algum problema são sintomas como sangramento e mudança de cor nas fezes, diarreia, emagrecimento. “Tem que observar o seguinte: o meu normal era assim. Agora não é mais, mudou. Aí, pode haver alguma coisa”, diz Yamanaka.

Tem remédio?

“Eu não indico. Mando mudar alimentação”, diz Yamanaka. Mas se você quer uma ajuda extra para diminuir os gases e o cheiro, pode tentar salicilato de bismuto ou uma ou duas pastilhas de carvão ativado após as refeições se você não estiver tomando outros remédios. “O carvão ativado diminui absorção de outros medicamentos”, diz Silva Pedro. “Luftal tem ação só no estômago”, completa o especialista.

 

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