Arquivo do dia: 24 de maio de 2013

O potencial do heavy metal brasileiro


“O Heavy Metal brasileiro é original e nossos músicos são excepcionais. O que precisamos é dar condições para que esses talentos apareçam e possam viver de música”

por Nando Machado

O último sábado, 11 de maio, foi um grande dia para o Heavy Metal brasileiro.

Andre Matos conseguiu lotar uma casa de shows relativamente grande em São Paulo levando o público presente à loucura. E o motivo de minha alegria não é apenas pessoal pela minha amizade de mais de 30 anos com essa lenda do Metal brasileiro, mas sim porque uma banda nacional conseguiu fazer isso, mesmo com um concorrente internacional em outra casa de shows na mesma cidade (e diga-se de passagem, tinha mais gente pra ver o Andre). Um verdadeiro marco na história do Metal, independentemente de seu gosto pessoal ou estilo de Metal preferido.

O Heavy Metal é provavelmente o gênero de música mais injustiçado do mundo, e não digo que isso é causado apenas pelos grandes meios de comunicação. Não é só porque não estamos na TV ou nas rádios que somos injustiçados, mas é porque existe um grande preconceito do público e da sociedade em geral em torno do que é conhecido como Metal. O pior de tudo é que o próprio público de Metal também tem esse preconceito, e com o próprio Heavy Metal!?!?!?!?!?!?!?

Desde meus 10 anos de vida que frequento shows de Heavy Metal e nesses anos vi a evolução das casas de shows. Nos anos 80, os shows que eram feitos em teatros e bares passaram a ser feitos em casas noturnas como o Dama Xoc e o Aeroanta. Nessa época tinha o Sepultura bombando, o Viper detonando, o Dr. Sin destruindo, o Korzus quebrando tudo e o Angra arrebentando. Os shows passaram a ser feitos no Olímpia, no Palace e depois no Credicard Hall. Essas grandes bandas tocavam na rádio e na MTV o tempo todo mas de uma hora para outra o sonho acabou. Ninguém mais queria saber de cabeludo ou de guitarra distorcida. E não adianta culpar o grunge. O rock nacional voltou com tudo, o forró, o pagode, o axé e todas essas porcarias dominaram os meios de comunicação. As bandas de Metal perderam seus integrantes principais. O Andre saiu do Angra, o Max saiu do Sepultura, o Viper lançou um disco pop… Será que era o fim?

“Precisamos mostrar que o movimento no Brasil é tão forte quanto em qualquer lugar do mundo e que nossas bandas são as melhores.”

Não! Heavy Metal nunca vai morrer. Nunca! Pode ter certeza que enquanto você lê esse texto, algum moleque de 12 ou 13 anos está descobrindo o Iron Maiden ou o Metallica por influência de um irmão ou amigo mais velho. Em algum porão escuro, um adolescente está fazendo air guitar ouvindo Slayer “no talo” ou começando a arranhar uma guitarra emprestada por algum amigo tentando fazer os riffs do Black Sabbath. E alguma menina está tentando tirar uma música no baixo e se preparando para ensaiar com sua banda.

Esses serão os próximos Andre Matos, Max Cavalera ou Andreas Kisser? Será? Isso só depende de vocês, ou melhor, de nós. Quando você receber um convite para assistir a uma banda nacional, não pense duas vezes, vá. As bandas daqui são tão boas e muitas vezes melhores que muitas bandas estrangeiras. O Heavy Metal brasileiro é original e nossos músicos são excepcionais. O que precisamos é de profissionalismo. É dar condições para que esses talentos apareçam e possam viver de música, dessa música que nós tanto amamos.

Não adianta nada termos 150 shows internacionais por ano se nossas próprias bandas têm que acabar por falta de dinheiro, se nossos músicos têm que tocar apenas por hobby, se esses artistas tão talentosos têm que escolher outras profissões e abandonar o sonho de uma carreira no Rock. Isso sim é uma grande injustiça.

Precisamos aumentar a nossa auto estima e mostrar que o movimento no Brasil é tão forte quanto em qualquer lugar do mundo e que nossas bandas são as melhores. Como fazer isso? Lotando os shows, comprando os CDs e as camisetas das bandas, comprando os MP3 pelo iTunes. É só assim que essas bandas sobreviverão.

“Se os europeus ovacionaram o Shadowside o que nós brasileiros devemos fazer?”

No dia 26 de maio temos a chance de ver uma nova banda representando o melhor do Metal brasileiro em uma casa de shows de primeira. Nesse dia o Shadowside vai tocar no Via Marquês, a mesma casa que me deixou tão feliz com o Viper no ano passado e com o Andre no último sábado. Depois de 36 shows pela Europa abrindo uma grande tour do Helloween e Gamma Ray, os caras estão afiadíssimos e com sangue nos olhos, e eu garanto que vai ser um show sensacional. Se os europeus ovacionaram o Shadowside o que nós brasileiros devemos fazer? Ou vamos ter que ficar pra sempre dependendo do Andre Matos, do Andreas Kisser e do Max Cavalera para termos orgulho do Metal brasileiro?

A produção é do Wikimetal e desde o início a nossa ideia é fazer um show desses a cada 1 ou 2 meses. Dessa vez teremos o Shadowside e o SupreMa, grande banda que também está lançando seu disco novo. Nas próximas vezes poderemos ter o Almah, o Ancesttral, o Attomica, o Baranga, o Carro Bomba, o Claustrofobia, o Command 6, o Dr. Sin, o Elixir Inc, o Forka, o Fúria Inc, o Genocídio, o Hibria, o Jack Devil, o King of Bones, o Korzus, o Metalmorphose, o Project 46, o Salário Mínimo, o Sceleratta, o Sepultura, o Sioux 66, o Torture Squad, o Voodoopriest e tantas outras grandes bandas de Metal do Brasil. E acreditem, todas essas bandas são excelentes. Se você não conhece, vá conhecer.

Se alguém pode pagar R$ 950 pra ir na pista VIP ou R$ 300 para ir no Black Sabbath eu não critico e nem condeno. Também tenho ídolos, grandes sonhos e adoro ver o Metallica, o Iron Maiden o Ozzy, o Judas, etc. Eu realmente adoro essas grandes bandas. Por outro lado, por um preço infimamente menor, dá para prestigiar as bandas nacionais e ajudar a criar uma verdadeira cena de Metal brasileiro. Com bandas nacionais, tocando em casas de shows que tratam o público com respeito, com som, luz e telões de primeira qualidade. Sem nenhuma diferença para um show internacional.

Prestigie o Metal brasileiro e vamos mudar essa história que banda brasileira não leva público. Espero ver todo mundo no show do SupreMa e Shadowside no dia 26 de maio no Via Marquês. Tenho certeza que você não vai se arrepender.

fonte: http://wikimetal.uol.com.br/site/o-potencial-do-heavy-metal-brasileiro/

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Vladimir Safatle fala:


Ativistas lançam Manifesto pela Democratização da USP

Documento alega que práticas do atual reitor da USP João Grandino Rodas são semelhantes às desenvolvidas durante o regime militar

Estudantes, intelectuais, perseguidos e ex-presos políticos da ditadura militar (1964-1984) lançam nesta quinta-feira (01) o Manifesto pela Democratização da USP no Auditório da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade de São Paulo (USP) a partir das 19h.

O manifesto chama a atenção para as práticas do atual reitor da USP João Grandino Rodas que, segundo os ativistas, são semelhantes às desenvolvidas pela Universidade durante o regime militar.

Assinado por uma série de ex-presos políticos e familiares de mortos e desaparecidos, como a família de Zuzu Angel, o documento destaca que assim como no período de recrudescimento, no qual muitos estudantes da USP eram perseguidos, também hoje é comum a perseguição política, o processo e a expulsão de estudantes que se opõem à política vigente na Universidade.

Estão convidados para participar do ato o jurista Fábio Konder Comparato, os professores Vladimir Pinheiro Safatle, Jorge Luiz Souto Maior, Leonel Itaussu e Gilberto Bercovici e o jornalista e preso político Ivan Seixas. Um estudante representando o Comando de Greve estudantil também deve participar. Também devem estar presentes militantes da área de direitos humanos, perseguidos pelo regime e familiares de mortos e desaparecidos.

Desde o dia 8 de novembro, os estudantes da USP protagonizam uma grande movimentação na Universidade contra a repressão e o reitor considerado por eles ilegítimo e autoritário (Acesse aqui especial do Brasil de Fato sobre repressão na USP).

 

Conheça abaixo o manifesto:

Manifesto pela Democratização da USP
www.democraciausp.blobspot.com

Nós, perseguidos pelo regime militar, parentes dos companheiros assassinados durante esses anos sombrios e defensores dos princípios por eles almejados assinamos este manifesto como forma de recusa ao monumento que está sendo construído em homenagem às chamadas “vítimas de 64” na Praça do Relógio, Cidade Universitária, São Paulo.

Um monumento na USP já deveria há muito estar erguido. É justo, necessário, e precisa ser feito. Porém, não aceitamos receber essa homenagem de uma reitoria que reatualiza o caráter autoritário e antidemocrático das estruturas de poder da USP, reiterando dispositivos e práticas forjadas durante a ditadura militar, tais como perseguições políticas, intimidações pessoais e recurso ao aparato militar como mediador de conflitos sociais. Ao fazer isso, essa reitoria despreza a memória dos que foram perseguidos e punidos pelo Estado brasileiro e pela Universidade de São Paulo por defenderem a democratização radical de ambos.

Esse desprezo pela memória dos que sofreram por defender a democracia, dentro e fora da Universidade, se manifesta claramente na placa que inaugurava a construção de tal monumento. A expressão “Vítimas da Revolução de 1964” contém duas graves deturpações: nomeia de “vitimas” os que não recearam enfrentar a violência armada, e, mais problemático ainda, de “revolução de 1964” o golpe militar ilegal e ilegítimo.

Essa deturpação da linguagem não é, portanto, fortuita. Resulta da ideologia autoritária predominante na alta cúpula da USP.

Durante a ditadura, essa ideologia autoritária levou a direção central da USP a perseguir, espionar, afastar e delatar muitos dos que então resistiam à barbárie disseminada na Universidade e na sociedade brasileira como um todo. Ainda macula a imagem desta Universidade a dura lembrança (i) dos inquéritos policiais-militares, instaurados com apoio ou conivência da reitoria; (ii) das comissões secretas de vigilância e perseguição; (iii) das delações oficiais de alunos, funcionários e professores para as forças de repressão federais e estaduais; (iv) da mobilização do aparato militar na invasão do CRUSP e da Faculdade de Filosofia em 1968; (v) da colaboração quase institucional da USP, na figura do seu então reitor, Luis Antonio Gama e Silva, na redação do Ato Institucional Número 5 – AI5; (vi) e da aprovação, por Decreto, do regimento disciplinar de 1972, que veda a docentes e discentes qualquer forma de participação política e confere à reitoria poder para perseguir os que o fazem.

Atualmente, essa mesma prática autoritária se manifesta não apenas na inadmissível preservação e utilização do regimento disciplinar de 1972 para apoiar perseguições políticas no interior da Universidade, mas também (i) na reiterada recusa da administração central da USP em reformar o seu estatuto antidemocrático, mais afeito ao arcabouço jurídico da ditadura militar do que à Constituição Federal de 1988; (ii) na forma pouco democrática das eleições dos dirigentes da USP, que assume sua forma mais absurda no processo de escolha do reitor por meio de um colégio eleitoral que representa menos de 1% da comunidade universitária; (iii) na ingerência do governo do Estado na eleição do reitor desta Universidade; (iv) e, mais grave ainda, na recorrente mobilização da força policial-militar para a resolução de conflitos políticos o interior desta universidade, tal como ocorreu, recentemente, na desocupação da reitoria da USP.

Nesse sentido, em memória dos que combateram as práticas da barbárie autoritária e suas manifestações, defendemos que a melhor forma de homenagear os muitos uspianos e demais brasileiros que tombaram nesta luta não é um monumento; mas, sim, a adoção dos princípios verdadeiramente democráticos em nossa Universidade, o que demanda o fim do convênio com a Polícia Militar, bem como o fim das perseguições políticas pela reitoria e pelo Governo de São Paulo a 98 estudantes e 5 dirigentes sindicais, através de processos administrativos e penais, e a imediata instauração de uma estatuinte livre, democrática e soberana, eleita e constituída exclusivamente para este fim.

Assinatura de familiares de mortos e desaparecidos, de ex-presos e perseguidos pela ditadura. Uspianos e não uspianos.

Assinatura de professores da USP e de outras universidades brasileiras

(*) Ex-uspiano
(**) Em atividade na USP
(***) Não uspiano

Adriano Diogo* – Geólogo, Dep. Estadual; ex-preso político

Ana Barone **

André Tsutomu Ota* – Professor Dr. da UEL; ex-aluno da USP e ex-preso político

Anivaldo Padilha ***

Antonio Roberto Espinosa * – Jornalista; ex-preso político

Artur Scavone** – Estudante; presidente do CEFISMA em 1970 e ex-preso político

Aton Fon Filho*** – Advogado; ex-preso político

Benjamin Abdala Junior**  – Prof. Titular da USP; ex-preso político

Bento Prado Jr. – Família assina em memória)

Caio Prado Jr. – Família assina em memória)

Carlos Alberto Lobão Cunha*

Carlos Eugênio Paz***

Carlos Neder* – Médico, Vereador; ex-preso político

Carmem Silvia Vidigal**

Celso Lungaretti* – Jornalista formado pela ECA, blogueiro, ativista de direitos humanos; ex-preso político e militante da VPR

Chico de Oliveira** – Prof. Emérito da USP; ex-preso político

Darci Miyaki*** – Advogada e ex-presa política

Décio Teixeira Noronha***

Dilmar Miranda*** – Professor de Filosofia da UFC; ex-preso político

Divo Guisoni*** – Filósofo; perseguido pela ditadura e condenado à revelia

Edson Teles* – Sobrinho de André Grabois, desaparecido durante a Guerrilha do Araguaia. Professor de Filosofia da Unifesp e ex-aluno da USP; ex-preso político

Emília Viotti da Costa** – Prof. Aposentada da USP; afastada da Universidade pelo AI-5

Emir Sader* – Prof. aposentado da USP, Prof. de Sociologia da UFRJ; perseguido pela ditadura

Enzo Luis Nico Jr.* – Perseguido pela ditadura e exilado

Flávio Wolf de Aguiar* – Professor aposentado de Literatura Brasileira da USP; ex-preso político

Fernando Ponte de Souza*

Francisco Bernardo de Arantes Karam***

Francisco Paulo Greter* – Filósofo e vice-presidente da APROFFESP; perseguido pelo regime militar

Helenira Resende de Souza Nazareth* – Assina Helenalda Resende de Souza Nazareth; ex-aluna da USP do Curso de Matemática, FFCL/USP, professora universitária aposentada; irmã de Helenira Resende de Souza Nazareth: desaparecida no Araguaia, em 1972; foi aluna do curso de Letras da FFCL da USP e  membro da diretoria da UNE, eleita após o Congresso de Ibiúna.

Heleny T. F. Guariba* – Família assina em memória – Desaparecida desde 1971 após ser
presa pelos orgãos de repressão da ditadura. Foi professora da EAD/USP, diretora teatral e militante da VPR

Helena Greco*** – Assinam Heloísa Greco e Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania

Kuba Goldberg * – Família assina em memória – Professor do ITA, ex-uspiano, ex-preso político

Ivan Seixas***- Núcleo de Preservação da Memória Política; ex-preso político

Jonas Tadeu Silva Malaco**

John Kennedy Ferreira***

José Augusto Azeredo *** – Consultor Sindical; ex-preso político

José Damião de Lima Trindade* – Procurador do Estado de SP; ex-preso político

Lúcia Rodrigues*

Laura Christina Mello de Aquino*

Laurita Ricardo de Salles* – Prof. Dra. da UFRN; ex-estudante da USP e ex-presa política

João Fortunato Vidigal e Thereza Vidigal*** – Assina: Leonardo Alvares Vidigal, Professor Dr. da UFMG, ex-aluno da ECA-USP, filho de João Fortunato Vidigal, ativista estudantil, preso político, perseguido e falecido durante a ditadura militar, vítima de ferimentos causados por tortura, e Thereza Vidigal, ex-presa política, perseguida durante a ditadura

Leonel Itaussu Almeida Mello** – Prof. Titular do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo; ex-preso político

Luís Carlos Prestes (Família assina em memória)

Luiz Costa Lima***- Prof. de Teoria Literária da PUC/RJ; ex-preso político

Luiz Dagobert de Aguirra Roncari**- Prof. de Literatura Brasileira da USP; ex-preso político

Luiz Eduardo Merlino*** – Assina Tatiana Merlino, jornalista, editora adjunta Caros Amigos e sobrinha de Luiz Eduardo Merlino,jornalista morto pela ditadura

Luiz Siveira Menna Barreto**

Maria Amélia Azevedo*- Professora aposentada da USP/IP; perseguida política

Maria Dolores Pereira Bahia***

Mário Maestri***

Marly de Almeida Vianna***

Marylizi Thuler de Oliveira*

Maura Gerbi Veiga* – Professora e perseguida pela ditadura

Nelson Soares Wisnik* – Ex-cruspiano, ex-preso político, ex-professor do IF-USP, familiar de ativista morto pela ditadura

Olga Bohomoletz Henriques *** (Família assina em memória – Médica; perseguida pela diatadura, aposentada por decreto e exilada política

Osmar Gomes da Silva* – Dentista; ex-aluno de Odontologia da USP e ex-preso político

Osvaldo Coggiola – Prof. Titular da USP; argentino de nascimento, foi perseguido e preso durante à ditadura Argentina

Reinaldo A. Carcanholo*** – Professor Dr. da UFES; ex-exilado político

Rubens Pereira dos Santos* – Professor da Unesp; ex-uspiano e ex-preso político

Rui Falcão* – Advogado, Dep. Estadual; ex-preso político

Sebastião Baeta Henriques*** – Família assina em memória – Médico; Perseguido pela ditadura, aposentado por decreto e exilado político

Selma Bandeira Mendes Dantas Vale*** – Assina Luiz Dantas Vale, professor da UFAL, familiar de Selma Bandeira Mendes Dantas Vale, professora da Universidade Federal de Alagoas, deputada estadual, perseguida política – ficou clandestina por mais de cinco anos, quando foi presa. Uma das primeiras pessoas a ser beneficiada pela Lei da Anistia.

Takao Amano* – Advogado; ex-preso político e exilado

Wolfgang Leo Maar* – Professor Titular da UFSCar; ex-aluno da USP e ex-preso político

Zenaide Machado de Oliveira*** – Cientista Social; ex-militante da VPR, anistiada política

Zillah Branco*

Zuzu Angel e Stuart Angel Jones*** – Assinam Hildegard Angel Bogossian e Ana Cristina Angel Dronne: filhas de Zuzu Angel e irmãs de Stuart Angel Jones, assassinados pela ditadura militar. Assinam também em nome do Instituto Zuzu Angel

Muitos dos signatários acima além de presos e/ou exilados, tiveram seus direitos políticos cassados, foram torturados, aposentados compulsoriamente.

Docentes da USP

Adalgiza Fornaro (IAG/USP)
Adma Muhana (USP/DLCV)
Adrián Fanjul (USP/DLM)
Adriana Kanzepolsky (USP/ DLM)
Adriano H. R. Biava (FEA/USP)
Afrânio Mendes Catani (USP/FE)
Agnaldo Valentin.(USP/EACH)
Ana Fani Alessandri Carlos (USP/DG)
Andréa Maria
Altino de Campos Loparic (USP/DF)
André Bohomoletz Henriques (USP/IF)
Ângela Maria M. de L. Hutchison (USP/EACH)
Anna Karenina Azevedo Martins (USP/EACH)
Antonio Araújo (USP/ECA)
Antonio Carlos Robert Moraes (USP/DG)
Áquilas Mendes (USP/FSP)
Arlindo Tribess (USP/Poli)
Aurea Ianni (USP/FMUSP)
Beatriz Raposo de Medeiros (USP/FFLCH)
Benicio Jose de Souza (USP/Poli)
Benjamin Abdala Junior (USP/DLCV)
Bruno Bontempi Jr. (USP/FE)
Calixto Salomão Filho (USP/Direito)
Carlos Egídio Alonso (USP/FAU)
Carlos Roberto Monteiro de Andrade (USP/IAU)
Carlos Serrano (USP/FFLCH)
Carlos Zeron (USP/História)
Carmem Silvia Vidigal (USP/FE)
Celso Fernando Favaretto (USP/FEUSP)
Chico de Oliveira (USP/DS)
Christian Ingo Lenz Dunker (USP/IP)
Cibele Saliba Rizek (USP/DS)
Cilaine Alves Cunha (USP/DLCV)
Ciro Teixeira Correia (USP/IG)
Claudia Rosa Riolfi (USP/FE)
Cláudia Valentina A. Galian (USP/FEUSP)
Cláudia Vianna (USP/FE)
Cláudio Kazuo Akimoto (USP/IP)
Cleide Rodrigues (USP/FFLCH)
Cris Fernández Andrada (USP/IP)
Cristiane Maria Cornelia Gottschalk (USP/FE)
Cristina Wissenbach (USP/DH)
Daciberg Lima Goncalves (USP/IME)
Danilo Silva Guimarães (USP/IP)
Deisy Ventura (USP/IRI)
Denise Dias Barros (USP/FMUSP)
Dilma de Melo Silva (USP/ECA)
Doris Accioly eSilva (USP/FE)
Elie Ghanem (USP/FE)
Elenice Mouro Varanda (USP/FFCLRP)
Eleuterio F S Prado (USP/FEA)
Elisabeth Andreoli de Oliveira (USP/IF)
Elisabeth Silva Lopes (USP/EAD)
Elisabeth Spinelli de Oliveira (USP/FFCLRP)
Elisabetta Santoro (USP/DLM)
Elizabeth Araújo Lima (USP/FMUSP)
Elizabeth Cancelli (USP/DH)
Emerson de Pietri (USP/FE)
Emília Viotti da Costa (USP/DS)
Esmerindo Bernardes (USP/IFSC)
Fábio Konder Comparato (USP/Direito)
Fátima Corrêa Oliver (USP/FMUSP)
Flavio Aguiar (USP/DLCV)
Flávio de Campos (USP/DH)
Francis Henrik Aubert (USP/DLM)
Francisco Alambert (USP/DH)
Francisco Miraglia (USP/IME)
Francisco Murari Pires (USP/DH)
Gilberto Bercovici (USP/Direito)
Gilberto de Andrade Martins (USP/FEA)
Helder Garmes (USP/DLCV)
Helena Aparecida Ayoub Silva (USP/FAU)
Hélio de Seixas Guimarães (USP/DLCV)
Heloísa Buarque de Almeida (USP/DA)
Henrique Carneiro (USP/DH)
Homero Santiago (USP/FFLCH)
Horacio Gutiérrez (USP/História)
Ianni Regia Scarcelli (USP/IP)
Iray Carone (USP/IP)
Iris Kantor (USP/DH)
Isabel Aparecida Pinto Alvarez (USP/DG)
Iumna Maria Simon (USP/DTLLC)
Ivan Marques (USP/DLCV)
Jacyra Soares (USP/IAG)
Jaime Ginzburg (USP/DLCV)
Jaime Solares Carmona (USP/FAU)
Jefferson Agostini Mello (USP/EACH)
João Adolfo Hansen (USP/DLCV)
Joaquim Alves de Aguiar (USP/DTLLC)
Joel La Laina Sene (USP/ECA)
John Cowart Dawsey (USP/DA)
Jonas Tadeu Silva Malaco (FAU/USP)
Jorge de Almeida (USP/DTLLC)
Jorge Luiz Souto Maior (USP/Direito)
Jorge Machado (USP/EACH)
José Batista Dal Farra Martins (USP/ECA)
José Damião de Lima Trindade (USP)
José Leon Crochík (USP/IP)
Jose Luiz F Fleury de Oliveira (USP/FAU)
José Marcelino de Rezende Pinto (FFCLRP/USP)
José Maria Soares Barata (USP/FSP)
José Moura Gonçalves Filho (USP/IP)
Klara Kaiser Mori (USP/FAU)
Laura Camargo Macruz Feuerwerker (USP/FSP)
Laurindo Lalo Leal Filho (USP/ECA)
Leda Paulani (USP/FEA)
Leny Sato (USP/IP)
Leon Kossovitch (USP/Filosofia)
Leonel Itaussu Almeida Mello (USP/DCP)
Lia de Alencar Coelho (USP/FZEA)
Lincoln Secco (USP/DH)
Lucia Maria Salvia Coelho (USP/FMUSP)
Luciano Miranda Duarte (USP/IF)
Lucia Wataghin (USP/DLM)
Luís César Guimarães Oliva (USP/USP)
Luiz Dantas Vale (UFAL)
Luiz Armando Bagolin (USP/IEB)
Luiz Cláudio Ribeiro Galvão (USP/Poli)
Luiz Dagobert de Aguirra Roncari (USP/DLCV)
Luiz Renato Martins (USP/ECA)
Luiz Siveira Menna Barreto (USP/EACH)
Mamede Jarouche (USP/DLO)
Manoel Roberto Robilotta (USP/IF)
Marcus Lira Brandão (USP/FFCLRP)
Marcos F. Napolitano De Eugênio (USP/DH)
Marcos Nascimento Magalhaes (USP/IME)
Marcello Modesto (USP/DL)
Marcia Arruda Franco (USP/FFLCH)
Marcia Gobbi  (USP/FEUSP)
Marco Aurélio Vannucchi (USP)
Marcos Silva (USP/DH)
Maria Amélia Azevedo (USP/IP)
Maria Cecilia Casini (USP/DLM)
Maria Cecília França Lourenço (USP/FAU)
Maria Cláudia Badan Ribeiro (USP/FFLCH)
Maria da Graça Jacintho Setton (USP/FEUSP)
Maria Dea Conti Nunes (USP)
Maria de Fátima Bianchi (USP/DLO)
Maria de Fátima Simões Franciso (USP/FE)
Maria Helena P. Toledo Machado (USP/DH)
Maria Helena Rolim Capelato (USP/DH)
Maria Isabel de Almeida (USP/FE)
Maria Julia Kovács (USP/IP)
Maria Lêda Oliveira (USP/DH)
Maria Letícia B. P. Nascimento (USP/FE)
Maria Ligia Coelho Prado (USP/DH)
Maria Lúcia Pallares-Burke (USP/FEUSP)
Maria Sílvia Betti (USP/DLM)
María Teresa Celada  (USP/DLM)
Maria Victoria de Mesquita Benevides (USP/FE)
Marie Claire Sekkel (USP/IP)
Marilda Lopes Ginez de Lara (USP/ECA)
Marilena Chaui (USP/Filosofia)
Marília Pinto de Carvalho (USP/FEUSP)
Mário Henrique Simão D Agostino (USP/FAU)
Mario Miguel González (USP/DLM)
Marisa Grigoletto (USP/DLM)
Marta Inez Medeiros Marques (USP/DG)
Marta Maria Chagas de Carvalho (USP/FEUSP)
Marta Rosa Amoroso  (USP/DA)
Mauricio Cardoso (USP/DH)
Mauricio Santana Dias (USP/DLM)
Mayra Laudanna (USP/IEB)
Michel Sleiman (USP)
Miguel Soares
Palmeira.(USP/DH)
Miguel Pereira (USP/FAU)
Nabil Bonduki (USP/FAU)
Nair Yumiko Kobashi (USP/ECA)
Neide T. Maia González (USP/DLM)
Nelson Fiedler Ferrara Junior (USP/IF)
Noé Silva (USP/DLO)
Norberto Abreu e Silva Neto  (USP/IP)
Nuno de Azevedo  Fonseca (USP/FAU)
Olga  Ferreira Coelho (USP/DL)
Osvaldo Coggiola (USP/DH)
Otilia Beatriz Fiori Arantes (USP/Filosofia)
Pablo Fernando Gasparini (USP/DLM)
Pablo Ortellado (USP/EACH)
Patrícia Noronha (USP/ECA/Unicamp/CAC)
Patricio Tierno (USP/Ciência Política)
Paula Marcelino (USP/DS)
Paulo Albertini (USP/IP)
Paulo Capel Narvai (USP/FSP)
Paulo Eduardo Arantes (USP/Filosofia)
Paulo Endo (USP/IP)
Paulo Martins (USP/DLCV)
Pedro Paulo Chieffi (USP/FMUSP)
Primavera Borelli (USP/FCF)
Rafaela A. E.  Ferreira Barbosa (USP/Direito)
Regina de Toledo Sader (DG)
Regina Lúcia Pontieri (USP/DTLLC)
Reinaldo Salvitti (USP/IME)
Renato da Silva Queiroz (USP/FFLCH)
Renato Sztutman (USP/Antropologia)
Ricardo Musse (USP/DS)
Ricardo Rodrigues Teixeira (FMUSP)
Roberta Barni (USP/DLM)
Rodrigo Aug. Santinelo Pereira (USP/FFCLRP)
Romualdo Portela de Oliveira (USP/FE)
Rosa Ester Rossini (USP/Geografia)
Rosângela Gavioli Prieto (USP/FE)
Rosangela Sarteschi (USP/FFLCH)
Ruy Braga (USP/DS)
Salete de Almeida Cara (USP/FFLCH)
Sandra Galheigo (USP/FMUSP)
Sandra Guardini T. Vasconcelos (USP/DLM)
Sandra Zákia Sousa (USP/FE)
Sandra Maria Sawaya (USP/FE)
Sean Purdy (USP/DH)
Selma Lancman (USP/FMUSP)
Sergio Cardoso  (USP/Filosofia)
Sérgio Salomão Shecaira (USP/Direito)
Suely Robles Reis de Queiroz (USP/DH)
Suzana Salem (USP/IF)
Sylvia Bassetto (USP/DH)
Sylvia Caiuby Novaes (DA-USP)
Tania Macêdo (USP/DLCV)
Tatiana Alexandrovna  Michtchenko (USP/IAG)
Tercio Redondo (USP/DLM)
Valdir Heitor Barzotto (USP/FE)
Valentim Aparecido Facioli (DLCV/USP)
Vera Lucia Navarro (USP/FFCL)
Vera Pallamin (USP/FAU)
Vera Silva Telles (USP/DS)
Vima Lia de Rossi Martin (USP/DLCV)
Vitor Henrique Paro (USP/FEUSP)
Vladimir Safatle (USP/Filosofia)
Waldir Beividas (USP/DL)
Yudith Rosenbaum (USP/DLCV)
Yvonne Mautner (USP/FAU)
Zenir Campos Reis (USP/DLCV)
Zilda Márcia Grícoli Iokoi (USP/DH)

Docentes de outras universidades solidários ao Manifesto:

Adriano Nascimento (UFAL/FSSO)
Agenor Bevilacqua (UNIABC)
Adolfo Miranda Oleare (IFES)
Aldo Duran Gil (UFU)
Alexandre Fortes (UFRRJ)
Amarildo Ferreira Junior (UFSCar)
Ana Castro (Escola da Cidade)
Ana Isabel Guimarães Borges (UFF)
Ana Laura dos Reis Corrêa (UnB)
Andréa Bieri (Unirio)
Andréa Casa Nova Maia (UFRJ)
André Cordeiro Alves Dos Santos (UFSCar)
André Guimarães Augusto (UFF)
André Medina Carone (Unifesp)
André Tsutomu Ota (UEL)
Ângela Soligo  (Unicamp/FE)
Angélica Lovatto  (Unesp/Marília)
Anita Handfas  (UFRJ)
Anita Leocádia
Benário Prestes (UFRJ/História)
Antonio Carlos  Moraes (UFES)
Antonio Jorge  Siqueira (UFPE)
Antonio S.de Almeida  Neto (Unifesp/História)
Aparecido  Francisco Bertochi  (UFFS)
Arley R. Moreno (Unicamp/Filosofia)
Beatriz Catão Cruz Santos (UFRJ/IH)
Bernardo Karam (UFRJ)
Bertulino José de Souza (UERN)
Brigitte Bedin (UNG)
Caio Toledo (Unicamp)
Carlos Alberto S. Barbosa (Unesp/História)
Carlos Zacarias F. de Sena Jr. (UFBA/FFCH)
Célio Ribeiro Coutinho (UECE)
César Nardelli Cambraia (UFMG)
Cezar Luiz De Mari (UFV/Educação)
Cláudia Isabel Ribeiro Santos (PUC-SP/História)
Claudia Maria Barbosa  (PUC-PR/Direito)
Claudia Moraes de Souza (Unesp / FCC)
Cleier Marconsin (UERJ)
Clinio de Oliveira Amaral (UFRRJ)
Cristina Amélia Luzio (Unesp)
Davisson Cangussu (Unifesp)
Débora El-Jaick Andrade (UFF)
Denise Mattos Monteiro (UFRN)
Dilmar Santos de Miranda (UFC)
Diorge Alceno Konrad (UFSM/História)
Dirlene de Jesus  Pereira (UEL)
Douglas Ferreira Barros (PUC-Campinas)
Helenira Aparecidea Novo (Ufes)
Eduardo Mei (Unesp)
Eduardo Sterzi (Unicamp)
Eduardo Strachman (Unesp)
Eleonora Albano (Unicamp/IEL)
Elizete Antelmi Fabbri
Elza Margarida de Mendonça Peixoto (UFBA)
Emerson Elias Merhy  (UFRJ)
Enilce Albergaria Rocha (UFJF)
Epitácio Macário Moura (UECE)
Erminia Silva (Unesp)
Estela Scheinvar (UFF/UERJ)
Fabio Akcelrud Durão (Unicamp)
Fernanda Menna Pinto Peres (Juíza de Direito)
Fernando Medeiros (UFAL)
Francisco Fagundes de Paiva Neto (UEPB)
Francisco Gnçalves da Conceição (UFMA)
Geni Rosa Duarte (UNIOESTE)
Glaucia Vieira Ramos  Konrad (UFSM)
Graciela Foglia (Unifesp)
Guilherme Amaral Luz (UFU)
Guiomar Ramos (UFRJ/ECO)
Hamilton Prado Bueno (UFMG)
Hélio Moreira da Costa Júnior (UFAC)
Heloisa Helena Corrêa Silva (UFAM)
Henrique Finco (UFSC)
Isabel Loureiro (Unesp/Filosofia)
Ivan Rodrigues Martin (Unifesp)
Jacyntho Lins Brandão (UFMG)
Jair Donadelli Jr (UFABC)
Jean Pierre Chauvin (Fatec)
Jefferson O. Goulart (Unesp/FAAC)
Joanita Mota de Ataide (UFMA)
Joaquim Pedro Neto
João Batista Santiago Sobrinho (Cefet/MG)
João dos Reis Silva Júnior (UFSCar)
João Evangelista Rodrigues (PUC/MG)
João Francisco Tidei Lima (Unesp)
João Quartim de Moraes (Unicamp)
John Fontenele Araujo (UFRN)
Jonnefer Francisco Barbosa (PUC/SP)
Jorge Antunes (UnB/Música)
José Carlos Barreto de Santana (UEFS)
José Carlos Pinheiro Prioste (UERJ)
José Claudinei Lombardi (Unicamp)
José Clécio B. Quesado (UFRJ)
José Fernando Kieling (UFPEL)
José Jonas Duarte da Costa (UFPB)
José Maria Porcaro Salles (UFMG)
José Menezes Gomes (UFMA)
Josimar Priori (UEM)
Káta Cilene do Couto (UFAM/História)
Kathleen Tereza da Cruz (UFRJ)
Kátia Gerab Baggio (UFMG)
Laurita Ricardo de Salles (UFRN)
Lavinia Silvares (Unifesp)
Leonardo Alvares Vidigal (UFMG)
Lídio de Souza (UFES)
Liliene Xavier Luz (UESPI)
Lincoln de Abreu Penna (UFRJ)
Liv Sovik (UFRJ)
Luciana Duccini (UNIVASF)
Lúcio Flávio
Rodrigues de Almeida (PUC/SP)
Luis Geraldo Leão Guimarães (UNEB)
Luiz Barros Montez (UFRJ)
Luiz Carlos Barreira (Unisantos)
Luiz Carlos Pinheiro Machado (UFRGS)
Luiz Carlos Soares (UFF)
Luiz Costa Lima (PUC/Rio)
Luiz Fernando Rojo (Antropologia/UFF)
Marcela Stockler Coelho de Souza (UnB/DA)
Marceleuze Melquíades de Araujo (UFPB/UEPB)
Marcelo Milan (UFRGS)
Márcia Regina da Silva Ramos Carneiro (UFF)
Márcio Bilharinho  Naves (Unicamp/IFCH)
Marcio Capriglione (UFRGN)
Márcio  Ricardo Coelho Muniz (UFBA)
Marcos Del Roio (Unesp/FCC)
Marcos Vinicius Ribeiro (Unioeste)
Margareth Rago (Unicamp)
Maria Amélia Dalvi (UFES)
Maria Aparecida Affonso Moysés (Unicamp/Medicina)
Maria Auxiliadora Vieira de Carvalho (UFOP)
Maria Bernadete Fernandes de Oliveira (UFRN)
Maria Cristina Campello Lavrador (UFES)
Maria Izabel Brunacci (Cefet/MG)
Maria Luiza Scher Pereira (UF de Juiz de Fora)
Maria Ribeiro do  Valle (Unesp/FLC)
Maria Rita de Almeida Toledo (Unifesp/História)
Maria Rosário Gonçalves de Carvalho (UFBA)
Marieta Gouvêa de Oliveira Penna (Unifesp)
Marília Flores Seixas de Oliveira (UESB)
Marilina Conceição O.Bessa Serra Pinto (UFAM)
Marina Gusmão de Mendonça (UNESP)
Marcio Goldman  (UFRJ)
Marlei Roling Scariot (Unifesp)
Maurício Vieira Martins (UFF/Sociologia)
Milton Pinheiro (Uneb/ICP)
Mirna Busse Pereira (CUFSA)
Modesto Carone (Unicamp/Teoria Literária)
Mônica Martins (UECE)
Newton Molon (Cásper Líbero)
Nina Saroldi (Unirio)
Norberto Ribeiro Torres Junior (Unesp)
Odair Furtado (PUC/SP)
Ofélia Maria Marcondes (IFMS)
Ovidio de Abreu Filho (UFRJ)
Oziris Simoes (FCMSCSP)
Patrícia Vieira Trópia (UFU)
Paulo Barsotti (FGV/SP)
Paulo Cesar Miguez de Oliveira (UFBA)
Paulo Eduardo Barros Pignanelli (UEL)
Paulo Henrique Martinez (Unesp/História)
Paulo José  Koling (UNIOESTE)
Paulo Roberto Franco Andrade (UFU)
Pedro Castro (UFF)
Raphael Nunes Nicoletti Sebrian (Unifal/MG)
Rachel Soihet (UFF)
Ravel Giordano Paz (UEG)
Reinaldo A. Carcanholo (UFES)
Ricardo Antunes (Unicamp)
Rita de Cássa Mendes Pereira (UESB)
Robério Paulino (UFRN)
Roberto Gomes Camacho (Unesp)
Roberto José Gnattal (Unirio)
Robson Laverdi (UNIOESTE/PR)
Ricardo Martins Valle (UESB)
Rita de Cassia Cavalcante (UEPB)
Roberto Leher (UFRJ)
Rodrigo Alves Teixeira (PUC/SP)
Rodrigo Bastos (UFSC)
Saulo Carneiro (UFBA)
Sérgio Alcides (UFMG)
Sérgio Braga (UFPR)
Sérgio Prieb (UFSM/Economia)
Sérgio Resende Carvalho (Unicamp/Medicina)
Sheila Schvarzman  (Universidade Anhembi Morumbi)
Sidney Chalhoub (Unicamp)
Sonia Nussenzweig Hotimsky (FESP)
Suely Kofes (Unicamp/IFCH)
Suzeley Kalil Mathias (Unesp)
Tania de Luca (Unifesp)
Tania Mara Pereira Vasconcelos  (Uneb)
Tarcisio Praciano Pereira (UVA)
Tiago de Melo Gomes (UFRPE)
Túlio Batista Franco (UFF)
Unaí Tupinambás (UFMG)
Valdo José Cavallet  (UFPR)
Valéria Guimarães (Cefet/MG)
Valricélio Linhares (UECE)
Virgílio de Almeida (UEM)
Wilson Correia (UFRB)
Wolfgang Leo Maar (UFSCar)
Zinka Ziebell (Universidade Livre de Berlim)

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Professor vagabundo que faz greve deveria ser demitido


“Vagabundo que faz greve deveria ser demitido.” Algumas poucas vezes me dou o direito de atualizar e republicar certos textos deste blog. Hoje é o caso. Pois, ouvi no trem, uma senhora reclamando destemperadamente com uma amiga dos professores da rede municipal em São Paulo, que estão em greve desde o dia 03 – da mesma forma que doutos senhores espezinhavam a greve de professores das universidades federais, tomando cafezinho nos Jardins, tempos atrás. Pedem 17% de recomposição inflacionária dos últimos três anos. A prefeitura oferece 10,19% agora e mais 13,43% em 2014. Mas os sindicatos alertam que esses valores seriam relativos a outros acordos firmados em anos anteriores para incorporação de abonos.

Contudo, mais do que discutir se o salário dos professores será suficiente para pagar uma esfiha ou um kibe no Habib’s, o que me interessa neste texto é a forma com a qual vemos suas reivindicações e as descolamos da melhoria da educação como um todo.

Quando escrevi pela primeira vez sobre isso vivíamos a greves dos mestres das universidades federais. E, é claro, essa frase nunca vem sozinha: passeata que atrapalha o trânsito? Cacete neles! Protesto em praça pública? Cacete neles! Onde já se viu? Essas pessoas têm que saber seu lugar.

Sindicatos não são perfeitos, longe disso. Assim como ocorre em outras instituições, possuem atores que resolvem voltar-se para os próprios umbigos e tornar a busca pelo poder e sua manutenção de privilégio mais importante que os objetivos para os quais foram eleitos. Ou seja, tá cheio de sindicalista pelego ou picareta, da mesma forma que empresário corrupto e sonegador. Contudo, graças à organização e pressão dos trabalhadores, importantes conquistas foram obtidas para civilizar minimamente as regras do jogo – não trabalhar até a exaustão, descansar de forma remunerada, ter salários (menos in)justos, garantir proteção contra a exploração infantil. Direitos estes que, mesmo incompletos, são chamados por alguns empregadores de “gargalos do crescimento”.

Leia também:
Para professores de SP, propaganda de Haddad na TV é “enganosa”

É esquizofrênico reclamar que não há no Brasil quantidade suficiente de força de trabalho devidamente preparada para fazer frente às necessidades de inovação e produtividade e, ao mesmo tempo, chutar feito caixa de giz vazia as reivindicações de professores por melhores condições e remuneração. Como acham que o processo de formação ocorre? Por osmose? Cissipartição? Geração espontânea a partir dos argumentos fedidos desse povo?

Incrível como muitos colegas, ao tratarem sobre greve de professores, chamam sempre as mesmas fontes de informação que dizem, sempre, as mesmas coisas: é hora de apertar os cintos, os grevistas só pensam neles, a economia não aguenta, bando de vagabundos, já para a senzala sem jantar, enfim. Não existe imparcialidade jornalística. Qualquer estudante de jornalismo aprende isso nas primeiras aulas. Quando você escolhe um entrevistado e não outro está fazendo uma opção, racional ou não, por isso a importância de ouvir a maior diversidade de fontes possível sobre determinado tema. Fazer uma análise ou uma crítica tomando partido não é o problema, desde que não se engane o leitor, fazendo-o acreditar que aquilo é a única intepretação possível da realidade.

Infelizmente, muitos veículos ou jornalistas que se dizem imparciais, optam sistematicamente por determinadas fontes, sabendo como será a análise de determinado fato. Parece até que procuram o especialista para que legitime um ponto de vista. Ou têm preguiça de ir além e fugir da agenda da redação, refrescando suas matérias com análises diferentes. Ou alguém acha que é aleatório escolherem sistematicamente o professor José Pastore para analisar direitos trabalhistas?

Apoio os professores. Apoio os metalúrgicos de fábricas de automóveis. Apoio os controladores de vôo. Apoio os cobradores e motoristas de ônibus. Apoio os bancários. Apoio os garis. Apoio os residentes médicos. Apoio o santo direito de se conscientizarem, reconhecerem-se nos problemas, dizer não e entrar em greve até que a sociedade pressione e os patrões escutem. Mesmo que a manifestação deles torne minha vida um absurdo.

O Brasil está conseguindo universalizar o seu ensino fundamental, mas isso não está vindo acompanhado de um aumento significativo na qualidade da educação. Mesmo que os dados para a evolução dos primeiros anos de estudo estejam além do que o governo esperava no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), grande parte dos jovens de escolas públicas têm entrado no ensino médio sabendo apenas ordenar e reconhecer letras, mas não redigir e interpretar textos. Enquanto isso, o magistério no Brasil continua sendo tratado como profissão de segunda categoria.

Uma educação de baixa qualidade, insuficiente às características de cada lugar, que passa longe das demandas profissionalizantes e com professores mal tratados pode mudar a vida de um povo?

Por fim, estou farto daquele papinho do self-made man cansativo de que os professores e os alunos podem conseguir vencer, com esforço individual, apesar de toda adversidade, “ser alguém na vida”. Aí surgem as histórias do tipo “Joãozinho comia biscoitos de esterco com insetos e vendia ossos de zebu para sobreviver. Mas não ficou esperando o Estado, nem seus professores lhe ajudarem e, por conta, própria, lutou, lutou, lutou (às vezes, contando com a ajuda de um mecenas da iniciativa privada), andando 73,5 quilômetros todos os dias para pegar o ônibus da escola e usando folhas de bananeira como caderno. Hoje é presidente de uma multinacional”. Passando uma mensagem “se não consegue ser como Joãozinho e vencer por conta própria sem depender de uma escola de qualidade e de um bom professor, você é um verme nojento que merece nosso desprezo”. Afe. Daí para tornar as instituições públicas de ensino e a figura do próprio professor cada vez mais acessórias é um passo.

Educação é a saída, mas qual educação? Aquela defendida pelo pessoal do “Amigos do Joãozinho”? Educar por educar, passar dados e técnicas, sem conscientizar o futuro trabalhador e cidadão do papel que ele pode vir a desempenhar na sociedade, é o mesmo que mostrar a uma engrenagem o seu lugar na máquina e ponto final. Uma das principais funções da escola deveria ser produzir pessoas pensantes e contestadoras que podem colocar em risco a própria estrutura política e econômica montada para que tudo funcione do jeito em que está. Educar pode significar libertar ou enquadrar. Que tipo de educação estamos oferecendo? Que tipo de educação precisamos ter? Para essa tarefa, professores bem formados e remunerados são fundamentais.

Em algumas sociedades, pessoas assim, que protestam, discutem, debatem, discordam, mudam são úteis para fazer um país crescer. Por aqui, são vistas com desconfiança e chamadas de mal-educadas e vagabundas. Ironia? Não, Brasil.

Aproveitando o gancho, há algum tempo aves funestras passam voando por redacões de veículos de comunicação demitindo sem dó.

Mudanças acontecem e a nova geração que, hoje, pega uma revista e, com dois dedinhos, tenta ampliar uma foto como uma tela sensível ou que não entende porque a TV da sala não responde aos seus toques terá um relação diferente com o papel que temos hoje. Jornais vão morrer no meio dessa transição. Outros migrarão para a internet. Veículos novos vão surgir, pensados para plataformas digitais, multimídias, interativas. Quem não se adaptar e não se planejar para essa virada, vai comer capim pela raiz mais cedo. Contudo, temos uma forte produção jornalística em formato de empresa tradicional e, durante muito tempo, ainda teremos. Talvez essa parte nunca mude, garantindo as coisas boas e ruins dessas estruturas. O fato é que isso está sustentado em uma relação capital/trabalho, ou melhor dizendo, patrão/empregado. Sim, colegas jornalistas, apesar de muitos de nós pensarem que não, nós somos operários da notícia. É difícil ouvir isso, mas é a realidade.

De tempos em tempos, somos surpreendidos com notícias de demissões coletivas em veículos de comunicação. Motivos são vários: garantir a sobrevivência do veículo, aumentar a margem de lucro, gerar capacidade de investimento em outros produtos da empresa. Há ainda os casos em que um jornal fecha as portas e boa parte das pessoas simplesmente vai para a rua por má gestão e erros na condução da publicação. Razões podem existir para o encerramento das atividades de um veículo ou a diminuição de sua força de trabalho. Mas o que não entra pela minha cabeça é que isso seja encarado tão bovinamente por todos nós.

E que algumas empresas que defendem a democracia e o diálogo como processo de construção de uma sociedade melhor, ignorem isso quando se trata delas próprias. É um negócio e pertence a alguém? Claro! Mas cresceu graças ao suor de trabalhadores, que deveriam ser consultados e chamados a compartilhar decisões. Quando demissões coletivas ou fechamentos de fábricas acontecem em linhas de montagem de veículos, metalúrgicos mobilizam o Pai, o Filho e o Espírito Santo, informam a população, além de cruzarem os braços até que uma solução seja encontrada para reverter o corte de vagas ou, pelo menos, criar compensações à altura. Professores vão para as ruas. Nós, não. Vemos colegas irem embora e não fazemos nada. Ou melhor, ficamos com medo de sermos os próximos e choramos sozinhos no banheiro.

Isso não é texto novo. Como já disse, nós, jornalistas, muitas vezes não nos reconhecemos como classe trabalhadora. Devido às peculiaridades da profissão, desenvolvemos laços com o poder e convivemos em seus espaços sociais e culturais, seduzidos por ele ou enganados por nós mesmos. Só percebemos que essa situação não é real e que também somos operários, transformando fato em notícia, quando nossos serviços não são mais necessários em determinado lugar.

Alguns colegas vão repetir: japa, mas essas mudanças são boas. Agora, os jornalistas vão poder trabalhar por conta própria e criar seus próprios veículos na internet. Como se um grupo de pessoas que, durante toda a vida, trabalhou em uma estrutura empresarial possa, de uma hora para outra, tornar-se um empreendedor de sucesso. Tendo família para sustentar, contas a pagar e sem a disposição de tentar do zero e dar com a cara no muro. Financiamento coletivo, patrocínio cruzado, enfim, há quem lide com isso de forma mais fácil. Mas lembrem-se que a maioria não foi programada para isso. Por isso, temos o chamado “Milagre da Multiplicacão dos Frilas”, que eram assalariados e tornaram-se “chefes de si mesmos”. Alguns são felizes por não terem férias remuneradas. Outros, não.

Talvez o futuro seja um misto de tudo isso, emprego CLT, frilas, empreendedores individuais ou coletivos, pessoas produzindo conteúdo em redes, ONGs, enfim. Mas, hoje, o que me preocupa são os viventes e suas contas a pagar.

O que estou pedindo? Jornalistas do mundo, uni-vos? Que tamancos sejam jogados nas prensas dos jornais? Nem… isso seria muito brega. Ou melhor, kitsch – tenho horror a kitch. O que gostaria de lembrar é que as coisas vão mudar cada vez mais rápido. E temos duas opções: encarar isso sozinhos ou juntos.

Um bom exercício seria tentar entender e relatar as greves de professores como algo que faz parte das necessárias disputas sociais e econômicas e não tema para página policial. O próximo pode ser você, caro jornalista com salário de coxinha e emprego de palha.

fonte: http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2013/05/23/professor-vagabundo-que-faz-greve-deveria-ser-demitido/

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Para professores de SP, propaganda de Haddad na TV é “enganosa”

Os professores da rede municipal de São Paulo consideram “enganosa” a propaganda que o governo Fernando Haddad começou a veicular na televisão no último sábado (18). Durante o vídeo, são anunciados os reajustes dados a professores: um de 10,19% ainda esse ano, e outro de 13,43% para 2014. A propaganda afirma ainda que os servidores de nível básico terão aumento de 80% no piso salarial; já os de nível médio, 42,5%.

A categoria, que decidiu ontem manter a greve que já dura 20 dias,reivindica 6,55% retroativo a maio de 2011; 4,61% retroativo a maio de 2012 e 6,51% referente a esse ano.

Para Simone Rezende, 40, professora de geografia do segundo ciclo do ensino fundamental em Pirituba, a notícia distorce a realidade e evidencia um acordo firmado com a gestão anterior, de Gilberto Kassab.

“Essa propaganda é totalmente enganosa. Primeiro porque os dois primeiros reajustes que ele está falando são de uma luta com o governo anterior. E os 80% que ele fala é de uma pequena parcela de trabalhadores que tinha salário de R$ 480”, afirmou ela durante protesto dos professores. “Ela distorce e coloca  a população contra a luta dos professores”.

Professora de português na mesma escola, Grace Lopes, 29, concorda com a colega. “Infelizmente as pessoas são ignorantes, não pesquisam, não sabem da verdade. Isso é uma coisa que já tinha sido acordada na gestão anterior, e agora ele está falando que é um aumento. É ridículo, nós temos aumento de 0,82% enquanto os vereadores têm mais de 60%”.

Leonice de Araújo, 38, explica que os números apresentados não são reajustes, uma vez que a categoria já recebe o valor desde o final de 2010. “Não estamos tendo aumento real de salário acima da inflação”, analisou durante o protesto.

A Secretaria Municipal de Comunicação da prefeitura afirma que a campanha veiculada no rádio e na televisão entre os dias 18 e 21 de maio tinha o objetivo de “informar aos seus funcionários, incluindo os professores, os índices de reajustes concedidos”.

Com a campanha publicitária, foram gastos R$ 3,1 milhões em produção e veiculação em TV e rádio.

Problemas

Professora do primeiro ano do ensino fundamental em uma escola do Jardim Lucélia, na zona sul da capital paulista, Leonice enfrenta problemas para lidar com as crianças com algum tipo de deficiência dentro da sala de aula.

“Acho que uma das maiores dificuldades na educação é lidar com essas crianças. Precisamos de maior apoio”, acredita. “Há também a questão da alfabetização. Trabalho com isso e toda hora muda-se a política. Querem que a gente trabalhe hora com um método, hora com outro. Precisa-se definir um pouco melhor”.

Para Juliana Gonçalvez, 50, que dá aula de português para os últimos anos do ensino fundamental e também participou da manifestação de terça-feira, além da questão de muitos estudantes por sala de aula, os professores enfrentam outros dilemas. “Há muita violência, falta de infraestrutura e desrespeito por parte dos alunos. E a gente quer fazer uma coisa boa para essas crianças, mas não consegue”, conta.

Com receio de divulgar seu nome, S.S.S., 48, professora de São Mateus, acredita que é necessária muita coragem, paciência, tolerância e persistência para ser educador.

“Todo mundo acha que é muito fácil entrar em uma sala, com 35 alunos, você, sua voz e o giz. Convido o secretário de educação para ir à minha escola e conhecer a realidade. Não vou falar endereço porque lá não tem CEP, nem GPS pega”, diz.

Negociação

De acordo com a Secretaria Municipal da Educação, já está sendo negociado um conjunto de dez propostas e programas de governo que incluem, entre outras coisas, a ampliação e melhoria do Programa de Educação Inclusiva na rede municipal, aumento do número de professores e servidores nas escolas e criação de um sistema de segurança escolar com a participação dos educadores.

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Saruman/Holmes/Dracula lança álbum de heavy metal!!!


Show de bola, vou comprar ambos!!!!

Christopher Lee: novo álbum de Heavy Metal aos 91 anos

A lenda de Hollywood Sir Christopher Lee (O Senhor dos Anéis) irá lançar o seu segundo álbum de heavy metal no seu 91º aniversário, na segunda-feira, 27 de maio. Formatos CD, vinil duplo e Download digital estarão disponíveis.

O sucessor de “Charlemagne: By The Sword” de 2010, irá se chamar “Charlemagne: The Omens Of Death” e contará com a participação do guitarrista do JUDAS PRIEST, Richie Faulkner. Confira uma prévia no video abaixo.

Track-list de “Charlemagne: The Omens Of Death”:

The Portent’ (4:29)
‘Charles The Great’ (6:23)
‘The Siege’ (7:09)
‘Massacre Of The Saxons’ (5:41)
‘Dawning Of A New Age’ (4:40)
‘Let Legend Mark Me as the King’ (5:45)
‘The Betrayal’ (5:02)
‘The Devil’s Advocate’ (4:54)
‘The Ultimate Sacrifice’ (5:09)
‘Judgement Day’ (3:41)

Fonte: Christopher Lee: novo álbum de Heavy Metal aos 91 anos http://whiplash.net/materias/news_827/180230-judaspriest.html#ixzz2UGP1jj9O

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Assinem!!!!


Abaixo-assinado contra o aumento da passagem de metrô em São Paulo. Assine e divulgue!

PS – a assinatura só é válida se você confirmar (em até 3 horas) pelo link que será enviado ao endereço de email com o qual você fizer sua inscrição.

Metroviários de São Paulo marcam greve para a próxima semana

Os metroviários da capital paulista decidiram entrar em estado de greve e marcaram uma paralisação partir da próxima terça-feira (28). O indicativo de greve foi aprovado na noite desta quarta-feira (22). Em assembleia na próxima segunda-feira (27), às 18h30, a categoria decidirá se a paralisação é definitiva.

A categoria reivindica aumento real salarial de 14,6% e reposição de 7,3%. A Companhia do Metropolitano de São Paulo oferece reposição de 5,37%. “Já tivemos seis rodadas de negociação sem nenhum avanço”, disse o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e em Empresas Operadoras de Veículos Leves sobre Trilhos no Estado de São Paulo, Alex Fernandes.

De acordo com Fernandes, o aumento da tarifa do Metrô, de R$ 3 para R$ 3,20, a partir do dia 2 de junho, não tem relação com a campanha salarial. Na avaliação do diretor, o paulistano paga por um transporte “com preço abusivo e má qualidade dos serviços”.

Em nota, a Companhia do Metropolitano informou “que está empenhando todos os esforços para chegar a um acordo com o Sindicato dos Metroviários que evite prejuízos aos 4,6 milhões de usuários do metrô e à população de São Paulo”. Segundo o comunicado, a empresa concedeu reajuste salarial de 6,17%, e no ano anterior, 8%.

Mais de 4 milhões de pessoas usam o transporte por dia. Das seis linhas do Metrô, apenas uma não deve parar: a Linha 4- Amarela, que liga a Estação da Luz, na região central, ao Butantã, na zona oeste, concedida ao setor privado.

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Meu lado Carla Perez


Então…li esta notícia e não entendi, como sempre quando se trata de matemática kkkkkk!!!! Quando li, tive a mesmíssima sensação de quando fui ler o resumo (porque a dissertação em si, nem tive coragem de ler!!!) da dissertação de mestrado do meu amigo, e a mesma de quando fui ler o resumo da tese de um outro amigo (é de Química, só que vejam bem…).

Isso é o tipo de coisa que faz com que me sinta tão inteligente quanto uma criança de 2 anos de idade *rs*

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Pimentas cheirosas assadas


INGREDIENTES

200 g de pimentas de cheiro ou dedo-de-moça ou um pouco de cada
1 / 4 de xícara de azeita extra virgem
1 colher de chá de folhas de alecrim ou sálvia
1 / 2 colher de chá de sal
2 colheres de sopa de vinagre balsâmico

MODO DE PREPARO

Lave as pimentas e seque-as um pouco com papel absorvente. Arrume-as sobre uma folha de papel alumínio em uma assadeira. Dobre as laterais do papel à sua volta como se fosse uma caixa, amasse essa parte mais alta para que fique mais grossa, assim o tempero não escorrerá.
Asse as pimentas no forno bem alto, 200o C, até começarem a torrar um pouco. Retire-as do forno e transfira-as para uma tigela. Sirva-as com uma salada de alface, ou como acompanhamento.
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Aurora

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Pedazos de miel en jaula

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