Arquivo do mês: novembro 2013

Maioria dos moradores de rua são homens desiludidos com o amor


Há 30 anos, João de Paula Ribeiro, 52, tinha um casamento aparentemente feliz, quatro filhos, casa, carro, um comércio e uma profissão em Serrana (313 km de São Paulo), sua cidade natal.

Hoje, ele passa o dia nas ruas de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo), come o que os outros dão, toma banho quando arruma um lugar, ingere bebida alcoólica a todo momento e tem um barraco em uma favela na zona norte, que pouco frequenta.

Essa reviravolta aconteceu depois que a mulher o abandonou e o trocou pelo sócio de sua própria empresa. A desilusão amorosa acabou com os sonhos de toda a vida, com a vontade de seguir em frente e com as perspectivas de um futuro com a família.

Segundo dados do Creas-Pop, ao menos 92% dos moradores de rua são homens e uma grande parte é usuária de drogas, ingere álcool com frequência e já sofreu alguma desilusão amorosa.

Ele não gosta muito de falar sobre a própria vida. Com olhar triste, barba grande e um chapéu escondendo os cabelos brancos, Ribeiro tenta abafar a tristeza do passado com as pessoas que conheceu nas ruas.

“Sou feliz aqui com meus amigos. Visito os meus filhos de vez em quando, mas não gosto de depender de ninguém”, disse Ribeiro.

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Fui ao cinema


Ontem lá fui eu assistir ao Thor. Comprei ingresso para a sessão das 14h porque já ia aproveitar para fazer as compras de Natal…até aí, tudo normal.

Entretanto, esqueci de levar uma blusa de manga comprida. É verdade que a temperatura aqui estava, como de costume, na casa dos 30 graus, mas veja bem, eu tinha acabado de lavar os cabelos e, como todos sabem, shopping centers costumam ter aquele ar condicionado “básico”. Pior que o ar condicionado do shopping, só mesmo o do cinema. Nada disso teria sido problema caso estivesse acompanhada pelo meu amor, em quem me enrosco quando estou com frio *rs*, só que lá estava eu, abandonada *snif*, prestes a entrar num mundo gélido durante 2 horas. Antes de entrar, perguntei à funcionária a respeito da intensidade do ar – e a resposta foi algo como: “Ah, não se preocupe, esta é a sessão mamãe, o som é mais baixo, assim como o ar condicionado não é tão intenso”.

Não entendi direito. Quer dizer, estava com pressa (cheguei em cima da hora :P), a moça falou baixo e eu ia assistir o Thor, pombas, como assim “sessão mamãe”???

Entrei correndo na sala e não demorei  a perceber o que isso significava. Acho que foi a sessão de cinema mais sui generis que já presenciei: lá estava a plateia, um monte, um montão mesmo, de mulheres (cuja idade variava entre 20 e 40 anos), a maioria das quais com bebês no colo – algumas daquelas que não estavam com bebês, estavam acompanhando as com bebês, ou seja, tinham aquelas sacolas gigantes de apetrechos de bebês no colo.

Na frente do teatro, ou seja, bem abaixo da tela, uma fileira enorme de carrinhos de bebês, todos alinhados como se num estacionamento. No meio da sala, bem no meio mesmo, naquele patamar entre o setor inferior e o do meio, tinha uma grande mesa (?) forrada – também não demorou muito para eu perceber que aquilo era um trocador, pois durante o filme pelo menos uns 5 bebês foram limpos ali.

Fiquei em dúvida se havia entrado na sala correta – era mesmo ali que ia passar o Thor? Eu não tinha entrado em alguma sessão em que seriam apresentadas cantigas de ninar ou algo do gênero?? Observei meu ingresso à luz do celular e era isso mesmo, a sala estava correta.

Bom, me instalei e fiquei vendo os trailers (affff, o Hobbit novo está muito apelativo pelo jeito!). Daí começou o filme, e era mesmo o Thor. Beleza. Bizarro, mas beleza. Foi muito estranho ver um filme em que havia cenas de combate, membros decepados, monstrão gigante, uma cena do Thor descamisado (ui!!!), enquanto bebês recém-nascidos dormiam na plateia – ok, alguns choravam – ok, VÁRIOS choraram. Mas mesmo assim, meio surreal *rs* Tudo preconceito meu, óbvio. Afinal, não é porque se tem um filho que se para de ir ao cinema, e não se tem que ir ao cinema necessariamente acompanhada pelo marido ou namorado, ou acompanhada por ninguém, na verdade. Gostei bastante de ver a mulherada em plena tarde de quinta-feira se divertindo, vendo o gostosão na tela 😉 Sem, por isso, ter que abandonar o serzinho que necessita de cuidados constantes.

Ah, mas mais do que isso, gostei muito, adorei, na verdade, do som mais baixo e do ar condicionado numa temperatura aceitável, nada glacial. Moral da história? Acho que sou um daqueles bebês recém-nascidos kkkkkkk Vou sempre frequentar esta sessão!!!! De quebra, no final do filme ainda ganhei uma amostra daquelas loções cheirosinhas mamãe-e-bebê 😛

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Procon não recomenda compras nestes sites:


http://www.procon.sp.gov.br/pdf/acs_sitenaorecomendados.pdf

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Pessoas que comem nozes e castanhas todo dia vivem mais e são mais magras


(Será que Nutella conta???? 😛 😉 kkkkkkk)

Pessoas que consomem uma porção diária de oleaginosas, como castanhas e nozes, têm uma redução de 20% no risco de morrer de qualquer doença e ainda tendem a ser mais magras.

É o que mostra um estudo conduzido por cientistas do Instituto de Câncer Dana-Farber, do Brigham and Women’s Hospital, e da Escola de Saúde Pública de Harvard, nos EUA. Os resultados estão no periódico New England Journal of Medicine.

Trata-se do maior trabalho desse tipo já publicado: os pesquisadores analisaram dados de 76.464 mulheres no período de 1980 a 2010 e de 42.498 homens entre 1986 to 2010.

“O benefício mais óbvio foi a redução em 29% de mortes decorrentes de doenças do coração”, afirmou o médico Charles Fuchs, do Dana-Farber, um dos autores do trabalho. “Mas também observamos uma redução significativa – de 11% – nas mortes por câncer.”

Os pesquisadores não conseguiram determinar quais os tipos de oleaginosa mais benéficos à saúde – a redução na mortalidade foi similar entre consumidores de amendoim, castanha de caju, castanha do Pará, macadâmia, pistache, noz comum e noz pecan.

Estudos anteriores já tinham associado o alto consumo de oleaginosas à diminuição do risco de doenças como diabetes tipo 2, câncer de cólon, cálculo biliar e doenças do coração. O fato também foi ligado à redução do colesterol, do estresse oxidativo e dos níveis de inflamação, adiposidade e resistência à insulina. Mas nenhum deles envolveu tanto tempo e um número tão grande de pessoas.

Os pesquisadores usaram duas grandes bases de dados em que os participantes respondiam questionários sobre hábitos alimentares e saúde em intervalos de dois a quatro anos. A porção de oleaginosas declarada por eles era de mais ou menos 29 gramas, quantidade que geralmente é oferecida em saquinhos vendidos em máquinas nos EUA. Quanto mais frequente era o consumo, maiores os benefícios notados.

Uma análise mais detalhada permitiu concluir que os consumidores de oleaginosas têm características que também contribuem para a redução de doenças: eles são mais magros, menos propensos a fumar e a beber, se exercitam mais, consomem mais frutas e verduras e usam suplementos. Mas os resultados foram confirmados mesmo com esses fatores isolados na análise.

Os autores avisam que o estudo não tem como comprovar causa e efeito. Mas lembram que a conclusão é compatível com outros estudos que mostram os benefícios do consumo de oleaginosas.

fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2013/11/21/consumidores-de-nozes-e-castanhas-sao-mais-magros-e-vivem-mais-diz-estudo.htm

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Saiba como evitar afogamento infantil, a 2ª maior causa de morte de crianças


O verão está chegando e nada como uma piscina ou praia para se refrescar. Só que os adultos não podem descuidar nem por um segundo dos pequenos nesses momentos de lazer. O afogamento infantil é a segunda maior causa de morte de crianças de 1 a 14 anos, segundo a ONG Criança Segura  _a primeira é o trânsito.

“A principal dica de prevenção é a supervisão por parte do adulto de forma constante e atenta em todo lugar com água”, diz Lia Gonsales, coordenadora de mobilização da ONG Criança Segura.

Engana-se quem pensa que o risco de afogamento existe apenas em piscina, praia, rio ou represa. Lia diz que crianças pequenas podem se afogar em baldes, bacias, banheiras e até mesmo no vaso sanitário (mãe relata susto que teve com a queda do filho na piscina; leia).

“Bastam três dedos de água para uma criança pequena se afogar”, diz Lia. Entende-se por pequena as crianças de até 4 anos.

Segundo ela, as características físicas de crianças deixas faixa etária contribuem para afogamentos domésticos em lugares como balde ou banheira com água. “A cabeça é a parte mais pesada do corpo e elas ainda não têm muita habilidade motora para levantar com rapidez e sair dessa situação de perigo.

Mas as crianças maiores também devem ficar sob supervisão de um adulto enquanto estiverem na água _a ONG recomenda essa atenção até os 14 anos.

Lia diz que os mais velhos podem se submeter a situações de risco por terem a falsa ideia de independência, até mesmo aqueles que sabem nadar ou estão aprendendo. “Não é recomendável que a criança ou jovem fique sozinho na água. É preciso orientá-lo e alertá-lo sobre o risco de certas brincadeiras, pois ainda não tem noção do perigo.”

Levantamento da Criança Segura com base em números do SUS mostra que 103 crianças foram hospitalizadas por afogamento de janeiro a agosto de 2013. Desse total, quase metade (48) tinha de 1 a 4 anos. Por tipo, a maior ocorreu dentro de piscinas.

Apesar da maior parte das hospitalizações decorrerem de afogamento em piscinas, acidentes em águas naturais lideram os motivos de óbitos: 424 dos 1.115 casos registrados em 2011 _dados mais recentes.

Prevenção

Para evitar afogamento dentro de casa, Lia recomenda que crianças de até 4 anos não tenham acesso a baldes, bacias, banheiras, tanques ou vasos sanitários. Em relação a esse último caso, a orientação é que a porta do banheiro esteja sempre fechada e que o vaso sanitário tenha uma trava de fechamento _equipamento disponível em lojas de artigos infantis.

Para quem tem piscina em casa, a recomendação é que ela seja fechada, ou seja, não deve ter livre acesso para crianças.

Outra dica é matricular as crianças em escolas de natação. “É importante que a criança aprenda a nadar a partir de 4 anos. Alguns pediatras indicam que esse aprendizado comece até mais cedo”, afirma Lia.

Segundo ela, o único equipamento considerado preventivo são os coletes salva-vidas. As boias de braço ou de sentar não entram nessa categoria. “Esses outros são para diversão, mas não previnem afogamentos.”

Em relação à prevenção na praia, ela diz que o melhor é conhecer o local onde você está. “E nunca, de jeito nenhum, deixar a criança sem supervisão.”

Minha companheira de Maternar, a jornalista Giovanna Balogh, escreveu em 2011 sobre cursos de natação para crianças. Leia o texto e veja fotos

fonte: http://maternar.blogfolha.uol.com.br/2013/11/25/saiba-como-evitar-afogamento-infantil-a-2a-maior-causa-de-morte-de-criancas/

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Homens usam salto alto para combater violência contra mulher nos EUA e no Canadá; e no Brasil?


Um evento idealizado nos EUA propõe aos homens usarem salto alto durante uma caminhada com o objetivo de protestar contra o abuso sexual e a violência contra a mulher. No Brasil, ainda não ocorreu nenhuma edição do evento. 

(essas fotos são MUITO boas, vejam:

http://noticias.uol.com.br/album/2013/10/10/homens-usam-salto-alto-em-protesto-contra-violencia-contra-a-mulher.htm#fotoNav=1

Na época, as mulheres do Vallley Trauma Center (VTC), na Califórnia, EUA, tomaram a iniciativa de criar um movimento de combate ao estupro.

Baird viu no movimento uma oportunidade de envolver também a participação dos homens.

“Violência contra mulheres não afeta apenas as mulheres. Homens se machucam e se revoltam quando as mulheres com que eles se importam são violentadas. Homens se machucam e se revoltam quando eles tentam desenvolver um relacionamento com mulheres em uma atmosfera de medo, desconfiança e vergonha”, escreve Baird no site do “Walk a Mile in her Shoes”.

“E a mesma violência que atinge as mulheres também tem homens como alvos, porque estupro não é sobre sexo, é sobre poder, controle e violência”, continua ele.

A caminhada de 1,6 km ocorre em diferentes cidades dos EUA e também no Canadá.

O evento ainda busca arrecadar dinheiro para instituições de defesa e apoio a mulheres vítimas de abuso sexual ou de violência doméstica.

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Propaganda


kkkkkkk lembram desta propaganda?? É muito boa!!!!

Essa outra também é inesquecível:

E esta, bem…o que dizer 😉

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O pop atual


…até que vem me surpreendendo positivamente (bom, a Miley Cyrus não precisava ficar peladona, o clipe é ultra apelativo, mas gostei da ideia geral)

In the middle of the night
When the angels scream
I don’t want to live a lie, that I believe
Time to do or die

I will never forget the moment, the moment
I will never forget the moment

And the story goes on
On! On
That’s how the story goes
That’s how the story goes

You and I will never die
It’s a dark embrace
In the beginning was life, a dawning age
Time to be alive

I will never forget the moment, the moment
I will never forget this night
We sing, we sing

Oh
Oh
Oh
That’s how the story goes

Fate is coming, that I know
Time is running, got to go

Fate is coming, that I know
Let it go

Hear me now
Under the banner of heaven
We dream out loud

Do or die, and the story goes
On
On
On

And the story goes
On
On
On

This is the story

Fate is coming that I know
Time is running got to go
Fate is coming that I know
Let it go

Hear me now
Under the banner of heaven
We dream out loud
Dream out loud

Fate is coming, that I know
Time is running out
Fate is coming, that I know
Let it go

I stand here waiting for
You to bang the gong
To crash the critic saying
Is it right or is it wrong?

If only fame had an I. V
Baby could I bear
Being away from you, I
Found the vein, put it in here

I live for the applause, applause, applause
I live for the applause-plause
Live for the applause-plause
Live for the way that you cheer and scream for me
The applause, applause, applause

Give me that thing that I love
(I’ll turn the lights out)
Put your hands up make ‘em touch
(Make it real loud)
Give me that thing that I love
(I’ll turn the lights out)
Put your hands up make ‘em touch
(Make it real loud)

A-P-P-L-A-U-S-E
(Make it real loud)
Put your hands up make ‘em touch
A-P-P-L-A-U-S-E
(Make it real loud)
Put your hands up make ‘em touch

I’ve overheard your theory
“Nostalgia’s for geeks! ”
I guess sir, if you say so
Some of us just like to read

One second I’m a Koons then
Suddenly the Koons is me
Pop culture was in art
Now art’s in pop culture, in me!

I live for the applause, applause, applause
I live for the applause-plause
Live for the applause-plause
Live for the way that you cheer and scream for me
The applause, applause, applause

Give me that thing that I love
(I’ll turn the lights out)
Put your hands up make ‘em touch
(Make it real loud)
Give me that thing that I love
(I’ll turn the lights out)
Put your hands up make ‘em touch
(Make it real loud)

A-P-P-L-A-U-S-E
(Make it real loud)
Put your hands up make ‘em touch
A-P-P-L-A-U-S-E
(Make it real loud)
Put your hands up make ‘em touch

Touch, touch
Touch, touch now

I live for the applause, applause, applause
I live for the applause-plause
Live for the applause-plause
Live for the way that you cheer and scream for me
The applause, applause, applause

Give me that thing that I love
(I’ll turn the lights out)
Put your hands up make ‘em touch
(Make it real loud)
Give me that thing that I love
(I’ll turn the lights out)
Put your hands up make ‘em touch
(Make it real loud)

A-P-P-L-A-U-S-E
(Make it real loud)
Put your hands up make ‘em touch
A-P-P-L-A-U-S-E
(Make it real loud)
Put your hands up make ‘em touch, touch
A-R-T-P-O-P

Link: http://www.vagalume.com.br/lady-gaga/applause.html#ixzz2kLbKc6nE

We clawed, we chained, our hearts in vain

We jumped, never asking why

We kissed, I fell under your spell

A love no one could deny

 

Don’t you ever say I just walked away

I will always want you

I can’t live a lie, running for my life

I will always want you

 

I came in like a wrecking ball

I never hit so hard in love

All I wanted was to break your walls

All you ever did was break me

Yeah you, you wreck me

 

I put you high up in the sky

And now, you’re not coming down

It slowly turned, you let me burn

And now, we’re ashes on the ground

 

Don’t you ever say I just walked away

I will always want you

I can’t live a lie, running for my life

I will always want you

 

I came in like a wrecking ball

I never hit so hard in love

All I wanted was to break your walls

All you ever did was break me

I came in like a wrecking ball

Yeah, I just closed my eyes and swung

Left me crouching in a blaze and fall

All you ever did was break me

Yeah you, you wreck me

 

I never meant to start a war

I just wanted you to let me in

And instead of using force

I guess I should’ve let you in

I never meant to start a war

I just wanted you to let me in

I guess I should’ve let you win

 

Don’t you ever say I just walked away

I will always want you

 

I came in like a wrecking ball

I never hit so hard in love

All I wanted was to break your walls

All you ever did was break me

I came in like a wrecking ball

Yeah, I just closed my eyes and swung

Left me crouching in a blaze and fall

All you ever did was break me

Yeah you, you wreck me

Yeah you, you wreck me

Link: http://www.vagalume.com.br/miley-cyrus/wrecking-ball-traducao.html#ixzz2kLcpwJL8

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