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Variadas


Fui à mostra “O triunfo da cor” no Centro Cultural Banco do Brasil hoje, finalmente! Depois (sempre deixo pra depois, eu sei :P, e muitas vezes não funciona *rs*) escrevo mais detalhes, mas só digo uma coisa: meu andar favorito não foi o que tem Van Gogh, Cézanne nem Gauguin. Foi o terceiro andar, maravilhoso!!!! Vão lá ver, fica até 7 de julho e é muito bonita! E pode tirar foto sem flash com celular 🙂 Um dos meus quadros favoritos lá:

E este outro, Naufrage:

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Outro dia *alguém* me perguntou a respeito das festas juninas – essa pessoa achava que todo mundo faz festa aleatoriamente em junho apenas pra pular fogueira, soltar fogos, bater papo, comer e beber coisas gostosas e engordativas (o que não deixa de ser verdade também! hahahahhaha), e não sabia que neste mês há dias comemorativos de pelo menos 4 santos – a saber, São João, Santo Antônio, São Pedro e São Paulo. Se você se inclui no time dos que não sabiam que se tratava desses santos, favor ler esses links da Wiki! 😛

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Ainda preciso escrever sobre o filme Truman, que o gato “adorou” *rs* Assistimos durante o feriado (Páscoa? Não lembro…) quando estávamos em Santos. Finalmente um filme bom!!!

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Semana passada ensinei alguns palavrões básicos em Inglês durante a aula, por considerar que é essencial saber quando ou se você está sendo xingado numa língua que você não conhece direito…e, sobretudo, para que se possa responder à altura 😛 Tiraram foto da minha lousa, afff…espero que não dê processo depois!!! Todos maiores de idade na sala, claro!

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…e por falar em maior de idade: descobri que a avó de um dos meus alunos tem 61 anos de idade. Minha mãe tem 63! Ele me disse que a mãe o teve aos 18 anos de idade – portanto, ela hoje tem 42 anos de idade. Ou seja, sou velha o suficiente para ter um filho cavalão de 17 anos de idade, que estaria prestando vestibular agora!!! Credo! Pior que isso: tenho aluno que nasceu em 2001. Nesses momentos eu realmente me sinto velha. Coroca. Afinal, me lembro nitidamente de tudo o que aconteceu em 2001 – estava no terceiro ano da faculdade, já dava aulas de Inglês…afff!!!

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Ultimamente (= nos últimos anos) tenho a mania de ler vários livros concomitantemente. Alguns às vezes ficam pra trás. Outros são lidos até o final. Atualmente, estou lendo ao mesmo tempo mais livros do que o normal. Vejamos…

The ocean at the end of the lane – Neil Gaiman – Comecei a ler ontem, durante a prova dos alunos! Estou na página 20 (letrinha pequeeeenaaa, arre!), mas já deu pra ver que vou ler rapidinho, e que é ótimo!

The Snow Queen and other winter stories – vários autores – comecei a ler em novembro do ano passado! Não levem a mal, as histórias são maravilhosas – tem coisas do Hans Christian Andersen (a história que dá título ao livro está aqui neste post), do Oscar Wilde, dos irmãos Grimm, tem histórias folclóricas anônimas, enfim…tem de tudo. Quis ler quando estava no verão, porque o calor era insuportável e, quando a narrativa é boa, ela tem o poder de me transmitir qualquer sensação térmica, independente do ambiente em que eu esteja. Por isso, leio coisas sobre o inverno no verão, e coisas sobre o calor no inverno 🙂 Quando faço o oposto, quase morro! *rs* Agora, vejam só, cá estamos no verão e ainda estou lendo. Ficou parado muito tempo, enquanto eu cuidava da Lilith…e me trazia memórias dela, por isso não quis mais pegar. Mas vou retomar agora. Estou na página 319, e não tem problema ler ao mesmo tempo que outros livros, pois são contos independentes (via de regra curtos…).

The Magicians – Lev Grossman – Comprei aleatoriamente meses atrás, baseando minha decisão na orelha! Nunca ouvi falar no autor ou no título.

Na capa estava escrito “Estreia em breve no Sy-Fy” (canal de televisão), mas procurei no canal e não achei nada. Esta semana, finalmente estreou a série na TV. Só vi os primeiros minutos, não deu tempo de assistir. Aí, resolvi tirar o livro da estante e começar a ler para comparar esses primeiros minutos da série com o livro. Claro que o livro é melhor, dã! 😛 Então vou ler (estou na página 63, comecei há dois dias. Vai ser rapidinho também), apesar de ser parte de uma trilogia, e eu não ter os outros 2 livros…ODEIO quando termino um livro e não tenho o restante para prosseguir!

(é o caso do livro Queen of the Tearling, que li ano passado e tô até agora esperando achar a continuação numa loja qualquer, mas pelo jeito vou ter que recorrer à internet…disseram também que os direitos autorais foram vendidos para o cinema, e que a Emma Watson faria o papel principal, mas até agora, não ouvi mais nada!)

(também preciso achar a continuação dos livros da Elle Casey! Sei que ela lançou pelo menos um que ainda não li, e deve lançar mais uns 2 ou 3…)

Best ghost stories – vários autores, excelente! Tem conto do Charles Dickens, do Sir Walter Scott, do Robert-Louis Stevenson, do Rudyard Kipling…espetacular! Alguns dão medinho, heheheh 🙂 Estou na página 171, e tampouco tem problema de ler junto com outras coisas porque, como a Snow Queen, é uma coletânea de contos, e quero mais é que dure bastante mesmo! 😀

– Mario de Sá Carneiro – Obra completa (volume único). – tem de tudo aqui! Poesia, prosa, correspondência, teatro. Estou na página 86, na parte de poesia. Bem sombrias, melancólicas e-ou nostálgicas. Estilo crise existencial, sabe? Me lembra Fernando Pessoa (ele mesmo e um de seus heterônimos hehehehe).

A quinta onda – Rick Yancey – Também parte de uma trilogia, mas consegui comprar as sequências (o terceiro comprei em Inglês por não achar em Português – o gato vai ter que se virar pra ler, tadinho!). Estou na página 30.

O gigante enterrado – Kazuo Ishiguro. Sou fã desse hómi! Ele é um autêntico japa-britânico *rs* Virei fã desde que li The remains of the day, e depois comecei a ler Never let me go (pois é, outro inacabado…). Comprei em português mesmo, porque não achei em Inglês. Depois até achei o original, mas tava caro! Tô na página 43, ainda boiando…ele não nos localiza direito nem no tempo, nem no espaço. E tem um lance estranho de perda coletiva de memória rolando! Vamos ver no que vai dar…tem uma resenha dele aqui, que fala que a história se passa na época Xis, mas só se der pra concluir mais tarde na narrativa, porque até onde li, não dá pra saber.

PS – esqueci de falar! Ano passado, li um livrinho do Tolkien pro qual eu não dava nada, Smith of Wooton Major. MUITO legal!!!!! Recomendadíssimo, para fãs e não-fãs do Tolkien! Mas é lógico que quem gosta de faerie vai curtir mais 😉

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Final de semestre, teatro e outro livro


Alternando entre últimas aulas, revisões, provas e correção de provas. Fim inclusive do curso de R2 da São José – agora tem que entregar o relatório de estágio e das atividades complementares.

Falando nisso, ontem fomos (eu, o gato e a sogra) ver nosso amigo no teatro Ágora, na peça Tchekhovianas I (o bom é que vai ter uma II e uma III, êêêê!!!!). Por conta do doutorado e da minha mudança, foi a primeira peça que vi em anos (também quero ver a da Cia. do Latão! e a outra que está em cartaz no Ágora, O Grande Inquisidor), estava com muita saudade do teatro!

Chegamos lá (fica na Rua Rui Barbosa, 672) bem antes do início – mais ou menos 40 minutos -, pois não sabíamos com quanta antecedência deveríamos comprar os ingressos…aí ficamos admirando o jardinzinho interno que tem ali ao lado do saguão onde todos esperam o início dos espetáculos. Tinha 2 cachorros super simpáticos nos fazendo companhia, mas não descobrimos o nome deles *rs* Muito fofos!

Deu o horário, e nos chamaram para entrar. Sala pequena, escura, e um ator no mini-palco (nosso amigo, justamente). Já estava frio, mas a narração e a sonoplastia ampliaram consideravelmente nossa sensação térmica! *rs* Acabada esta primeira narração (como já devem ter percebido pelo nome, a peça tem por base contos do russo A. Tchekov 😉 ), a parede ao fundo se abre e revela outra cena – outros personagens, outra história, mesmo frio *rs*. Ao final dela, os espectadores são convidados a se mover para outra sala, e depois para outra ainda. Muito interessante! Todos os atores maravilhosos. Todos os contos idem (quem leu, sabe! Quem não leu, vá ao teatro! Quem não puder ir ao teatro, leia!).

E, claro, por trás de tudo tem o trabalho do diretor – no caso, um dos fundadores do Agora, Celso Frateschi (se nunca ouviram falar dele, ouçam :P). A peça fica em cartaz até 03 de julho. Corram!!!! Meros R$ 30 o ingresso inteiro (15 a meia-entrada! Mais barato que uma porcaria de refeição no McDonald’s!). Abaixo o texto oficial acerca da peça:

Em cartaz até 03 de julho.

O Núcleo de Pesquisa de Interpretação do Ágora teatro apresenta um projeto que busca investigar formas contemporâneas de se construir a cena e o trabalho do ator, partindo do estudo e criação de artistas interessados em pesquisar o teatro de característica narrativa. Neste primeiro momento, foram selecionados para o aprofundamento de pesquisa alguns contos de Anton Tchekhov que se relacionam em muitos aspectos da dramaturgia contemporânea.

Com direção de Celso Frateschi, o espetáculo “Tchekhovianas I” é a primeira edição de três apresentações diferentes que depois culminarão num espetáculo único, e apresenta quatro contos encenados isoladamente em diferentes espaços do teatro Ágora, onde o público será guiado em uma espécie de espetáculo itinerante. O conto “Uma Noite Terrível” se passa em uma sessão de espiritismo onde um homem recebe uma revelação assustadora. Em “Aniuta”, uma moça presta serviços aos estudantes em troca de moradia em uma pensão modesta. O conto “Do Diário de um Auxiliar de Guarda-Livros” revela registros do diário pessoal de um aspirante a Guarda Livros. E em “A Corista”, uma cantora recebe em sua casa a visita de uma mulher distinta e misteriosa.

Os quatro contos são o ponto de partida da primeira edição desse processo de caráter continuado.

Ficha técnica
Direção: Celso Frateschi
Cenários e Figurinos: Sylvia Moreira
Trilha Sonora: Daniel Maia
Desenho de Luz: Osvaldo Gazotti
Assistente de Cenários e Figurinos: Sofia Fidalgo
Assessoria de Imprensa: Daiane Nicoletti
Fotos: Gisela Schlögel

Atores do Núcleo de Pesquisa de Interpretação do Ágora:
Fernanda Cunha | Inês Soares Martins | Maria Cristina Vilaça | Olival Nóboa Leme | Rodrigo Melgaço | Roger Marinho Martin | Scylla Miziara

Espetáculo: Tchekhovianas I
Quando: De 11 de junho a 3 de julho
Sessões: sábados e domingos, às 17h
Classificação: 12 anos
Duração: 60 minutos
Quanto: R$30,00 (inteira) R$15,00 (meia)
Pontos de venda: Na bilheteria do teatro 01 hora antes do espetáculo
Capacidade: 20 pessoas por sessão
Onde: Ágora Teatro – Rua Rui Barbosa, 672 – Bela Vista
(11) 3284 0290 | agora@agorateatro.com.br | facebook.com/agoraCDT

 

Aí voltamos pra casa e comecei a ler Exorcismo, de Thomas B. Allen. Terminei hoje. É a história real por trás do filme O exorcista (aquele com a Linda Blair, da menina vomitando verde e girando a cabeça 360 graus), que causou pesadelo em muitas crianças *rs* Claro que não tem o apelo nem o sensacionalismo do filme, nem do livro do Blatty, mas é muito mais legal, justamente por relatar testemunhos de quem estava lá. Não se tratava de uma menina, e sim um menino (cujo nome real não é revelado, mas tratado pelo nome fictício Robert Mannheim), e o fato aconteceu em 1949. Tem inclusive, ao final do livro, as páginas do diário de um dos padres. Infelizmente, a tradução não foi das melhores, dá pra perceber erros básicos, mas mesmo assim é uma leitura bem interessante – tanto para quem acredita nesse tipo de fenômeno, como para quem se interessa por psicologia.

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Fornecedores casamento


Já se passaram alguns meses desde o casamento, então antes que me esqueça, eis os fornecedores de uma festa que todo mundo elogiou muito, e que até o noivo, relutante com os gastos, aprovou! 😉

(leia aqui dicas do Procon para não cair em ciladas quando estiver preparando seu casamento!)

Quem vai casar ou já casou, ainda mais com cerimônia religiosa e jantar em buffet, sabe que tem muito detalhe para organizar, preços a combinar e negociar, é tudo corrido e estressante. Chegamos a estes fornecedores depois de muita, MUITA pesquisa, e depois de testar, ver, comer várias coisas…os preços de tudo estavam e continuam o olho da cara, mas ao mesmo tempo não quisemos abrir mão da qualidade. Acho que em termos de custo-benefício estes fornecedores continuam sendo campeões! Não me arrependo de nenhum dos serviços contratados, muito pelo contrário, saiu melhor que a encomenda 🙂 por isso os indico a seguir:

fotografia: LuPa Fotografia

O Luiz Paulo é meu irmão, mas não é por isso que o recomendo…as fotos dele de fato ficam muito muito MUITO boas!!!)

doces: Rivaldo Nascimento (Grand Douce Finale) – site e Facebook

Doces espetaculares, deliciosos, esteticamente lindíssimos e baratos com relação a outros de qualidade muuuuuito inferior que vi por aí!!! Detalhe: ao invés de ter que me deslocar para poder experimentar os doces, o Rivaldo os trouxe na minha casa! E não trouxe apenas um ou dois docinhos não…era uma CAIXA repleta de doces, um melhor do que o outro!!! A família inteira participou da degustação, ficamos em dúvida sobre quais escolher, queríamos todos…

Atenção: muitas vezes o próprio buffet disponibiliza docinhos; porém, é importante levar em conta o número de doces. O ideal é que sejam aproximadamente de 7 a 10 docinhos por convidado. No meu caso, os docinhos do buffet eram muito gostosos, mas eram apenas 3 docinhos por convidado…achei pouco demais, ainda mais considerando que os membros das nossas famílias são formigões! *rs* E dito e feito: o pessoal começou a comer docinhos ainda no coquetel inicial…beeeem antes do jantar…).

bem-casados: Emília

Doces sem serem enjoados, fresquinhos, macios, molhadinhos…deliciosos. Todo mundo fala dos bem-casados da Conceição. Pois é: experimentei ambos, e os da Emília são EXATAMENTE iguais aos da Conceição, com a vantagem de serem mais baratos 😉  Depois, pesquisando a respeito, descobri que a Conceição aprendeu a fazer bem-casados com a Dona Emília, elas eram da mesma família! *rs*

cabelo, maquiagem e dia da noiva: Tiemi Cabelereiros

O salão pertence a uma família oriental. A Tiemi é filha da dona, e fez minha maquiagem. O Frank faz meu cabelo desde que eu tinha 14 anos de idade. Não teve um convidado que não tenha elogiado o trabalho deles…eles fazem exatamente o que você quiser (maquiagem forte ou fraca, cabelo assim ou assado, enfeite de cabelo assim ou assado…), e ainda dão mais sugestões! Tem teste de cabelo e maquiagem umas duas semanas antes, claro!

Quanto a mim: fiz as unhas no dia anterior, para economizar tempo. Só retoquei a unha da mão no dia do casamento. Cheguei ao salão após o almoço, comecei com uma massagem de uma hora, depois fui para uma banheira cheia de espuma…super chato 😉 Tinha um quarto bem grande à minha disposição, com sofás, cadeiras e mesas…e meu próprio banheiro. E ainda por cima teve chá da tarde!!! E o melhor: sem ninguém por perto. Pedi privacidade total, não queria nem fotógrafo enchendo os pacovás. Pra quê tirar foto da noiva de roupão, gente???? Claro, existia a possibilidade de levar todas as madrinhas, mãe, todo o circo, enfim…tem gente que começa a festa de casamento já no salão de cabelereiro *rs* Não foi o meu caso.

Ah, tem também pacotes mais completos, que incluem almoço, depilação de pernas, virilha, design de sobrancelha e afins…eu peguei o pacote mais simples por não querer nada disso.

convites: site Marisa convites e Facebook

Entregou os convites e reservas de mesa e cardápios tudo bonitinho, como combinado, num modelo lindo e clássico com laço Chanel, papel perolado listradinho, letras em relevo e iniciais dos noivos. Tudo fofo, e no prazo. Teve alguns que vieram com defeito, então pedimos para refazer, mas nada estressante.

vídeo: Estúdio Tecno Arte e Facebook

lembranças dos pais e padrinhos: Nazareth Bittencourt e Facebook

lembranças dos convidados e topo do bolo: Mar Noivas

Lembranças entregues nos conformes, e no prazo. Parece simples mas, acredite, você não quer comprar algo e perceber bem em cima da hora que não era bem aquilo….e você certamente não quer ficar estressado por não receber as coisas no dia combinado. É básico, mas tem quem não cumpra…

assessoria: Festejai

Eu achei a maior frescura quando me disseram que o ideal seria ter uma assessora de casamento. Como assim?!? Ela seria uma espécie de babá??? Pra quê isso, gente, pra torrar mais dinheiro??? Mas, acredite, você VAI querer contratar uma assessoria, sobretudo nos momentos mais cruciais e estressantes. É ela que vai verificar se tudo será entregue nos dias e horários certos, entrar em contato com todos os fornecedores, te lembrar disso e daquilo (inclusive de contratar gerador, algo que não é óbvio mas essencial!), ver se tudo está caminhando corretamente (inclusive no dia da cerimônia), enfim…todos os abacaxis, pepinos e demais elementos do reino vegetal 😛 serão descascados pela assessoria, e você vai ficar tranquila ao perceber que o trabalho está sendo muito bem feito, se for uma profissional como a Katia 🙂 A equipe dela é super gentil também, adorei!!!

flores e decoração: Sumirê

coral e orquestra: Gênesis

vestido: Center noivas

calçados: Regina Rios e Constance

site contendo todas as informações pertinentes sobre o casamento e lista de presentes: Icasei

o bolo (tanto o fake quanto o de verdade), as bebidas, o DJ, a comida e o local eram do buffet, e infelizmente não posso indicá-los porque apesar do trabalho excelente que fizeram, e faziam havia mais de 30 anos, aparentemente um dos sócios deu o golpe em vários casais aproximadamente um mês após nosso casamento….:(

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Por que a imagem da vagina provoca horror?


Diante da origem do mundo, ela deu um grito

ELIANE BRUM

Muitos anos atrás, não sei precisar quantos, deparei-me com o quadro A origem do mundo (L’Origine du Monde, 1866) e me encantei. Nele, o francês Gustave Courbet pinta uma vagina. Cheguei a ela desavisada e fui tomada por uma sensação profunda de beleza. Forte o suficiente para sonhar, deste então, com a compra de uma reprodução, um plano sempre adiado. Quando passei a trabalhar em casa, há dois anos, desejei ainda mais ter o quadro na parede do meu escritório, onde reúno tudo aquilo que me apaixona em um pequeno universo perfeito e só meu. No último aniversário, em maio, meu marido me deu a reprodução de presente. Só na semana passada, porém, o quadro chegou da vidraçaria onde fez escala para receber moldura. Então, algo inusitado aconteceu.

Ouvi um grito:

– É o fim do mundo!

Eu estava no quarto e saí correndo, alarmada, para ver o que tinha acontecido. Encontrei Emilia, a mulher que limpa nossa casa uma vez por semana, com o rosto tomado por um vermelho sanguíneo, diante de A origem do mundo, que, ainda sem lugar na parede, jazia encostado em um armário.

– É o fim do mundo! – gritava ela, descontrolada. – Nunca pensei ver algo assim na minha vida! Eliane, que coisa horrível!

Meio atordoada, eu repetia: “Não é o fim do mundo, é o começo!”. E depois, sem saber mais o que fazer para acalmá-la, me saí com essa estupidez: “É arte!”. Como se, por ser “arte”, ela tivesse de ter uma reação mais controlada, quando é exatamente o oposto que se espera. Beirando o desespero diante do desespero dela que eu não conseguia aplacar, apelei: “Mas, Emilia, metade da humanidade tem vagina – e a humanidade inteira saiu de uma vagina! Por que você acha feio?”.

O fato é que, para Emilia, era o fim do mundo – e não o começo. Tentei fazer piada, mas percebi que a perturbação não viraria graça. A questão para ela era séria – e ela só não pedia demissão porque trabalha há 12 anos comigo e temos um vínculo forte. Naquele dia, Emilia despediu-se incomodada e passei a temer que talvez ela não suporte olhar para o quadro a cada quinta-feira.

Por que Emilia, uma mulher adulta, que me conta histórias escabrosas da vida real, se horrorizou com a visão de uma vagina? Por que eu me encantei com a visão de uma vagina? Quando vivo uma experiência de transcendência, em geral eu não quero saber sobre a história da pintura que a produziu, porque temo perder aquilo que é só meu, a sensação única, pessoal e íntima que tive com aquela obra. É uma escolha possivelmente besta, mas faz sentido para mim. Por isso, eu quase nada sabia sobre “A origem do mundo”, para além do fato de que eu a adorava. Só no ano passado, ao ler um pequeno livro sobre um dos grandes nomes da história da psicanálise, o francês Jacques Lacan, soube que ele foi o último dono da pintura. Nos anos 90, sua família doou o quadro para o Museu D’Orsay, em Paris, onde está desde então.

Graças ao estranhamento de Emilia, transtornada que foi pela experiência artística quando se preparava para passar o pano no chão, fui levada a um percurso inesperado. Descobri que A origem do mundo causa escândalo desde que foi pintada. E agora quem está horrorizada sou eu, mas pela ausência de horror em mim diante do quadro. Por quê? Por que eu não sinto horror? O que há de errado comigo que não sinto horror?, cheguei a me perguntar. De repente, nossas posições, a minha e a de Emilia diante do quadro, inverteram-se. Eu, que não compreendia o horror dela, passei a suspeitar do meu não horror.

Eis uma breve trajetória da obra. A origem do mundo foi encomendada a Courbet, um pintor do realismo, por um diplomata turco chamado Khalil-Bey. Colecionador de imagens eróticas, ele pediu um nu feminino retratado de forma crua. E Courbet lhe entregou um par de coxas abertas, de onde despontava uma vagina após o ato sexual. A obra teria sido instalada no luxuoso banheiro do milionário, atrás de uma cortina que só se abria para revelar o proibido para uns poucos escolhidos. Khalil-Bey teria perdido a pintura em uma dívida de jogo, momento em que a tela passa a viver uma série de peripécias.

O quadro teve vários donos e, ao que parece, todos o escondiam atrás de uma cortina ou de uma outra pintura. Na II Guerra Mundial, algumas versões afirmam que chegou a ser confiscado pelos nazistas do aristocrata húngaro ao qual pertencia. Em seguida, passou uma temporada nas mãos do Exército Vermelho. Até que, após uma acidentada jornada, em 1954 foi comprado por Lacan e instalado na sua famosa casa de campo.

Até mesmo Lacan, um personagem pródigo em excentricidades e sempre disposto a chocar as suscetibilidades alheias, ocultava o quadro com uma outra pintura, encomendada ao pintor surrealista André Masson com esse objetivo. Como uma porta de correr, esse “véu” retratava uma vagina tão abstrata que só um olhar atento a adivinhava. Apenas visitantes especiais ganhavam o direito de desvelar e acessar a vagina “real”. Segundo Elisabeth Roudinesco, a biógrafa mais notória de Lacan, o psicanalista gostava de surpreender os amigos deslocando o painel. Anunciava então “A origem do mundo”, com a seguinte declaração: “O falo está dentro do quadro”. Boa parte dos intelectuais apresentados à tela ficava, como Emilia, bastante incomodada.

Por quê?

Que há algo perturbador no órgão sexual feminino não há dúvida. Até nomeá-lo é um problema. Vagina, como tenho usado aqui, parece excessivamente médico-científico. É como pegar a língua com luvas cirúrgicas. Boceta ou xoxota ou afins soa vulgar e, conforme o interlocutor, pejorativo. É a língua lambuzada pelo desejo sexual – e, por consequência, também pela repressão. Não há distanciamento, muito menos neutralidade possível nessa nomeação. É uma zona cinzenta, entregue a turbulências, e a palavra torna-se ainda mais insuficiente para nomear o que Courbet chamou de “A origem do mundo”. Para Lacan, “o sexo da mulher é impossível de representar, dizer e nomear” – uma das razões pelas quais teria comprado o quadro.

Em busca de respostas para o horror de Emilia, que, por oposição, revela o meu não horror, naveguei por algumas interpretações do quadro – e da perturbação gerada por ele. Jorge Coli, historiador, crítico de arte e autor de um livro sobre Courbet para a editora francesa Hazon, assim comentou sobre A origem do Mundo, em um artigo publicado em 2007: “Parece-me a radicalização do processo de transformar a mulher em um objeto orgânico, pois ele esconde a cabeça (pensante) e os braços e pernas (elementos da ação). Vemos a ponta do seio e, sobretudo, o sexo”. Coli assinala que uma das questões do século XIX era a ameaça do desejo contida no feminino. Inerte, entregue à contemplação, a mulher não ameaçaria.

Em algumas manifestações escandalizadas, o fato de Courbet ter “reduzido” a mulher a um pedaço da anatomia foi considerado uma afronta. Uma mulher sem cabeça, sem braços, sem história. A pintura chegou a ser definida pelo escritor e fotógrafo francês Maxime Du Camp como um “lixo digno de ilustrar as obras do Marquês de Sade”. Análises mais psicanalíticas explicam o horror de quem olha pela castração. Diante do espectador, entre as coxas abertas da mulher se revelaria a ferida aberta, a falta, a impossibilidade de ser completo. As mulheres se horrorizariam pela constatação da castração, os homens pelo temor a ela. Se alguns olhares produzem pistas, outros reforçam apenas o incômodo que a obra produzia.

O efeito do quadro já foi tentado em fotografias de mulheres, em geral prostitutas, colocadas na mesma posição, mas o resultado revelou-se diverso. Ao transpor para a fotografia, não é mais a imagem de Courbet, mas outra. Até que, em 1989, uma artista francesa, Orlan, fez algo marcante – e com grande potencial para gerar polêmica – a partir da obra original. Ela reproduziu a pintura trocando a vagina por um pênis – ou a boceta por um caralho. E chamou-a de A origem da guerra. Olhar para essa imagem causa um estranhamento, especialmente porque a posição, deitada de costas, é muito mais íntima da mulher do que do homem. O pênis, no caso, se oferece ereto ao olhar, mas a partir de um corpo na horizontal, entregue.

É instigante, desde que a provocação não seja reduzida a um feminismo indigente, banalizado pela crença pueril do “a mulher gera a vida, o homem a morte”. A intenção de Orlan, segundo Roudinesco, era bem mais refinada. Ela “pretendia desmascarar o que a pintura dissimulava, realizando uma fusão da ‘coisa’ irrepresentável com seu fetiche negado”. Reivindicava então a “imprecisão do gênero e da identidade” que marca o nosso tempo, anunciando, por sua vez: “Sou um homem e uma mulher”.

O que se pode afirmar é que Courbet revelou o que está sempre coberto, oculto, escondido. No Carnaval brasileiro, por exemplo, como lembra a psicanalista Maria Cristina Poli em um artigointeressante sobre o feminino, tudo é exposto – e até superexposto – do corpo da mulher, menos a vagina. Mas a força do quadro não está só no “mostrar”. Há algo de incapturável e único na forma como Courbet mostrou o “imostrável”, já que a transposição da imagem para a fotografia não causa o mesmo efeito. E o que é?

Não sei.

A vagina pintada por Courbet é peluda como não vemos mais nos dias de hoje. A depilação quase total do sexo feminino tornou-se um popular produto de exportação do Brasil. Tanto que virou um dos significados da palavra “Brazilian” no renomado Dicionário Oxford: “Estilo de depilação no qual quase todos os pelos pubianos da mulher são retirados, permanecendo apenas uma pequena faixa central”. Pelo visto, a partir dos trópicos supostamente liberados e sexualizados, a vagina depilada virou um clássico contemporâneo.

Este é um ponto interessante. Ao primeiro olhar, a extração dos pelos serviria para revelar mais a vagina, mas me parece que este é mais um daqueles casos, bem pródigos na nossa época, em que se mostra para ocultar – a superexposição que ofusca e cega. A vagina sem pelos é uma vagina flagelada – e arrancar os pelos com cera é mesmo um flagelo. É também uma vagina infantilizada pela força. E é ainda uma vagina esterilizada, já que vale a pena lembrar que no passado recente essa depilação agressiva só acontecia nos hospitais para, supostamente, facilitar o parto. “Se não depilo totalmente, me sinto suja”, disse-me uma amiga. Suja?

Em janeiro de 2000, a atriz Vera Fischer exibiu sua vagina peluda em um ensaio fotográfico da revista Playboy. Causou furor. Falou-se na “Mata Atlântica”, na “Amazônia”, na “selva” onde sempre é perigoso penetrar. Havia algo de poderoso e incontrolável na vagina em estado “natural” de Vera Fischer, e a polêmica se fez. Era uma mulher não domesticada ali. Uma mulher adulta.

Não me parece – e nunca saberemos se tenho razão – que, se Courbet tivesse pintado uma vagina careca, ela teria causado tanto o horror de Emilia quanto o êxtase em mim. A vagina pintada por Courbet é uma vagina que revela. Mas o quê?

Não sei. A maravilha da arte é que ela nos transtorna sem a menor intenção de nos dar respostas – muito menos caminhos a seguir. A arte é sempre labiríntica. Não há sentimentos “certos” ou “errados” diante da expressão artística, há sentimentos apenas. Movimentos. Que nos levam por aí, aqui. É em respeito a essa ideia que decidi não colocar nenhuma imagem do quadro aqui, nem mesmo um link – ou um atalho – para a imagem na internet. A busca da origem do mundo é pessoal e intransferível. Assim como a decisão de buscá-la.

A obra de Courbet sempre foi oculta por uma outra pintura. Ou cortina. Exceto agora, que a exibição no museu deu a ela uma espécie de salvo-conduto, por ser ali “o lugar certo”. De algum modo, até então, a vagina mais famosa da História da Arte fora coberta por um véu – além do véu representado pela própria pintura.

Decidi não cobrir minha reprodução de A origem do mundo com uma burca. Vamos ver o que acontece.

http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/eliane-brum/noticia/2012/06/por-que-imagem-da-vagina-provoca-horror.html

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An almost full-circle rainbow, seen at the Zambian side of the Victoria Falls
Image credit: Nicole Cambre / Rex Features

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Irlanda
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Hungria
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South Ari Atoll, Maldives.
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Velella
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Eilean Donan Castle, Scotland.
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Beautiful Rainbow cloud over the Himalayas
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The William Ricketts Sanctuary, Australia.
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The Wizard’s Hat of Bandon, Oregon
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Glass Floor Ocean Cottage, The Maldives.
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Amazingly beautiful lavender fields in Provence, France.
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Corkscrew Falls, Hocking Hills, Ohio.
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Natural Pool-Skradinski Buk-With Natural Waterfall,Krka National Park,Croatia.
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Tree House Staircase, Ostego Lake, New York.
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Centenary Wisteria in bloom in California. Its length is more than 150 meters, and the occupied area – 4000 square meters. meters. Weight exceeding 200 tons.
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Thermal baths inside a cave – Miskolc Tapolca, Hungary.
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Pleneau Bay Iceberg, Antarctica.
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Forest Path, Warsaw, Poland.
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9th century Monastery of Tatev in southeastern Armenia.
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Natural mineral hot spring pools Pammukale, Turkey.
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Mount Roraima, Venezuela – One of the oldest geological formations on Earth
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Kaya Mawa Resort, Lake Malawi, Africa!
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Wisteria sinensis in full bloom, Weinheim, Germany!
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Anhumas Abyss where the sun rays touch the bottom of the ocean.
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A spectacular view of the Milky Way, in Canterbury, New Zealand.
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Canada Lynx: The Ghost Cat of the North
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Chile, lightning flashes around the ash plume of the Puyehue-Cordon Caulle volcano chain near Entrelagos.
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Cephalonia Island, Melissani Cave – Greece.
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Le Moana Resort, Bora Bora island.
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Purple tulips, Hyde Park, London, England.
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Neapolitan Mastiff named Hercules, is the biggest dog in the world.
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Daigo Temple in Autumn ~ Kyoto, Japan.
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Dinning on water at Tahiti Islands.
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Kayaking Glacier Bay, Alaska.
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Glacial Waterfall, Svalbard Islands, Norway.
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Forest Portal, The Magic Woods, Brocéliande
via greyusper tumblr.
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Bamboo Forest, Kyoto, Japan.
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Green of Summer, Chamarande,France.
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Cherry tree pond in Sakura, Japan.
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Natural pool in Thassos, Giola Lagoon, Greece.
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The Crimson Forest in Gryfino, Poland.
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Poland has a forest full of bent pine trees (Crooked Forest).
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Fascinating evening view of the Butchart Gardens located in Brentwood Bay, British Columbia, Canada.
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Mount Fuji, Japan.
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Old Mill, Black Forest, Germany.
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Tidal Basin in Washington DC, USA.
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Illuminated Sand Castle, Noosa, Australia.
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Where the Caribbean meets the Atlantic in Eleuthera, Bahamas.
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Portaledges (hanging tents) at High Ropes Forest, Germany.
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A fairytale tunnel in England – Time tunnel. There’s another

  • one like this in Stoke climsland Cornwall at a place called Rowden lane.
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    Tiny Real-Life Dragon Photographed in Indonesia!!No, this is not a photoshop trick. A Reddit user by the name of Biophilia_curiosus captured this insanely cool species of gliding lizard in Buton, Indonesia.According to Wikipedia, it’s called Draco volans, or the Flying Dragon. They are native to the southwest tropical forests of Asia and India, including Borneo and the Philippine Islands.In order to move from one place to another, Flying Dragons will spread the skin flaps along their abdomens and glide out of trees or from other high areas. When the Flying Dragon is about to take off, it will point its head toward the ground. Interestingly, they never glide when it is raining or when it is windy.
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    Ik Kil, Yucatán, Mexico.
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    Castle Vischering, Germany.
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    Volcano, Iceland
    Photograph by Sigurdur Hrafn Stefnisson (National Geography Mag).
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    The Cliffs of Moher are located at the southwestern edge of the Burren region in County Clare, Ireland.
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    Northern Lights over a marsh landscape in Iceland.
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    Renting a glass igloo in Finland to sleep under the northern lights is a great attraction!
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    lava flows touching the ocean – Hawaii, United States.
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    beautiful Algarve, Portugal.
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    Ponthus Beech, Bretagne, France.
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    Bali’s Tanah Lot Sea Temple
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    Lion RockFamous all over the world monument in Lucerne, Switzerland – the dying lion.
    It was carved into the rock in memory of the Swiss who heroically died in 1792, in the battle of Paris. The American writer Mark Twain called the sculpture a sad and touching images of stone.
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    Ice Architecture, China’s annual ice festival.
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    Malta, where the water is so amazingly clear that it looks like the boat is hovering.
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    Hidden Beach
    Marieta Islands, Puerto Vallarta, Mexico
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    Forest house, Norway.
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    Phugtal Gompa in south-eastern Zanskar, Ladakh, India.
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    Magic Winter in old Montreal, Canada.
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    Meditating monks at Pongour Falls, the largest waterfall in Dalat, Vietnam.
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    Chile, Patagonia.
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    • Dunnottar Castle, Scotland
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Procon ensinando a casar…kkkk


*Editado: Publiquei estas dicas em 2013 e as segui direitinho. Me casei em set. 2015. Felizmente, não deu problema algum no nosso casamento, e nem depois (no caso de entrega de foto-vídeo, por exemplo). ENTRETANTO, mesmo tendo seguido todas estas precauções (e outras tantas!), quando voltei da nossa lua-de-mel percebi o risco gigantesco que corremos, e a sorte que tivemos. Segundo ouvimos falar, um dos sócios do buffet (que foi responsável por quase tudo na nossa festa) deu golpe em mais de 30 casais que já estavam marcados para os próximos 3 anos…era um buffet tradicional de São Paulo, em funcionamento havia décadas, localizado num bairro acima de qualquer suspeita, sem qualquer reclamação por parte dos clientes, super bem-recomendado (inclusive EU seria a primeira a indicá-lo para quem quisesse casar, porque considerando-se a relação custo-benefício dentre os diversos buffets pesquisados pela minha família era o campeão!, e de fato, no nosso casamento saiu tudo perfeito!!!), as pessoas que lá trabalhavam nunca faltaram com respeito e pareciam todas muito profissionais, enfim…foi uma pena que isso tenha acontecido (e ainda por cima saiu em rede nacional 😛 ) . Às vezes, por conta da falta de caráter ou de escrúpulos de uma única pessoa, todo o restante da equipe e todos os clientes saem prejudicados 😦 A moral da história é: todo cuidado é pouco. Pode ser que a reputação de um local seja excelente, nunca nada tenha dado problema, todos os clientes se mostram satisfeitos, e mesmo assim alguma coisa aconteça…

Procon ensina a evitar riscos e imprevistos na contratação de serviços e dá dicas para escolher os fornecedores para a sua festa de casamento

Apesar da correria, é preciso pesquisar detalhadamente e buscar referências antes de contratar qualquer serviço para a cerimônia de casamento. Isso porque, infelizmente, existem empresas e fornecedores que não cumprem o contrato feito com os noivos.

Uma forma de evitar surpresas desagradáveis é pedir recomendações aos amigos que já contrataram esses serviços, além de recorrer ao Procon. “Antes de fechar a contratação, os noivos podem pesquisar a situação dos fornecedores no Cadastro de Empresas no site da Fundação Procon e, claro, pedir sugestões das pessoas que já utilizaram o serviço”, sugere Patrícia Álvares Dias, assessora técnica do Procon-SP.

As redes sociais também são grandes aliadas no momento da pesquisa. Segundo Patrícia, é importante que o casal visualize o perfil do fornecedor e acompanhe, diariamente, as postagens dos noivos que já utilizaram o serviço. “Estar atento nas redes sociais do Procon também é uma maneira de verificar quais são as empresas que sofreram algum tipo de reclamação”, diz a assessora.

Patrícia sugere ainda que o casal compareça a uma festa de casamento realizada pelo serviço que pretende contratar. “Os noivos podem verificar com a empresa/serviço que está contratando se há a possibilidade de fazer uma pesquisa in loco, ou seja, acompanhar o início da cerimônia de outro casal para conferir a organização do evento, o deslocamento dos alimentos, se as flores foram colhidas no mesmo dia, entre outros quesitos”, aconselha.

A escolha dos convites

Após escolher a gráfica que fará os convites para a cerimônia, é preciso que o casal peça o croqui ou o layout dos convites antes da impressão. “É possível evitar equívocos na grafia de nomes, tipos de letras e inscrições indesejáveis ou inadequadas”, orienta o Manual dos Noivos, disponível gratuitamente no site do Procon.

Caso a gráfica não cumpra com o combinado, os noivos podem sim exigir que o trabalho seja refeito. “Na entrega dos convites prontos, verifique se está tudo conforme o combinado. Em caso negativo, o consumidor tem direito à reexecução do serviço, à restituição da quantia paga, atualizada monetariamente ou ao abatimento proporcional do preço”, afirma o manual.

No salão ou buffet

Fique atento também a todos os tópicos que estiverem no contrato. É imprescindível que você explique detalhadamente a quantidade de alimentos, tipos e cores da decoração, repertório musical e demais condições do serviço. “É extremamente necessário haver um contrato em que todos os serviços sejam especificados. E cada parte envolvida deve ter uma cópia dele”, diz Patrícia.

Caso a festa apresente algum tipo de problema, você deve formalizar por escrito também. “Se algo fugir do que foi contratado, é muito importante especificar na hora da festa, por escrito, o tipo de problema ocorrido. O documento deve conter as assinaturas do responsável pela empresa e do consumidor”, orienta o manual.

Aluguel de roupas

É normal que a loja peça um cheque calção como forma de garantia do aluguel. Mas fique atento aos itens específicados e principalmente ao valor. “A exigência de cheque caução ou nota promissória como garantia de locação é admissível desde que haja informação prévia ao consumidor, o valor seja compatível com o bem locado e mediante rigorosa verificação do objeto no ato de retirada”, orienta o Procon.

No momento da devolução, certifique-se que há um documento comprovando a entrega do vestido em perfeitas condições. “Tanto no momento da retirada quanto na entrega da roupa, é imprescindível uma vistoria das peças. Para evitar problemas, o ideal é fazer um documento, assinado entre as partes, do estado em que foram entregues e as condições em que foram devolvidas”, alerta o manual.

Fotografias e vídeos

Não há nada melhor do que registrar todos os momentos da cerimônia, mas não se esqueça de pedir referências do profissional. Para evitar maiores transtornos, o Procon sugere que o casal verifique se o álbum está incluso, quantidade de páginas, resolução das fotos e quantos profissionais cobrirão o evento. No caso das filmagens, deve ficar especificado também o tempo de vídeo.

Lista de presentes dos noivos

Segundo o Procon, após a escolha da loja para fazer a lista de presentes, é necessário verificar se o frete está incluso, se há a possibilidade de trocar presentes repetidos e as datas de entrega do produto. Informe também à loja o local exato da entrega e não esqueça de deixar algum amigo ou familiar encarregado de receber os presentes.
Fique atenta a todos os detalhes, formalize todos os serviços contratos por escrito e aproveite a festa, que com certeza, será inesquecível!

Por Ana Carolina Gabriel

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Christmasy post Natalino


Some are big, some are small…others are wallpapers. Enjoy!! 🙂 See also: more Christmas images and these bjeeeautiful X-mas wallpapers 😉

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Aleatoriedades


Estou dodoi, então decidi não falar coisa com coisa *rs*

Achei essa frase cruel, mas engraçada 😉

Essa aqui sim, é engraçada, sem ofender ninguém 😛

Esta próxima foto, que compartilharam no meu mural do Facebook, é linda

só que ainda não estou no espírito natalino, e acho um absurdo as pessoas já estarem decorando suas casas para o Natal, já que falta mais de um mês…que o comércio queira se aproveitar da data, é até compreesível (se bem que condenável!), mas poxa, parece que as pessoas querem que o tempo passe mais rápido. MEU, já não está rápido o suficiente pra vocês?!? Minha vizinha já botou luzinhas em todas as janelas e tal, ha uma semana…afff…

Estou ouvindo Skyclad – e esta é a melhor música com sons de telefone que já ouvi! 😀

Voltando ao assunto fotos bonitas, olha que coisa maravilhosa:

A legenda diz assim: “Alexandre Dumas’ hideaway on the grounds of Monte Cristo Castle in Marly le Roi, France”.

Aí fui pesquisar esse lugar, e achei essas outras fotos:

Tudo bem que esta última foto está com cara de ser um desenho, ou alguma obra do Gaudí 😉 e não a casa do Dumas, mas tudo bem, gostei de todas!!! Que lugar pra escrever, hein! Bota inspiração nisso!

Agora tô ouvindo Yes – sorte de vocês que neste vídeo tem o link do disco todo (tá na ordem errada, porque o disco não começa assim…). Não é o Jon Anderson cantando mas o cara é muito bom, e as músicas lindas, como sempre:

Putz, preciso fazer uns exercícios de italiano…

Que mais? Ah é, hoje comi umas amêndoas deliciosas, depois preciso anotar o nome pra não esquecer, e também um chocolate alemão que meu pai trouxe, chamado Porta (!), é muuuuito bão, recheado que nem o Sensação. Com a diferença que o Sensação COSTUMAVA ser bom, agora é só enjoado 😛 Esse aí tem frutas do bosque, uma delícia, comi rapidinho (além de doentinha estou na TPM, não me encham :P)

Hahahahahahah acabei de receber um email do Adônis, sabia que ele ia se animar com as animações 😉 que enviei!!! Só não vou postar aqui porque este é um blog sério *rs* 😉

Acabei de lembrar de uma música véia…nem sei de onde veio isso, vixe!!!

Depois preciso assistir o Crocodilo, filme que meu professor gravou ontem pra mim. E ler o livro do Hauser. E fazer meu projeto. Enquanto isso…hoje assisti a um desses documentários viajados em que os maiores físicos da atualidade expunham seus conceitos a respeito do Big Bang. Agora eles acham que não houve Big Bang. Ou que houve, mas que havia algo antes a ele…uma teoria mais viajada que a outra, mas pior que faz sentido!!! *rs* Depois vou ver se tem o tal documentário na net, mas achei pelo menos um texto que fala sobre ele:

What happened before the big bang?

by Russell Grigg

Published: 20 May 2012

A BBC documentary with this title was aired on SBS-TV in Australia in April, 2012. In it, several cosmologists discuss ‘the unthinkable’—perhaps the big bang was not the beginning of everything after all. It seems that scientists have discovered a new law. Well, not actually new—just one that has been treated as if it didn’t exist for the last half century or so by ‘big-bangers’ such as Stephen Hawking, Roger Penrose, Paul Davies, Edwin Hubble, et al, namely the law of Cause and Effect.

The program explains that the concept of the big bang1 postulates that “everything we see in the universe today—us, trees, galaxies, zebras—emerged, in an instant, from nothing. And that’s a problem. It’s all effect and no cause.” We are then given five different explanations from five different scientists concerning what this cause may (or may not) have been.

Prof. Michio Kaku and the meaning of ‘nothing’

The big bang postulates that everything we see in the universe today emerged in an instant from nothing. And that’s a problem. It’s all effect and no cause.

Dr Michio Kaku is Professor of Theoretical Physics at City University, New York. He asks: “How can it be that everything comes from nothing?” His solution: “If you think about it a while, you begin to realise it all depends on how you define ‘nothing’!”2

We are then shown a huge NASA vacuum chamber, the largest in the world—the nearest we can get to a state of nothing, but which still has dimensions (‘nothing in 3D’), and through which light can pass. Prof. Kaku tells us: “I think there are two kinds of nothing. First there is something I call absolute nothing: no equations, no space, no time, no anything that the human mind can conceive of, just nothing. Then there is the vacuum which is nothing but the absence of matter.”

The host then comments: “Prof. Kaku’s version of nothing is the perfect vacuum where on the face of it there is only energy. But in a perfect vacuum, energy sometimes transforms itself temporarily and briefly into matter. It is one of these tiny explosions that might have been going on and ended up in the big bang.”

Prof. Kaku: “So for me the universe did not come from absolute nothing—that is a state of no equations, no empty space, no time; it came from a pre-existing state—also a state of nothing. Our universe did in fact come from an infinitesimally tiny little explosion that took place giving us the big bang, and giving us the galaxies and stars we have today.”

The host: “For Prof. Kaku, the laws of physics did not arrive with the big bang. The appearance of matter did not start with the clock of time. His interpretation of nothing tells us there was, in short, a ‘before’. If he is right, there is an opportunity for a cause to have an effect, after all.”

Prof. Andrei Linde’s ‘radical explanation’—inflation

The host continues: “The idea of the big bang was a very bold idea but it had problems. … Why is the universe as big as it is now? Who made it expand? What caused the explosion? The big bang was clearly a very special explosion. Ordinary explosions are messy. This one produced a universe that wasn’t messy at all. Our universe is, more or less, the same in every direction. It was an observation that required a radical explanation.”

According to Dr Andrei Linde, who is Professor of Physics at Stanford University: “Just after matter first appeared, rather than a messy explosion, there was instead a massive and unprecedented growth in the size of the universe. This is called Inflation. If one assumes there was a period of exponential expansion of the universe in some energetic vacuum-like state, then you can explain why the universe is so large, why the universe is so small at a very large scale, why properties of the universe in different parts are so similar to each other. All these questions can be addressed if one uses inflation.”

The host: “Inflation was a pre-existing condition that has been there, well, for ever. For Prof. Linde, the big bang wasn’t really a starting point at all; he thinks that it was simply the end of something else. The universe appeared out of what he calls eternal inflation. Our universe is not the only one. There are others, all co-existing. He has counted them. There are ten to the power 10 to the power 10 to the power 7. His ideas of a multi-verse, as odd as they seem, are now within the scientific mainstream. For many cosmologists eternal inflation is in itself a reasonable explanation of what existed before our universe. For others it’s utter nonsense.” (Emphasis added.)

Dr Param Singh, the big bounce

Dr Singh is a Distinguished Research Fellow at the Perimeter Institute for Theoretical Physics, Waterloo, Ontario, Canada. In the program he tells us: “The principal mathematical objection [to the universe expanding from nothing] is that as the clock is wound back and Hubble’s zero hour is approached, all the stuff in the universe is crammed into a smaller and smaller space. Eventually that space will become infinitely small. And in mathematics, invoking infinity is the same as giving up, or cheating.” (Emphasis added.)

His solution: “Instead of emerging from nothing, our universe owes its existence to a previous one that had the misfortune to collapse in on itself. Then, thanks to some clever maths, rebounded to what we see today. So the big bang was not a bang at all. It was rather a big bounce. … Of course it might all be nothing more than a fantasy world of maths and little else, and there’s always the nagging question of what started the infinite bouncing in the first place. It was certainly not the big bang. That is impossible.” (Emphasis added.)

Prof. Lee Smolin, natural selection

Prof. Smolin is a researcher at the Perimeter Institute in Canada. We are told that his solution owes more to Charles Darwin than to Albert Einstein. It has been called ‘cosmological natural selection’. He believes that the universe had an ancestor which had another ancestor. According to this hypothesis, the universe was born inside a black hole.

Prof. Smolin: “There is a bounce inside every black hole. Material contracts and contracts and contracts again, and then begins to expand again, and that is the big bang which initiates the new region of the universe.” The commentator adds: “Smolin’s natural selection idea proposes that for a universe to prosper it must reproduce and for that to happen it must contain black holes that, according to Smolin, spawn offspring universes.”

Prof Smolin: “Before the big bang there was another universe much like our own. In that universe was a big cloud of gases. It collapsed to form a massive star. That star exploded. It left behind a black hole and in that black hole there was a region, if you were misfortunate enough to fall in, you would find it becoming denser and denser and denser. You wouldn’t survive this but imagine you did—then all of a sudden you would explode again and that would be our big bang.”

Dr Neil Turok, membranes collided

Dr Neil Turok is the Executive Director of the Perimeter Institute in Canada.3 He says: “There are essentially two possibilities at the beginning. Either time did not exist before the beginning; somehow time sprang into existence. That’s a notion we have no grasp of and which may be a logical contradiction. The other possibility is that this event which initiated our universe was a violent event in a pre-existing universe.

His solution requires ten special dimensions plus time. Dr Turok: “We live on an extended object called a brane (short for membrane). … You can’t have only one; there must be at least two, separated by a gap. These two branes collide. When they collide they remain extended; it’s not all of space shrinking to a point. … They fill with a density of plasma and matter, but it’s finite. Everything is a definite number which you can calculate, and which you can then describe using definite mathematical laws. That’s the essential picture of the big bang in our model.”

The host comments: “For many cosmologists this is mathematical sleight of hand.” (Emphasis added.)

The program then conveniently summarizes these ideas and asks which is correct:

Michio Kaku: Stop thinking of nothing as nothing, but rather just the absence of stuff.

Andrei Linde: He redefined the big bang as inflationary energy of a mega burst dying out ten to the power 10 to the power 10 to the power 7.

Param Singh: No big bang at all; just the big bounce, again and again and again.

Lee Smolin: Our big bang was simply the other side of a black hole in a galaxy far, far away.

Neil Turok: Colliding branes in another dimension.

The host: “They would be easier to dismiss as the half-baked musings of the lunatic fringe were it not for the fact that some of the very people who constructed the everything-from-nothing big bang model are themselves starting to dismantle it.”

Sir Roger Penrose

Sir Roger Penrose is Professor of Mathematics at the University of Oxford. For many years he spent much of his time dismissing the idea of ‘before the big bang’. He now says: “The current picture of the universe is that it starts with a big bang and it ends with an exponentially expanding universe, where it eventually cools off with not much left except protons. … This very expanded universe is the equivalent to a big bang of another one. … This universe is one eon of a succession of eons. Each expanding universe accounts for the big bang of the next.”

The host adds: “Because of this a nearly infinitely large universe could just as well be the infinitely small starting point for the next one. A simplistic system with a ‘before’ and an ‘after’. Quite a bold thrust for a man who was until five years ago a pre-big-bang denier.”

We are then told that “in science ideas are just ideas until they are confirmed or denied by observations” and the program discusses how researchers are investigating gravity waves in an effort to observe the big bang itself.

The program concludes with Prof. Kaku telling us: “My parents were Buddhists. In Buddhism there is no beginning, no end, there is just nirvana.4 As a child I also went to Sunday school, where we learned that there was an instant where God said, ‘Let there be light.’ I kept these two mutually contrasting paradigms in my head, but now we can know these two paradigms together in a pleasing whole. Yes, there was a genesis. Yes, there was a big bang. And it happens all the time.”

Some concluding thoughts

Discerning viewers of this BBC program will have noticed several things:

  1. Almost all the concepts of the big bang are now under attack by secular scientists, e.g. that everything came from nothing, that everything was once contained in a singularity, the beginning of time, the origin of the laws of physics.
  2. All the ‘solutions’ to the problem of what happened before the big bang involve pre-existing universes or conditions, at least one of which is said to have existed for ever, despite the second law of thermodynamics (which says this is an impossibility).
  3. The proponents of these ‘solutions’ provide no physical evidence whatsoever in support of their ideas.
  4. Not one says how his postulated first universe came into existence.

How much better to take Genesis at its face value (as indeed Jesus Christ Himself always did) and build one’s scientific models on the rock of Scripture.

When atheists reject the eternal truth of the Word of God in the Bible, we should not be surprised to find that their attempts to find alternative explanations fail to stand the test of time and evaluation by true scientific laws.

Christians who have tried to write the big bang into Genesis have problems. First, of course, it contradicts the Bible (e.g. the big bang has Sun appearing long before Earth; Genesis has Earth created before Sun). Second, all this rethinking and, frankly, confusion, makes one thing quite obvious. Namely, that building a theology of origins on an allegedly ‘assured’ and ‘scientific’ foundation such as the ‘big bang’ idea is in reality building it on shifting sand.

How much better to take Genesis at its face value (as indeed Jesus Christ Himself always did) and build one’s scientific models on the rock of Scripture.

Readers’ comments

Anthony & Naomi M., Australia, 19 May 2012

Wow! My wife and I had a discussion with an atheist science student once. When we asked what was there before the big bang, or what caused the big bang, the answer astounded me. His answer was, words to the effect of, “There must have been a supreme being or something that cause it…” The more I read and hear of these less than honest scientists, the more I believe in Our Creator God.


Jack C., Australia, 19 May 2012

It’s interesting watching these scientists trying to come up with hypothetical answers that require a purely faith based view since there’s no physical evidence at all, just like that of the true Christian stance. When are they going to admit it’s just one faith versus another faith, and then to admit the Christian one makes the most sense and it provides the only viable answer, even according to their own rules, such as Occam’s Razor?


C. M., United States, 20 May 2012

To be blunt, you make yourself look ignorant and foolish …, and, oh yeah, slippery, slimy and intentianally deceitful, too.

Suffice to say, what you stated is [not] the “Big Bang Theory. Not even close.

There are rational ways to advance your legitimate agenda. THAT was not one of them.

Carl Wieland responds:

Perhaps you need to read “Dismantling the Big Bang” by Williams and Hartnett (the latter is a Research Professor of Physics at a major Australian university).


Antonio F., Australia, 20 May 2012

I am glad that God created the Earth before the Sun, otherwise many more people would believe that the big bang was the mechanism He used. The Law of ‘Cause and Effect’, ha ha, sums it up perfectly, can’t have something from nothing and the more materialists keep churning the more the reality sinks in. The evidence of His work is all around us. Jesus is the Alpha and the Omega.


A. C., United States, 21 May 2012

Atheist cosmologists have always been uncomfortable with the absolute beginning implied by the big bang and only reluctantly accepted it. They realized that a universe coming from absolute nothingness doesnt make any sense which is why they posit pre big bang eras and eternal infationary universes. The problem however is that all these scenarios such as eternal inflation and brane cosmology even if true cannot be eternal into the past! They must have an absolute beginning and therefore the purpose they were developed for is defeated. All these scenarios are susceptible to a very powerful theorem developed in theoretical physics called the Borde Vilenkin Guth(BVG) theorem which shows that all cosmologies with an average cosmic expansion that is positive MUST be past incomplete, or finitely old. They all must contain a first primordial singularity which ontologically speaking is equivalent to nothing. All this was recently confirmed this year for Hawking 70th birthday in a meeting of scientists discussing the state of modern cosmology. Alexander vilenkin is quoted as saying,“All the evidence we have says that the universe had a beginning.”

Also the article says that the big bang says the sun came before the earth. It says no such thing. Thats the nebular hypothesis not the big bang theory. The big bang only says the universe started out extremely small and hot and then expanded rapidly. Thats all. The big bang heavily implies creation ex nihilo since a singularity is unavoidable.

Carl Wieland responds:

The last part of this comment may cause unnecessary confusion. I would defend the brief comment within this article that the Big Bang (BB) ‘says’ Sun before Earth, because this sequence of appearance is a necessary corollary of the Big Bang (BB). The Nebular Hypothesis (NH) was not being specifically referred to. The NH per se could be overthrown or confirmed within a BB framework, without that framework being affected. But what the BB framework leaves no room for is the idea that the earth formed before the stars, of which the sun is one. In BB theory, stars condense out of the expanding cosmos first.

One can indirectly confirm this by looking at attempts to use the BB as an apologetic for biblical creation (which the commenter might well be sympathetic to, judging from his comments on creation ex nihilo). The most wellknown exponent of this is astrophysicist Hugh Ross. Even though Genesis plainly teaches that the earth was made before the sun, moon and stars, such attempts to marry the BB with Genesis are always compelled to build in a ‘fudge factor’ absent in the text. They are forced to try to claim that the Genesis language is only meant to refer to when the sun and stars ‘appeared’ to a hypothetical observer on Earth.

Such torturing of the text would not be required if it were not for the fact that BB thinking does not permit a lone planet to condense prior to every other body in the cosmos. It is indeed philosophically possible to draw intellectual boundaries and seek to limit one’s definition of the BB to ‘only’ singularity and expansion. But it is about as artificial and unrealistic as when one hears evolutionists say that it’s unfair to critique ideas of astronomical evolution or chemical evolution (origin of life) because Darwin’s theory only applies to how one-celled creatures gave rise to all others. One can seek to isolate aspects of evolution, but those are artificial intellectual constructs that try to evade the reality of evolutionary thinking overall: i.e. grandscale scenarios to seek to explain how all of nature could have created its own order and complexity by means of natural, material, processes and properties alone. In short, to evade the biblical idea of supernatural, fiat creation. The comments by the secular people cited in this article reinforce how unwise it is to try to marry one’s theology to the currently fashionable secular theory, because one is likely to be widowed tomorrow.

Finally, the commenter is correct that ‘infinitely old’ universes simply don’t work. This must be so according to the Second Law of Thermodynamics, regardless of whether cosmologies have positive or negative cosmic expansions, or even no expansions at all. If the cosmos were infinitely old, it would have long ago reached the point of heat death, maximum entropy. A cycle of oscillating universes doesn’t save the believer in eternal matter for the same reason that a ball bouncing loses available energy with each bounce. I recommend not just Hartnett and Williams’ ‘Dismantling the Big Bang’, but specifically Sarfati’s classic ‘Refuting Compromise’, structured around a refutation of Rossist thinking in general, which it does comprehensively from both a biblical and scientific perspective.


Sean V., Australia, 21 May 2012

After reading this article I feel like asking the next atheist I meet “If nothing created everything then who created nothing?”


Robert P., Australia, 21 May 2012

“He has counted them”…..hysterically funny!!!


Ace M., New Zealand, 21 May 2012

You do know that none of the ideas are in fact “new”. Andrei Linde, for example, proposed the chaotic inflation model many years ago and meaning of nothing as Kaku puts it has been around since Guth first postulated inflation theory. Not one of them is “unthinkable”


Narindra R., Madagascar, 21 May 2012

I read somewhere that what makes the Big Bang theory irrelevant is that if all the current matter of the universe was concentrated in a singularity, i.e. an infinitely small space, gravity would have been so strong that time would have “gone back to the past in a myriad of moments equivalent to eternity” (sic). Is it a scientifically sound argument ?

Carl Wieland responds:

I’ll have a go at the answer from my non-physicist understanding, subject to correction by my more qualified colleagues in due course. Current BB theory does not ignore such an obvious problem, but it postulates that the universe has no centre and no edge, i.e. our universe is like a 3- D space on the surface of a 4-D sphere, which is expanding. The significance of this is that without a centre for the universe, there can be no centre of mass for all gravitational forces to point to, so it neatly gets the BB theory out of this dilemma. To help grasp the concept, think of an ant crawling on the surface of a balloon. As the balloon expands in 3-D, the ant’s ‘world’ expands so that every object moves away from every other object. And the ant’s world has no centre, and no edge to fall off of. Now move all this up one dimension. BB’ers then point out that this is why all objects on a cosmic scale appear to be moving away from Earth; it is not that Earth is the centre of the expansion/explosion, but that if we were on one of the far-away galaxies, we would see the same thing. They need this in order to support their philosophical assumption known as the Copernican Principle, or Cosmological Principle, namely that we are not in some special location, and in fact there is no special location in the universe. From this comes the notion that no matter how far you travel in the cosmos, you will never reach the edge, but may in fact come back to where you started (like the ant, even though it keeps moving in a straight line, can come back to the same spot). However, there have been some observations on ‘concentric onion-ring shells’ of galaxies, which, if they hold up, strongly suggest that there is a centre, and that we (or at least our Milky Way Galaxy) are somewhere near the centre after all (believe it or not, 100m lightyears is ‘somewhere near’ in cosmological terms). If there is such a centre, which seems hard to dispute given the redshift observations involved (see http://creation.com/centre) it denies this fundamental ‘starting assumption’ of BB theory.


Randy S., United States, 22 May 2012

Almost all these men are playing into your hand, yet you hold such antipathy towards a small, dense, hot start to the universe that you cannot see just how close their brand of science comes to validating the very opening lines of Genesis! I invite you to lay aside your predisposed CMI views momentarily and think independently. First, consider that the bang did not erupt from a singularity, but was in fact, an aperture – a very small opening of time – through which pre-existent matter had to squeeze, so to speak. Second, consider that God really did create the heavens and earth – vast fields of matter, all at once, in proto form, sans energy (for instance, no suns) – in his eternal, timeless domain. Third, consider that since matter requires time to exist, its introduction into a timeless region threw a momentary, God-ordained, on-purpose tension into creation which lasted approximately 10^-43 second. Fourth, consider that pre-existent matter forced time, a fourth and entirely distinct dimension, to jolt into existence. Fifth, consider that light and energy flooded the system as matter and space pushed through the small opening of time and began to expand. Sixth, consider that the initial size of the opening at the first tick of time was nowhere near a diminutive classical big bang size, but was in fact, more the like the size of a grapefruit, around 7 – 8 cms in radius. Seventh, consider that this comparatively large opening, along with the speed of the expansion allowed heavy metals to condense in billions of planetary pockets around the system, such that differentiated planets, like Earth, actually pre-dated suns! Eighth, consider that the earth was fully differentiated, thoroughly cooled, and quietly rotating by the close of the first 24 hours of creation time. Ninth, consider that three days later, trillions of clouds of dust and gases had sufficiently condensed to ignite suns and stars everywhere in the system. Tenth, consider that though the big bang paradigm in its current form cannot work, yet with a creationist do-over, it likely presents the best chance of any creationist paradigm to date of touching every detail of the Genesis 1:1+ story of origins. Eleventh, consider that the big bang is a characteristically flexible model and adapts well to the rule of a young universe paradigm (I have published the numbers). Twelfth, consider that these men may actually be closer to the truth (yet so far away from its author) than even CMI!

Carl Wieland responds:

Actually, we don’t have an antipathy to a ‘small, dense, hot start to the universe’. We also don’t have any intrinsic problem with the idea that the cosmos has expanded substantially, and the most favoured creationist cosmologies of the present day incorporate such expansion, though they see no need to extrapolate that expansion back to any sort of singularity. So in that sense a substantially modified BB (and the key is ‘substantially’, so much so that it would probably not be acceptable to secular thought) could be thoroughly biblical. And having multiple models would be a healthy thing, IMHO.

What we are consistently opposed to is Scripture-twisting (and this is not referring to your comments, which don’t show that at all) in an effort to have the Bible fit a currently fashionable scenario. (See Sarfati’s classic Refuting Compromise which specifically tackles Rossism, the most popular paradigm for trying to marry the BB and Scripture) In Rossist thought, there is definitely no earth before the sun. This is presumably because no current popular model of a BB origin, AFAIK, incorporates the idea that the earth could exist prior to the sun. So your comments intrigue me, as you seem to be, like us, starting with the assumption that the biblical account is truthful and authoritative. We are not intractably wedded to any models, and would be happy to see a proliferation of creationist models that commence with that axiom if they stand the test of soundness otherwise.

I have checked with the editor-in-chief of our Journal of Creation, Dr Pierre Jerlstroem, and he confirmed that he would welcome your submission of a paper within the published (on creation.com) guidelines, on the understanding that it would then go to knowledgeable peer reviewers as is usual for similar journals. POST-SCRIPT: Randy let us know that his ideas had already been published in the Sixth Proceedings of the International Conference on Creationism. CW


O. B., New Zealand, 31 May 2012

…and the Muppets were created by an explosion in a mattress factory. Yeah, right!


Fred T., Panama, 31 May 2012

Even if nothing was defined as some sort of type or kind of vacuum with some sort or type of energy as the cause for an inflation, we would have to regress to the actual point of the initial existence of the vacuum and energy.

Every other theory has a problem with the definition of nothing, it would seem like they are trying very hard to sell something non-existent as something that exists without honestly admitting that nothing is the non existence of anything, period.


D.P., South Africa, 1 June 2012

Interesting development in the sciences. I am sure that the concept of the universe originating out of nothing actually comes from Hinduism, which most likely developed from the paganism/polytheism we read of in the Bible. We find no evidence for “creation out of nothing” in the Bible. The Hindu believes that the earth /universe was created out of nothing by their god Brahma. This supports the idea that evolution is just another belief system.

Carl Wieland responds:

(Note: well before publishing this comment, I wrote to D.P. with my response below, this response, inviting further interaction, including the opportunity to rephrase and/or withdraw the comment, as I thought there may have been confusion of terms – CW).

I have to strongly contradict the notion that there is no concept of ‘creation out of nothing’ in the Bible. I think the problem may be that you mean something different from what is usually meant by that term. Perhaps you mean that nothing pre-existed the universe, which obviously is not biblically correct. Hindus may well teach that the universe created itself, or came from nothing at all, I don’t know. But the Bible teaches that God created the universe out of nothing, i.e. nothing in the sense of no pre-existing material substance. Here is the logic (apart from and in addition to such verses as Hebrews 11:3): All things that exist other than God are creations of God, i.e. there is no infinite or eternal matter, since eternality is a divine quality, so this would make something else in addition to God divine. Thus when God first created something, there was no existing ‘something’, so it was created out of nothing. I.e. nothing material. Of course God may have created it out of His own essence, but that is not denied when talking about creation ex nihilo, a fundamental Christian doctrine.


Hans G., Australia, 1 June 2012

The host then comments: “Prof. Kaku’s version of nothing is the perfect vacuum where on the face of it there is only energy……….So, it’s got locations?

This Kaku is a clown …

Hey Professor would you believe me when I tell you here in Australia once pigs could fly ? There are two holes in front of their nose, one is for the air speed, the other for the air temperature; the tail is the remnant of a propeller and the ears were once the stabilizing wings in front.Is this logical? Now print it as a new finding out of nothing…a perfect nothing.

Also: If everything, matter and energy [even emptiness] where in a singularity from whatever small proportion, where did the energy come from to ‘crack’ this ball(?) open?

Carl Wieland responds:

Big bangers often posit that the universe arose from a ‘quantum fluctuation’, which is not nothing, of course, as it presupposes the laws of quantum mechanics (QM). Given QM, the energy dilemma you pose is not hard for BB’ers to get around, as the negative energy in the cosmos can balance out the positive energy. So just as +1 and -1 = 0, they propose that from O, +1 and -1 arose. The maths works out, but one still has the cause and effect problem. Nevertheless, the lesson is that one should be careful positing ‘problems’ before seeking to understand what the proponents of such belief systems themselves say, lest one suffer from ‘egg on face’ syndrome. I.e. if one mocks in ignorance of their actual belief, then BB’ers who know better will look at it as a “typical YEC know-nothing”. Which unfortunately permits them to evade the real problems in their theory, as shown in the book Dismantling the Big Bang, by Hartnett and Williams (available creation.com/store – Hartnett is a Research Professor of physics at the University of Western Australia).


Hans G., Australia, 1 June 2012

If everything, matter and energy [even emptiness]were in a singularity in whatever small proportion, where did the energy game from to ‘crack’ this ball(?) open?


Hans G., Australia, 1 June 2012

Sounds like ex nihilo or creation…….


Stephen S., United States, 1 June 2012

As referred to, scientific observation leads to the conclusion that the universe had a beginning. The biblical account of creation is a direct statement that the universe had a beginning as well as a description of how it began. The BB theory is an attempt to use mathematical equations to describe how it could have unfolded in time and space. What we have to understand is that it did unfold in time and space and perhaps it could be described with equations, but the BB theory is not a workable theory with workable equations. It is much too simplistic. The more we learn through science, the more we discover that we don’t know. Not only are the equations to describe how the beginning of the universe unfolded in time more complicated than the BB theory, they are possibly so complicated that it is humanly impossible to write or understand them.

Then, any rational, thinking person must also accept that the universe could not have come from nothing. That would be totally absurd! Some men are at least honest enough to admit this. Sadly, some are quite dishonest, such as Stephen Hawking, and insist that a fluctation in a quantum vacuum is nothing, when it is not. The universe could not have come from nothing, and whatever it came from could not have come from nothing, etc. on to infinity. Now, as stated, many scientists don’t want to admit to infinity, but it is inevitable. No matter how hard anyone tries to deny it, infinity is inevitable. The only intelligent answer is that the existence of the universe brings us back to infinity. I believe the real reason so many do not want to accept infinity is because infinity is an infinite personal being we call God.


Hans G., Australia, 2 June 2012

As a creationist I realize that what ever is there has being designed and placed there, so that evolutionist can discover this too. It is this desire/ provide principal. A baby is hungry, there is food provided.I like to swim, there is water to do so.When God said to Adam:”…fill the earth and subdue (rule)it.” This indicated very clearly that man has to search,look for,explore,find out and discover the

earth and in a broader sense the way how creation works.But man can only do so if the information are being placed so man can find them.No father put the desire to go to a theme park in his children if there is none.

So when evolutionists searching for where all the ‘stuff’ was/is coming from and don’t realize that those information had to be in preexistence,than their quantum fluctuation equation can be 10m long it is meaningless;and there is a time factor too with the fluctuation but not Billions of years. They look for a ‘miraculous thing’ now in the nothingness because the evolution in the existential world doesn’t work.

So, I don’t need Dr. titles and other educational recognition to make a point,the instruction book of the creator is for everyone to understand and says what we need to know and when all creationists would stay firm with God’s word what can evolution man do to them?


Simon B., Australia, 2 June 2012

The hosts anaysis of Prof. Andrei Linde’s radical explanation challenges my mind. “Our universe is not the only one. There are others, all co-existing. He has counted them. There are ten to the power 10 to the power 10 to the power 7. His ideas of a multi-verse, as odd as they seem, are now within the scientific mainstream.” These multi- verses he has counted,three questions; 1.Where do they start and finish? 2.How long did it take him to count them? 3. How old is he? At just one per second surely it would have taken him the best part of 11 days without stopping for sleep, eating or drinking to get to the first million.


Aubrey M., Australia, 3 June 2012

To paraphrase what the late Henry Morris said in his book “The Genisis Record” ‘We humans have two choices:

1. Eternal God or

2. Eternal matter

– both equally unfruitful to our finite minds.’ It is perfectly rational therefore to choose the concept of a transcendent, omnipotent Creator. I see it just as scientifically accurate as believing that ‘something came from nothing’.


Geoff W., Australia, 8 June 2012

Can’t the Big Bang be dismissed as easily as this (I’m not completely familiar with the theory, so my assumptions may be wrong here):

If we say that a clump of matter existed since minus eternity, and then at some ‘time’ it exploded, we have a philosophical impossibility. If something has remained unchanged for infinite time*, then it can’t possibly change at [infinite time plus one minute], because that is still the same time (infinity plus one equals infinity). In other words, if something has not changed over infinite time, then it can never change.

*Infinite time is also an impossible concept for the same reason. Infinite time plus one minute is still infinite time – no advancement. Time must be measured from some finite point if it is to make sense.


Thomas C., United States, 24 June 2012

Still the main point of all this is that man as finite cannot comprehend infinite and therefore the authority above all others is God and His word. Additionally, if it is not observed, how can it be scientific finding?


Pintu K., India, 14 August 2012

One person gave example of ant moving on a expanding baloon. I would like to ask, that baloon is spreading in a space which is on our earth. But in universe case, in which space our universe is expanding ?

Carl Wieland responds:

The ant example is commonly used to explain the Big Banger’s way of getting around some of the difficulties. The balloon is expanding in 3 dimensions, and the ant is in 2D space on its surface. In that 2D space,

a) There is no centre and no edge

b) In 2 dimensional terms, every object is moving away from every other object as this 2D space expands

c) If the ant kept travelling in one direction far enough, it could come back to where it began.

The analogy used involves moving everything up one dimension. Thus, our 3D universe is postulated to be on the surface of a 4D sphere (whatever that might mean) so that there is no centre or edge to the universe. This conveniently avoids having us be somewhere near the middle, i.e. in a favoured spot, to explain why everything appears to be rushing away from us on a cosmic scale. (Their answer is that it would look the same from a distant galaxy anywhere in the cosmos).

This philosophical assumption also means that by having no centre, there is no centre of mass/gravity, which would prevent the postulated singularity from expanding in the first place. (If all the mass of the universe in concentrated in one spot, that would be the ultimate black hole from which nothing could escape. But if there is no centre, problem solved, i.e a philosophical assumption is made to avoid a difficulty.

However, recent observations have strongly suggested that there is a centre to the cosmos, and that our galaxy is somewhere near that centre after all. See http://creation.com/in-the-middle-of-the-action.

Related articles

References

  1. Arising as it does from Edwin Hubble’s deduction that the universe has been expanding ever since its beginning. Return to text.
  2. One is reminded of Humpty Dumpty’s words in Lewis Carroll’s book Through the Looking Glass: “‘When I use a word,’ Humpty Dumpty said, ‘it means just what I choose it to mean, neither more nor less.’
    ‘The question is,’ said Alice, ‘whether you can make words mean so many different things.’
    ‘The question is,’ said Humpty Dumpty, ‘which is to be the master, that’s all.’” Return to text.
  3. Dr Neil Turok currently holds the Chair of Mathematical Physics at Cambridge University, where he is also the Director of the Centre for Theoretical Cosmology. He has been a colleague of Professor Stephen Hawking for several years. Return to text.
  4. The cessation of individual existence in which there is neither suffering, desire, nor sense of self. Return to text.
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