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Evento gratuito semanal na USP


Oficinas de Leitura de Contos em Língua Inglesa

Ministrante: Profa. Dra. Solange de Almeida Grossi Corrêa da Silva

Objetivo: As oficinas pretendem engajar o público-alvo em leituras conjuntas de contos para familiarizá-lo não apenas com este gênero literário, mas também com alguns autores anglófonos (Ernest Hemingway, Howard P. Lovecraft, James Joyce, Katherine Mansfield, Oscar Wilde, Raymond Carver, Roald Dahl).

Público alvo: Alunos de graduação, pós-graduação e professores do estado ou rede particular.

Carga horária: 2 horas e meia por oficina – total: 35h

Período de realização: de 09/11 a 22/12

Horário: Quarta-feira (em Inglês) e quinta-feira (em Português), das 17:00 às 19:30

Local: Prédio da Faculdade de Letras – Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 – Cidade Universitária – Butantã – S.P. – sala 166 ( *nos dias 30/11 e 01/12 na sala 134)

Valor: Gratuito

Pré-requisito: Conhecimentos básicos para leitura em língua Inglesa

Certificado: Os certificados serão enviados por e-mail para os interessados que comparecerem e assinarem a lista de presença.

Programação (sujeita a alterações):

Oficina 1 – 09/11 – HEMINGWAY, E. Hills like white elephants, 1927.
Oficina 1 – 10/11 – HEMINGWAY, E. Hills like white elephants, 1927.
Oficina 2 – 16/11 – MANSFIELD, K. Bliss, 1918.
Oficina 2 – 17/11 – MANSFIELD, K. Bliss, 1918.
Oficina 3 – 23/11 – JOYCE, J. Eveline, 1904.
Oficina 3 – 24/11 – JOYCE, J. Eveline, 1904.
Oficina 4 – 30/11 – CARVER, R. So much water so close to home, 1975.
Oficina 4 – 01/12 – CARVER, R. So much water so close to home, 1975.
Oficina 5 – 07/12 – DAHL, R. Genesis and catastrophe: a true story. 1962.
Oficina 5 – 08/12 – DAHL, R. Genesis and catastrophe: a true story. 1962.
Oficina 6 – 14/12 – LOVECRAFT, H.P. The haunter of the dark. 1936.
Oficina 6 – 15/12 – LOVECRAFT, H.P. The haunter of the dark. 1936
Oficina 7 – 21/12 – WILDE, O. The model millionaire. 1887.
Oficina 7 – 22/12 – WILDE, O. The model millionaire. 1887.

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Andre Matos & banda – Holy Land tour


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Mortes por H1N1 em São Paulo fazem governo mudar protocolo; entenda


Dados divulgados nesta terça-feira sobre o avanço do H1N1, conhecida como gripe suína, em São Paulo fizeram o Ministério da Saúde alterar sua estratégia para combater a doença.

Entre as informações, a mais alarmante é a de que o Estado de São Paulo concentrou – até a semana passada – 90% das mortes por esse tipo de gripe. No total, dos 61 óbitos, 55 ocorreram em São Paulo.

Apesar de não usarem o termo surto, tanto o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, como o o diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis, Claudio Maierovitch, expressaram preocupação e anunciaram medidas emergenciais para lidar com a situação.

“Estamos muito preocupados”, disse Maierovitch. “Enviamos para o Estado de São Paulo uma equipe para investigação detalhada dos óbitos.”

Mas quais os motivos por trás do aumento no número de vítimas da gripe H1N1? Como o governo vai lidar com isso? Qual o tratamento mais apropriado? Veja abaixo uma série de perguntas e respostas que a BBC Brasil preparou para destrinchar o tema:

Por que São Paulo foi o Estado mais atingido?

A maior suspeita do Ministério da Saúde é a de que haja lentidão por parte dos profissionais de saúde em receitar o uso do medicamento antiviral Tamiflu (oseltamivir).

Pela nova estratégia do governo, o remédio deve ser aplicado nas primeiras 24 horas após a suspeita da doença, sem que haja necessidade de se confirmar o diagnóstico por exame laboratorial.

Que medidas emergenciais o governo decidiu tomar para lidar com a situação?

A principal medida anunciada nesta terça-feira pelo Ministério da Saúde é alertar médicos, tanto do serviço público como os que atendem planos de saúde, para que receitem Tamiflu mais rapidamente.

“O importante é incentivar uma mudança de comportamento no profissional de saúde. É preciso que eles entendam que a gripe não tem nada de banal e que no caso de suspeita de H1N1 é preciso receitar o Tamiflu em menos de 48 horas”, afirma infectologista Carlos Magno Fortaleza, professor da Faculdade de Medicina da Unesp, em Botucatu.

Estatísticas de anos anteriores confirmam esse cenário. Um levantamento feito pelo Ministério no ano passado no Rio Grande do Sul mostrou que apenas 5% das vítimas receberam o medicamento nas 48 horas.

Segundo o governo, serão organizadas reuniões e videoconferências para alertar e instruir hospitais e centros médicos, além da distribuição de 1,2 milhões de doses de Tamiflu e da liberação de recursos para os Estados mais afetados.

Se os sintomas da H1N1 são tão parecidos com os da gripe comum, como determinar quem deve receber o Tamiflu?

A orientação é receitar o antiviral para todas as pessoas que fazem parte do grupo de risco e que apresentem sintomas de gripe, sem aguardar resultados de laboratório ou sinais de agravamento.

Integram esse grupo crianças menores de 2 anos, gestantes, puérperas (mulheres nos 45 dias após o parto), idosos, obesos e doentes crônicos.

Para quem não faz parte desse segmento mais vulnerável, o Tamiflu deve, segundo o Ministério, ser receitado para pacientes com sinais de agravamento de do quadro gripal, com sintomas como febre alta por três dias e dificuldade para respirar.

É preciso fazer o teste para se comprovar H1N1?

Apesar de ser possível determinar se há o vírus H1N1 com o teste, ele não é indicado porque seu resultado pode não vir a tempo do prazo indicado para se começar a tomar o Tamiflu.

“Apesar de haver exames de resultado rápido, eles não são eficazes especialmente porque podem não estar disponíveis no local onde o paciente está”, explica o infectologista da Unesp.

Assim, o governo está fazendo o teste apenas para identificar melhor o vírus em circulação este ano.

Planos de saúde cobrem o teste?

De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar, não há cobertura obrigatória pelos planos de saúde para exames que detectam a gripe H1N1.

Os números apresentados pelo governo são atuais?

Sim, foram coletados até 12 de maio. Os municípios não são obrigados a reportar a instâncias superiores todos os casos de H1N1. No entanto, devem fazer a notificação obrigatória e imediata nos casos de Síndrome Gripal e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Por isso, o governo federal tem números relativamente atualizados.

O que o governo deve fazer para evitar um cenário parecido no ano que vem?

Além de alertar médicos a receitar Tamiflu nos casos citados acima, o infectologista Carlos Magno Fortaleza vê como prioridade incentivar uma maior adesão à vacina contra gripe.

“A vacina da gripe é constantemente bombardeada por boatos de que faz mal, de que tem efeitos colaterais… Há sempre idoso que não querem tomar. Neste ano, muitas grávidas não tomaram e isso certamente está relacionado a esses boatos. Muitos obstetras ainda temem essa vacina”, diz. “É preciso pensar em uma estratégia de como divulgá-la melhor e acabar com esses temores infundados.”

Há mais casos de H1N1 neste ano em relação a anos anteriores?

Ainda não. De 1º de janeiro a 12 de maio de 2013, foram notificados em todo o país 4.713 casos mais graves de gripe, classificados como Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Destes, 388 casos foram confirmados para o vírus Influenza A(H1N1). No mesmo período deste ano, foram confirmados 61 mortes por H1N1.

Durante o ano de 2012, foram registrados 20.539 casos da SRAG, sendo confirmados 2.614 para A (H1N1). No ano passado, foram contabilizadas 351 mortes por esse vírus. Em 2011, foram 113 mortes e em 2010, 21.

A epidemia de H1N1 ocorreu em 2009, quando foram registrados mais de 50 mil casos, sendo 2.060 mortes.

Qual a diferença entre a gripe comum e a influenza A (H1N1), também conhecida como Gripe A ou gripe suína?

Elas são causadas por diferentes subtipos do mesmo vírus da influenza. O subtipo A (H1N1) produziu a pandemia de 2009 e continua circulando como mais um dos subtipos do vírus da influenza.

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Quando eu morrer quero ficar


Quando eu morrer quero ficar,
Não contem aos meus inimigos,
Sepultado em minha cidade,
Saudade.

Meus pés enterrem na rua Aurora,
No Paissandu deixem meu sexo,
Na Lopes Chaves a cabeça
Esqueçam.

No Pátio do Colégio afundem
O meu coração paulistano:
Um coração vivo e um defunto
Bem juntos.

Escondam no Correio o ouvido
Direito, o esquerdo nos Telégrafos,
Quero saber da vida alheia,
Sereia.

O nariz guardem nos rosais,
A língua no alto do Ipiranga
Para cantar a liberdade.
Saudade…

Os olhos lá no Jaraguá
Assistirão ao que há de vir,
O joelho na Universidade,
Saudade…

As mãos atirem por aí,
Que desvivam como viveram,
As tripas atirem pro Diabo,
Que o espírito será de Deus.
Adeus.

Mário de Andrade

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Erotika Fair 2013


er6

Este ano a feira erótica acontecerá dos dias 4 a 7 de abril.

Nos dias 04 e 05 de Abril de 2013, das 14:00 as 17:00 horas só terão acesso os profissionais do setor previamente credenciados. O público consumidor e em geral poderá visitar o evento nos dias 04 e 05 de Abril de 2013 das 17:00 as 22:00 horas e nos dias 6 e 07 das 14:00 as 22:00 horas.

Para ter uma ideia de como é o evento, veja meu post a respeito da feira do ano passado.

Os ingressos custam 8o reais para casal, e 50 o individual.

LOCAL
Palácio das Convenções do Anhembi – São Paulo
EVENTOS PARALELOS
EROTIKA ART – pintura corporal “by Madison”, exposição de sexualidade com o Dr. do Sexo
EROTIKA FEMME – chás sensuais somente para mulheres by Doce Sensualidade
EROTIKA LAND – brincadeiras eróticas – Contato Erótiko e Cadeira Elétrica – para o público visitante e participantes
EROTIKA MOTEL SHOW – Real Doll Valentina, Sexônico, Motel-móvel, e muito mais
EROTIKA POLE DANCE COMPETITION – segunda edição do concurso organizado por Grazzy Brugner
EROTIKA SHOWS – Marcello Bravo & Little Caprice, Clube da Mulheres, Burlesque Show by X Plastic, Erotika Show Boys, Stand-up by Loja do Prazer, Erotika Show Girls e Nefertitti Club Show. Apresentação: SILVETTY MONTILLA
PAPO EROTIKO – ciclo de palestras ABEME e SEBRAE
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Fatos revoltantes de São Paulo (e do Brasil)


/momento Datena ON!/

‘Eu quero ela presa’, diz pai de Vitor Gurman

O administrador Jairo Gurman, 54, diz que costuma acordar sobressaltado após sonhos com seu filho, Vitor Gurman. “Aindo levo sustos ao imaginar que ele está morto”.

Vitor foi atropelado por um jipe Land Rover quando caminhava pela calçada da rua Natingui, na Vila Madalena, zona oeste de São Paulo, em 22 de julho de 2011. Morreu seis dias depois, aos 24 anos.

Jairo faz uma campanha pela condenação por homicídio doloso (com intenção) da nutricionista Gabriella Guerrero, 30, que dirigia o carro. Segundo a polícia, ela estava alcoolizada e em velocidade acima do permitido na rua (30km/h). Ela nega e diz que bebeu só um drinque.

Um ano depois, o Ministério Público não emitiu parecer. Isso porque, enquanto o Instituto de Criminalística diz a velocidade era de 57 km/h, um perito contratado pela família diz que era, no mínimo, 72 km/h.

Outro caso segue sem decisão. Em 8 de julho do ano passado, o Porsche conduzido pelo engenheiro Marcelo Malvio Alves de Lima bateu em alta velocidade contra a Tucson da advogada Carolina Menezes Cintra Santos, 28, que morreu.

Os dois casos foram registrados como dolosos. Agora, há dois caminhos: oferecer a denúncia como homicídio doloso ou desqualificar o crime para culposo (sem intenção). No primeiro, a pena é de prisão. No segundo, a praxe são penas alternativas.

No dia 28, parentes e amigos de Vitor farão um ato nas proximidades do acidente. Um documentário deve ser lançado em breve. Leia trechos da entrevista com o pai do jovem.

Folha – Ainda não há nenhuma decisão judicial. O que a família acha disso?

Jairo Gurman – O sentimento é de indignação revolta, dor e até de vergonha. Não dá para se conformar que, um ano depois, nada aconteceu. O que a gente vê é que a impunidade prevalece.

Independentemente das questões científicas, está claro que ela [Gabriella] estava em velocidade bem acima do permitido, está claro que estava alcoolizada, conforme o exame de IML, mas aí eu soube que ele não serve para condená-la.

A lei diz que deve ser feito bafômetro e de sangue. Mas os advogados inventaram uma justificativa para a pessoa poder se recusar a fazer esses dois exames. Entendo que hoje estão dizendo assim: pode matar que você não vai ser punido.

Folha – A família tem uma campanha?

Jairo Gurman – São várias campanhas, principalmente as feitas pelos amigos. São milhares de mortos em atropelamento. Queremos que haja punição, que mudem as regras.

Folha – A família quer a prisão?

Jairo Gurman – O que a família quer é a Gabriella presa. Ela merece a pena em função de ter assassinado o meu filho. Seria o mesmo que colocar a motorista na condição de quem mata a tiros.

É o justo, porque ela matou. Houve um assassinato. Ele foi atropelado de costas, andando na calçada. Foi morto covardemente. Se não houver punição, será uma tragédia.

Folha – Como é a vida da família hoje?

Jairo Gurman – Eu e minha ex-mulher tomamos remédios para segurar a dor, dependemos de tratamento psicológico.

OUTRO LADO

O advogado José Luiz de Oliveira Lima, que defende Gabriella Guerrero, disse que o caso é de homicídio culposo (sem intenção). “Ela não agiu com vontade de matar Vitor Gurman. Infelizmente foi uma tragédia que atingiu as duas famílias”, diz.

“Ela teve a cautela ao perceber que o namorado dela [Roberto de Souza Lima, dono do carro] iria beber e não ficou embriagada”, continua. “Ele caiu sobre Gabriella e ela perdeu o controle”.

Lima diz que o laudo da Polícia Civil mostra que ela dirigia em baixa velocidade. O IC constatou 57 km/h.

O advogado de Marcelo Malvio Alves de Lima, que dirigia o Porsche, vai defender no processo que ele não dirigia em alta velocidade e que a vítima dirigia sob efeito de álcool e furou o semáforo vermelho.

Laudo do IC mostra que o carro estava a 116 km/h na hora da batida. Os advogados contestam e dizem que Lima estava um pouco acima dos 60 km/h de limite da via, no Itaim Bibi (zona oeste). Ele não fez o bafômetro nem exame de sangue. A reportagem não localizou os familiares da vítima.

Folha procurou os promotores Rogério Zagallo, responsável pelo inquérito do acidente com o Porsche, e Mildred de Assis Gonzalez, do caso Land Rover, mas eles não responderam.

Italiano morto por ladrões ia tentar um emprego em SP

O italiano Tomasso Lotto chegou a São Paulo na sexta-feira. Bancário, 26 anos, ele tinha planos de se estabelecer na capital paulista e, hoje, faria entrevistas de emprego agendadas previamente.

Mas a vontade de morar e trabalhar em São Paulo acabou pouco mais de 24 horas depois da chegada de Lotto. Ladrões o mataram com um tiro no tórax, no cruzamento das avenidas 9 de Julho e São Gabriel, no Itaim Bibi, na zona oeste paulistana.

Lotto estava no carro de um amigo, um advogado espanhol que vive em São Paulo desde setembro de 2011, quando ambos foram atacados por dois criminosos em uma motocicleta. O crime contra o italiano ocorreu às 18h30 de anteontem.

Assim que se aproximou do Honda Civic do advogado, o criminoso na garupa da moto começou a bater com uma arma no vidro do carro e a exigir que os dois estrangeiros entregassem seus bens.

Sem compreender o que os ladrões gritavam, Lotto tentou descer do Honda Civic e, nesse momento, foi baleado no tórax pelo criminoso.
Socorrido no Hospital 9 de Julho, Lotto ficou seis horas internado, mas morreu por volta das 22h30 de sábado.

Marco Leone, vice-cônsul da Itália em São Paulo, afirmou na noite de ontem que a família da vítima, que vive no norte daquele país, “está abalada com a morte” dele.

Ainda segundo Leone, após a notícia da morte violenta de Lotto, um clima de tristeza tomou conta da comunidade italiana no Brasil.

“A família desse rapaz pediu para que o Consulado não desse detalhes sobre a vida dele. Vamos respeitar”, afirmou o vice-cônsul.

GOVERNO NÃO FALA

Procurada ontem para se manifestar sobre a morte de Lotto durante a tentativa de roubo, a Secretaria da Segurança Pública da gestão de Geraldo Alckmin (PSDB) não se pronunciou sobre o caso.

O crime será investigado pela delegacia especializada em latrocínios do DHPP (departamento de homicídios) e pelo 15º DP (Itaim).

Para tentar chegar aos assassinos de Lotto, policiais civis que investigam o caso estão atrás de câmeras de segurança de prédios comerciais e residenciais e também de câmeras de monitoramento do trânsito na região.

A estratégia dos policiais é rastrear motocicletas que circularam pela 9 de Julho e São Gabriel no horário do crime, um dos cruzamentos mais movimentos da zona oeste e conhecido por ser um ponto no qual ladrões roubam relógios luxuosos.

SITES DA ITÁLIA

A agência Ansa publicou a morte de Lotto em sua página principal.

O La Presse, na versão italiana, destacou o crime no alto da página inicial de seu site, e publicou, de maneira equivocada, foto de um policial do Bope durante operação em favela carioca. Lettera43 e News24h também noticiaram a morte.

Ex-namorado é suspeito de matar adolescente de 16 anos em SP

Adolescente de 16 anos é assassinada na zona sul de São Paulo. A suspeita é que o ex-namorado tenha cometido o crime.

Vídeo com detalhes do caso aqui.

(a notícia é revoltante como as outras acima. Mas outra coisa que me revoltou foram os comentários do pessoal…tá, 16 anos é nova demais. Sim, 28 anos é velho demais para uma moça de 16. Sim, a família deveria ter sido mais rígida e vigilante. Entretanto, convenhamos…o tal Daniel Santos é mais um bandido psicopata filho da puta à solta! Independentemente da idade, pombas, vão falar que é culpa da própria menina, ou que é culpa da família dela o fato desse louco covarde e imbecil tê-la assassinado?!?)

\momento Datena OFF\

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‘O sonho do automóvel acabou’ em São Paulo, diz engenheiro


O transporte público deve ser um dos principais temas das eleições municipais deste ano. Em São Paulo, os recordes de congestionamentos se sucedem e os postulantes de PT e PSDB — Fernando Haddad e José Serra — já trocam farpas, acirradas depois do incidente com dois trens do metrô, em 16 de maio.

Aliado do prefeito Gilberto Kassab (PSD), Serra defendeu, durante debate organizado em maio pelo Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa) sobre o livro Triumph of the City, de Edward Glaeser (economista da Universidade de Harvard que defende a cidade como geradora de riqueza e qualidade de vida), que a solução para a mobilidade em São Paulo são obras viárias que desafoguem o trânsito do centro e investimentos no Metrô e na CPTM (trens urbanos). Gastar mais com o sistema de ônibus só ajudaria a engarrafar a cidade.

No papel de pedra para atingir eventuais vidraças da gestão Kassab, Haddad e os petistas têm apontado um “apagão nos transportes” em São Paulo.

Obviamente, a questão da mobilidade numa cidade como a capital paulista passa também pelos automóveis particulares — onde a grande questão é: como fazer para não ser necessário tirar o carro da garagem no dia-a-dia?

Em entrevista ao site Spresso SP, assinada por Felipe Rousselet (com Maria Eduarda Carvalho), Horácio Augusto Figueira, engenheiro de tráfego, vice-presidente da Associação Brasileira de Pedestres e defensor do uso intensivo de ônibus (em corredores) como parte da solução para o trânsito urbano, comenta a questão do transporte público versus o particular — e decreta: “O sonho do automóvel acabou em São Paulo”.

………………………………………………

Como o senhor avalia o custo/benefício do transporte público em São Paulo?
Horácio Augusto Figueira — 
Em termos de custo/benefício, fora do horário de pico, dá para você usar como serviço comum. Nos horários de pico, por não ter velocidade compatível nos corredores, os ônibus andam em baixa velocidade e lotados. Não é um serviço de boa qualidade. Para reverter essa situação, teria de ser dada prioridade total para os ônibus no sistema viário e, para isso, você tem de incomodar o usuário de carro, não tem outro jeito. Não tem como conciliar privilégios ao transporte coletivo sobre rodas sem tirar uma faixa dos automóveis. Os R$ 3 que você paga hoje em São Paulo são uma tarifa cara para um serviço de baixa velocidade comercial.

Se houvesse uma boa velocidade o serviço não seria caro, até pela integração entre ônibus e metrô e também pela possibilidade de o usuário pegar três ônibus no período de três horas. O que acontece é um subsídio interno do sistema para aqueles que fazem viagens longas: o usuário que anda poucos quilômetros paga por aquele que vem de mais longe. É caro por isso: um “caro relativo” e não em termos absolutos.

Por que isso?
Figueira —
 Pelo congestionamento imposto pelos automóveis. O poder público não tem a coragem de falar que uma faixa de ônibus transporta dez vezes mais pessoas que a mesma faixa, ao lado, de automóveis. A sociedade e a mídia cobram que existem muitos congestionamentos, [mas] acho que ainda tem pouco. Eu acabaria com o rodízio em São Paulo para a cidade sentir o que é a verdade do automóvel. Todo mundo quer andar de carro, mas não existe espaço físico que comporte mais na cidade de São Paulo. Não tem mais obra viária que vá resolver a questão da mobilidade por transporte individual. Não tem alargamento de marginal, ponte ou túnel que dê conta.

Não sou contra o automóvel. Tenho automóvel, mas me recuso a ir ao centro da cidade com transporte individual. Não cabe, é um problema físico. Você consegue colocar cem pessoas em 1 metro quadrado? Não consegue, e o que estão querendo fazer com o automóvel é isso. A avenida 23 de Maio vai continuar a mesma, e não podemos desapropriar a cidade inteira para entupir com automóveis.

Na Marginal Tietê, prefeitura e governo estadual investiram quase R$ 2 bilhões para alargar, e os congestionamentos voltaram. Aí restringiram os caminhões (leia entrevista sobre o tema), e os congestionamentos voltaram. E agora, quem eles vão tirar? (…) A demanda é tão grande que qualquer avenida inaugurada hoje, em um mês já vai estar entupida.

Quais medidas poderiam ser implementadas para melhorar a qualidade do transporte público numa cidade como São Paulo?
Figueira —
 É preciso pegar o espaço viário, todo o que for necessário, para implantação de uma malha de corredores viários. Parece que a prefeitura anunciou a criação, até o fim do ano, de 140 km de faixas exclusivas, o que não é a oitava maravilha do mundo por operar na direita [da via] e ter muita interferência, mas é melhor que nada. Até esperar que se construa um corredor adequado, operando na esquerda, é benéfico operar a faixa exclusiva na direita, que basta pintar, sinalizar e fiscalizar. Esta seria a primeira medida: deixar o ônibus andar.

  • Divulgação/Câmara Municipal de SPHorácio Figueira durante debate na Câmara Municipal de São Paulo: “Quem está causando congestionamento na cidade somos nós”

São quatro questões que o usuário leva em conta na hora de optar por um meio de transporte. Por que as pessoas fogem do ônibus, metrô e trens lotados, indo para o carro? Primeiro, pela velocidade: os ônibus não conseguem andar no horário de pico. Entre um carro que não anda e um ônibus superlotado que não anda, as pessoas com renda maior optam pelo carro.

A questão do rodízio. No dia que meu carro está no rodízio, eu compro e uso uma moto. Assim, aumentam o número de acidentes devido ao risco deste meio de transporte e pela forma como a maioria dos motociclistas conduz seu veículo — uma forma quase que suicida. Olha que loucura: o automóvel veio e congestionou a cidade, e agora pessoas de alta renda estão comprando motos; tenho dados sobre isso. Para fugir do congestionamento que elas próprias criaram e também do rodízio. Então, estamos fugindo de tudo, quando na verdade precisamos pensar em como fazer um choque de oferta.

Precisamos pegar duas faixas, no horário de pico, do corredor da avenida Nove de Julho, do Ibirapuera e do corredor Consolação-Rebouças para operação do transporte coletivo — doa a quem doer — porque então transportaremos em duas faixas 20 mil pessoas por hora, quando eu precisaria de 20 faixas de automóvel para transportar as mesmas pessoas. Uma faixa de ônibus leva dez vezes mais passageiros por hora que uma faixa de automóvel. Basta a decisão política para que isso seja feito.

O pré-candidato à prefeitura de São Paulo, ex-governador José Serra (PSDB), afirmou num debate sobre urbanismo que investir em ônibus em São Paulo iria engarrafar ainda mais a cidade. O senhor concorda?
Figueira —
 Iria engarrafar o trânsito de automóveis, mas na verdade é o contrário: são os automóveis que engarrafam o trânsito do transporte coletivo e não deixam os ônibus andarem. (…) O ex-governador que me perdoe, mas quando falaram que iam alargar a Marginal Tietê eu avisei, numa entrevista, que iam jogar nosso dinheiro no lixo. Nas dez faixas da Marginal Tietê passam em média 15 mil automóveis por hora. Se multiplicarmos esse número pela ocupação média de 1,4 passageiro em cada automóvel, dá 21 mil pessoas por hora. Qualquer engenheiro da prefeitura sabe que uma faixa exclusiva para ônibus biarticulados, bastando apenas permitir a ultrapassagem no ponto, consegue transportar com um padrão razoável de conforto todas as pessoas que estão entupindo as dez faixas da marginal.

Se você entrar no site da SPTrans em horário de pico, você vai ver ônibus trafegando em corredores com velocidade média de 5 km/h. A prefeitura sabe disso e não faz nada. Como poderíamos atuar nessa situação? É só verificar o problema e aumentar mais uma faixa para o transporte público pelo tempo necessário. E os automóveis? Não estou mais preocupado com os automóveis. Se continuarmos preocupados com automóveis, não tem mais o que fazer. Posso investir um trilhão de dólares em obras viárias em São Paulo que nunca mais vou conseguir resolver o problema da mobilidade.

O sonho do automóvel acabou na cidade de São Paulo. Ele foi bom há 40 anos, quando era 1 em mil. Hoje, há famílias que têm oito veículos para fugir do rodízio. É o rodízio da hipocrisia: você que é pobre não vai andar, mas eu que sou rico pego meu outro carro.

O metrô e o trem vão resolver o problema? Vão resolver os grande eixos de demanda, mas não da mobilidade de uma cidade que tem mais de mil linhas de ônibus. Você nunca vai ter uma malha de metrô de 2.000 quilômetros nem daqui a mil anos. O sistema de ônibus é aquele que sobe o morro, que atende às ruas de bairros, e muitos dos seus eixos têm de ser estruturadores do sistema de transportes. Por exemplo, a avenida Rebouças, onde operam mais de 30 linhas de ônibus: teríamos de transformar em quatro ou cinco linhas-tronco com ônibus biarticulados, como se fosse um “metrôzinho sobre pneus”. Outra medida é implantar um sistema em que ônibus converse com o semáforo por radiofrequência para diminuir a duração do sinal vermelho. Londres implantou isso em 1977 e diminuiu 30% no tempo de percurso, e Curitiba tem há três meses em todos os seus corredores.

Reproduzido com permissão do Spresso SP; a íntegra do texto, que foi condensado para publicação no UOL, está aqui.

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