Posts Marcados Com: vagina

Uau, este assunto realmente está na moda


Dias atrás publiquei um artigo que vi há tempos, a respeito da depilação feminina (publiquei porque me meti, como sempre, num pseudo-barraco virtual no Facebook ;)). Dois anos atrás, já havia publicado algo relacionado, no meu outro blog. Aí vi aquele artigo sobre o quadro A origem do mundo, e publiquei-o como complemento…e agora, eis que vejo mais um! Uau, quem diria que pelos incomodam as pessoas tanto assim?!? hahahaah Acho estupidez querer ditar tendências…de qualquer tipo, que dirá sobre algo tão irrelevante e, ao mesmo tempo, tão polêmico!

Manequins com pelos pubianos fartos e aparentes causaram polêmica na vitrine da loja American Apparel, no bairro do Soho, em Nova York

“Depois de reinar durante, pelo menos, três décadas, a depilação total ou quase total da região pubiana – conhecida como Brazilian Bikíni Wax – parece perder força, principalmente nos Estados Unidos, onde dominou os salões de beleza e a preferência popular das mulheres durante muitos anos.

Alguns fatos recentes, registrados pela mídia internacional, mostram que começa a surgir uma preferência por um look mais natural, com pelos generosos. A tendência começa a pegar força especialmente por conta do aval de famosas como Lady Gaga, que foi fotografada para a capa da revista “Candy” com pelos púbicos plenos; a atriz americana Gwyneth Paltrow, de “Homem de Ferro 3”, que revelou sua preferência por um visual mais natural, estilo anos 70; e da atriz Cameron Diaz, que em seu livro “The Body Book”, lançado recentemente, dedica um capítulo exclusivo ao assunto, onde diz que é contra a depilação íntima e enaltece os pelos pubianos, sob o argumento de que servem como uma linda cortina ao galanteio masculino, atiçam a imaginação dos amantes e criam um certo ar de mistério sobre “os tesouros privados”.

E no Brasil – a onda pega?
Por aqui, a polêmica ficou por conta da atriz Nanda Costa, que na capa da Playboy de agosto do ano passado, posou com pelos pubianos fartos e causou alvoroço, mais do que tudo por ser uma escolha fora do senso comum. No entanto, essa tendência de resgatar um visual mais natural parece estar distante dos hábitos das brasileiras. “Não percebemos nenhuma mudança nesse sentido. Isso é folclore. Algumas mulheres não depilam mesmo, por medo, por desconhecer o benefício, pelo custo ou por vergonha. Mas quando o fazem pela primeira vez, dificilmente deixam o método de lado. A região fica mais bonita, com um aspecto de pele bem cuidada e a sensação de limpeza e higiene é indiscutível”, declara Regina Jordão, diretora da rede Pello Menos, com 49 lojas distribuídas no Rio de Janeiro, São Paulo, Paraíba e Amazonas, que conta com uma clientela de 100 depilações por dia.

Depilar ou não depilar?
Eis a questão. Além dos fatores estético e cultural, essa decisão é muito subjetiva. Mas é quase impossível falar de depilação sem associar ao aspecto da higiene, apesar dessa ligação dividir a opinião dos médicos. “O fato de algumas mulheres não se depilarem não significa que tenham menos higiene. Desde que façam higienização regularmente com sabonetes comuns ou específicos para esta região”, diz a dermatologista Luciana Abbade, da Faculdade de Medicina de Botucatu (Unesp).

Já, para a ginecologista Rose Amaral, do Ambulatório de Infecções Genitais e Vulvares do Hospital da Mulher, da Unicamp, a depilação é um fator que favorece, sim, a higiene. “Porque não retém resíduos de soluções biológicas, como suores e urina, assim como resíduos de produtos usados para higiene pós miccional, como papel higiênico, que podem acumular com mais frequência quando existe uma quantidade maior de pelos na região”.

Look natural requer cuidados
O fato de adotar um visual mais primitivo, sem se depilar, não significa uma carta de alforria em relação aos cuidados. O conforto de não precisar fazer a depilação é uma vantagem, sem dúvida, mas ao contrário do que parece, adotar o “estilo natural” também exige manutenção – simples, mas necessária. “É importante manter os pelos curtos, para isso, basta cortá-los cuidadosamente com uma tesoura”, declara Rose Amaral. Além disso, a ordem é caprichar na higiene.

Proteção natural
Assim como os cílios e as sobrancelhas, os pelos pubianos têm a função de, entre outras coisas, serem para-raios de impurezas e até prevenir doenças. “Todos os pelos têm função de proteção contra agentes nocivos externos, como produtos químicos, fungos e bactérias. Infecções sexualmente transmissíveis como herpes genital e verrugas genitais, causadas por HPV, podem ter uma “porta de entrada” facilitada nas pessoas que se depilam totalmente, uma vez que a barreira natural está ausente. Além disso, os pelos pubianos protegem contra vulvovaginites e outras infecções cutâneas desta região”, afirma Luciana Abbade.”

http://mulher.uol.com.br/beleza/noticias/redacao/2014/02/13/depilacao-intima-conheca-os-pros-e-os-contras-de-adotar-o-look-natural.htm

Categorias: Health and wellness, Saúde e bem-estar | Tags: , , , | 2 Comentários

Por que a imagem da vagina provoca horror?


Diante da origem do mundo, ela deu um grito

ELIANE BRUM

Muitos anos atrás, não sei precisar quantos, deparei-me com o quadro A origem do mundo (L’Origine du Monde, 1866) e me encantei. Nele, o francês Gustave Courbet pinta uma vagina. Cheguei a ela desavisada e fui tomada por uma sensação profunda de beleza. Forte o suficiente para sonhar, deste então, com a compra de uma reprodução, um plano sempre adiado. Quando passei a trabalhar em casa, há dois anos, desejei ainda mais ter o quadro na parede do meu escritório, onde reúno tudo aquilo que me apaixona em um pequeno universo perfeito e só meu. No último aniversário, em maio, meu marido me deu a reprodução de presente. Só na semana passada, porém, o quadro chegou da vidraçaria onde fez escala para receber moldura. Então, algo inusitado aconteceu.

Ouvi um grito:

– É o fim do mundo!

Eu estava no quarto e saí correndo, alarmada, para ver o que tinha acontecido. Encontrei Emilia, a mulher que limpa nossa casa uma vez por semana, com o rosto tomado por um vermelho sanguíneo, diante de A origem do mundo, que, ainda sem lugar na parede, jazia encostado em um armário.

– É o fim do mundo! – gritava ela, descontrolada. – Nunca pensei ver algo assim na minha vida! Eliane, que coisa horrível!

Meio atordoada, eu repetia: “Não é o fim do mundo, é o começo!”. E depois, sem saber mais o que fazer para acalmá-la, me saí com essa estupidez: “É arte!”. Como se, por ser “arte”, ela tivesse de ter uma reação mais controlada, quando é exatamente o oposto que se espera. Beirando o desespero diante do desespero dela que eu não conseguia aplacar, apelei: “Mas, Emilia, metade da humanidade tem vagina – e a humanidade inteira saiu de uma vagina! Por que você acha feio?”.

O fato é que, para Emilia, era o fim do mundo – e não o começo. Tentei fazer piada, mas percebi que a perturbação não viraria graça. A questão para ela era séria – e ela só não pedia demissão porque trabalha há 12 anos comigo e temos um vínculo forte. Naquele dia, Emilia despediu-se incomodada e passei a temer que talvez ela não suporte olhar para o quadro a cada quinta-feira.

Por que Emilia, uma mulher adulta, que me conta histórias escabrosas da vida real, se horrorizou com a visão de uma vagina? Por que eu me encantei com a visão de uma vagina? Quando vivo uma experiência de transcendência, em geral eu não quero saber sobre a história da pintura que a produziu, porque temo perder aquilo que é só meu, a sensação única, pessoal e íntima que tive com aquela obra. É uma escolha possivelmente besta, mas faz sentido para mim. Por isso, eu quase nada sabia sobre “A origem do mundo”, para além do fato de que eu a adorava. Só no ano passado, ao ler um pequeno livro sobre um dos grandes nomes da história da psicanálise, o francês Jacques Lacan, soube que ele foi o último dono da pintura. Nos anos 90, sua família doou o quadro para o Museu D’Orsay, em Paris, onde está desde então.

Graças ao estranhamento de Emilia, transtornada que foi pela experiência artística quando se preparava para passar o pano no chão, fui levada a um percurso inesperado. Descobri que A origem do mundo causa escândalo desde que foi pintada. E agora quem está horrorizada sou eu, mas pela ausência de horror em mim diante do quadro. Por quê? Por que eu não sinto horror? O que há de errado comigo que não sinto horror?, cheguei a me perguntar. De repente, nossas posições, a minha e a de Emilia diante do quadro, inverteram-se. Eu, que não compreendia o horror dela, passei a suspeitar do meu não horror.

Eis uma breve trajetória da obra. A origem do mundo foi encomendada a Courbet, um pintor do realismo, por um diplomata turco chamado Khalil-Bey. Colecionador de imagens eróticas, ele pediu um nu feminino retratado de forma crua. E Courbet lhe entregou um par de coxas abertas, de onde despontava uma vagina após o ato sexual. A obra teria sido instalada no luxuoso banheiro do milionário, atrás de uma cortina que só se abria para revelar o proibido para uns poucos escolhidos. Khalil-Bey teria perdido a pintura em uma dívida de jogo, momento em que a tela passa a viver uma série de peripécias.

O quadro teve vários donos e, ao que parece, todos o escondiam atrás de uma cortina ou de uma outra pintura. Na II Guerra Mundial, algumas versões afirmam que chegou a ser confiscado pelos nazistas do aristocrata húngaro ao qual pertencia. Em seguida, passou uma temporada nas mãos do Exército Vermelho. Até que, após uma acidentada jornada, em 1954 foi comprado por Lacan e instalado na sua famosa casa de campo.

Até mesmo Lacan, um personagem pródigo em excentricidades e sempre disposto a chocar as suscetibilidades alheias, ocultava o quadro com uma outra pintura, encomendada ao pintor surrealista André Masson com esse objetivo. Como uma porta de correr, esse “véu” retratava uma vagina tão abstrata que só um olhar atento a adivinhava. Apenas visitantes especiais ganhavam o direito de desvelar e acessar a vagina “real”. Segundo Elisabeth Roudinesco, a biógrafa mais notória de Lacan, o psicanalista gostava de surpreender os amigos deslocando o painel. Anunciava então “A origem do mundo”, com a seguinte declaração: “O falo está dentro do quadro”. Boa parte dos intelectuais apresentados à tela ficava, como Emilia, bastante incomodada.

Por quê?

Que há algo perturbador no órgão sexual feminino não há dúvida. Até nomeá-lo é um problema. Vagina, como tenho usado aqui, parece excessivamente médico-científico. É como pegar a língua com luvas cirúrgicas. Boceta ou xoxota ou afins soa vulgar e, conforme o interlocutor, pejorativo. É a língua lambuzada pelo desejo sexual – e, por consequência, também pela repressão. Não há distanciamento, muito menos neutralidade possível nessa nomeação. É uma zona cinzenta, entregue a turbulências, e a palavra torna-se ainda mais insuficiente para nomear o que Courbet chamou de “A origem do mundo”. Para Lacan, “o sexo da mulher é impossível de representar, dizer e nomear” – uma das razões pelas quais teria comprado o quadro.

Em busca de respostas para o horror de Emilia, que, por oposição, revela o meu não horror, naveguei por algumas interpretações do quadro – e da perturbação gerada por ele. Jorge Coli, historiador, crítico de arte e autor de um livro sobre Courbet para a editora francesa Hazon, assim comentou sobre A origem do Mundo, em um artigo publicado em 2007: “Parece-me a radicalização do processo de transformar a mulher em um objeto orgânico, pois ele esconde a cabeça (pensante) e os braços e pernas (elementos da ação). Vemos a ponta do seio e, sobretudo, o sexo”. Coli assinala que uma das questões do século XIX era a ameaça do desejo contida no feminino. Inerte, entregue à contemplação, a mulher não ameaçaria.

Em algumas manifestações escandalizadas, o fato de Courbet ter “reduzido” a mulher a um pedaço da anatomia foi considerado uma afronta. Uma mulher sem cabeça, sem braços, sem história. A pintura chegou a ser definida pelo escritor e fotógrafo francês Maxime Du Camp como um “lixo digno de ilustrar as obras do Marquês de Sade”. Análises mais psicanalíticas explicam o horror de quem olha pela castração. Diante do espectador, entre as coxas abertas da mulher se revelaria a ferida aberta, a falta, a impossibilidade de ser completo. As mulheres se horrorizariam pela constatação da castração, os homens pelo temor a ela. Se alguns olhares produzem pistas, outros reforçam apenas o incômodo que a obra produzia.

O efeito do quadro já foi tentado em fotografias de mulheres, em geral prostitutas, colocadas na mesma posição, mas o resultado revelou-se diverso. Ao transpor para a fotografia, não é mais a imagem de Courbet, mas outra. Até que, em 1989, uma artista francesa, Orlan, fez algo marcante – e com grande potencial para gerar polêmica – a partir da obra original. Ela reproduziu a pintura trocando a vagina por um pênis – ou a boceta por um caralho. E chamou-a de A origem da guerra. Olhar para essa imagem causa um estranhamento, especialmente porque a posição, deitada de costas, é muito mais íntima da mulher do que do homem. O pênis, no caso, se oferece ereto ao olhar, mas a partir de um corpo na horizontal, entregue.

É instigante, desde que a provocação não seja reduzida a um feminismo indigente, banalizado pela crença pueril do “a mulher gera a vida, o homem a morte”. A intenção de Orlan, segundo Roudinesco, era bem mais refinada. Ela “pretendia desmascarar o que a pintura dissimulava, realizando uma fusão da ‘coisa’ irrepresentável com seu fetiche negado”. Reivindicava então a “imprecisão do gênero e da identidade” que marca o nosso tempo, anunciando, por sua vez: “Sou um homem e uma mulher”.

O que se pode afirmar é que Courbet revelou o que está sempre coberto, oculto, escondido. No Carnaval brasileiro, por exemplo, como lembra a psicanalista Maria Cristina Poli em um artigointeressante sobre o feminino, tudo é exposto – e até superexposto – do corpo da mulher, menos a vagina. Mas a força do quadro não está só no “mostrar”. Há algo de incapturável e único na forma como Courbet mostrou o “imostrável”, já que a transposição da imagem para a fotografia não causa o mesmo efeito. E o que é?

Não sei.

A vagina pintada por Courbet é peluda como não vemos mais nos dias de hoje. A depilação quase total do sexo feminino tornou-se um popular produto de exportação do Brasil. Tanto que virou um dos significados da palavra “Brazilian” no renomado Dicionário Oxford: “Estilo de depilação no qual quase todos os pelos pubianos da mulher são retirados, permanecendo apenas uma pequena faixa central”. Pelo visto, a partir dos trópicos supostamente liberados e sexualizados, a vagina depilada virou um clássico contemporâneo.

Este é um ponto interessante. Ao primeiro olhar, a extração dos pelos serviria para revelar mais a vagina, mas me parece que este é mais um daqueles casos, bem pródigos na nossa época, em que se mostra para ocultar – a superexposição que ofusca e cega. A vagina sem pelos é uma vagina flagelada – e arrancar os pelos com cera é mesmo um flagelo. É também uma vagina infantilizada pela força. E é ainda uma vagina esterilizada, já que vale a pena lembrar que no passado recente essa depilação agressiva só acontecia nos hospitais para, supostamente, facilitar o parto. “Se não depilo totalmente, me sinto suja”, disse-me uma amiga. Suja?

Em janeiro de 2000, a atriz Vera Fischer exibiu sua vagina peluda em um ensaio fotográfico da revista Playboy. Causou furor. Falou-se na “Mata Atlântica”, na “Amazônia”, na “selva” onde sempre é perigoso penetrar. Havia algo de poderoso e incontrolável na vagina em estado “natural” de Vera Fischer, e a polêmica se fez. Era uma mulher não domesticada ali. Uma mulher adulta.

Não me parece – e nunca saberemos se tenho razão – que, se Courbet tivesse pintado uma vagina careca, ela teria causado tanto o horror de Emilia quanto o êxtase em mim. A vagina pintada por Courbet é uma vagina que revela. Mas o quê?

Não sei. A maravilha da arte é que ela nos transtorna sem a menor intenção de nos dar respostas – muito menos caminhos a seguir. A arte é sempre labiríntica. Não há sentimentos “certos” ou “errados” diante da expressão artística, há sentimentos apenas. Movimentos. Que nos levam por aí, aqui. É em respeito a essa ideia que decidi não colocar nenhuma imagem do quadro aqui, nem mesmo um link – ou um atalho – para a imagem na internet. A busca da origem do mundo é pessoal e intransferível. Assim como a decisão de buscá-la.

A obra de Courbet sempre foi oculta por uma outra pintura. Ou cortina. Exceto agora, que a exibição no museu deu a ela uma espécie de salvo-conduto, por ser ali “o lugar certo”. De algum modo, até então, a vagina mais famosa da História da Arte fora coberta por um véu – além do véu representado pela própria pintura.

Decidi não cobrir minha reprodução de A origem do mundo com uma burca. Vamos ver o que acontece.

http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/eliane-brum/noticia/2012/06/por-que-imagem-da-vagina-provoca-horror.html

Categorias: Entertainment, Health and wellness, News and politics, Notícias e política, Saúde e bem-estar, Several things! | Tags: , , , | 1 Comentário

Erotika Fair 2013


er6

Este ano a feira erótica acontecerá dos dias 4 a 7 de abril.

Nos dias 04 e 05 de Abril de 2013, das 14:00 as 17:00 horas só terão acesso os profissionais do setor previamente credenciados. O público consumidor e em geral poderá visitar o evento nos dias 04 e 05 de Abril de 2013 das 17:00 as 22:00 horas e nos dias 6 e 07 das 14:00 as 22:00 horas.

Para ter uma ideia de como é o evento, veja meu post a respeito da feira do ano passado.

Os ingressos custam 8o reais para casal, e 50 o individual.

LOCAL
Palácio das Convenções do Anhembi – São Paulo
EVENTOS PARALELOS
EROTIKA ART – pintura corporal “by Madison”, exposição de sexualidade com o Dr. do Sexo
EROTIKA FEMME – chás sensuais somente para mulheres by Doce Sensualidade
EROTIKA LAND – brincadeiras eróticas – Contato Erótiko e Cadeira Elétrica – para o público visitante e participantes
EROTIKA MOTEL SHOW – Real Doll Valentina, Sexônico, Motel-móvel, e muito mais
EROTIKA POLE DANCE COMPETITION – segunda edição do concurso organizado por Grazzy Brugner
EROTIKA SHOWS – Marcello Bravo & Little Caprice, Clube da Mulheres, Burlesque Show by X Plastic, Erotika Show Boys, Stand-up by Loja do Prazer, Erotika Show Girls e Nefertitti Club Show. Apresentação: SILVETTY MONTILLA
PAPO EROTIKO – ciclo de palestras ABEME e SEBRAE
Categorias: Sem categoria | Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 3 Comentários

Aurora

Uma imagem vale mil palavras, então...

Pedazos de miel en jaula

La existencia, la introspección y la experiencia

Filosofia Animada

Sitio Virtual onde se encontra o registro das práticas educacionais do Prof. Daniel Carlos.

throughdanielleseyes

Words, thoughts, and snapshots of life.

Dirty Sci-Fi Buddha

Musings and books from a grunty overthinker

BaileyBee

The Hive

Chairybomb

Honest Furniture Reviews

ricardo barros elt

Thinking and Living English

BA -VISUAL LESSON PLANS

for English teachers.

viralelt.wordpress.com/

Viral Videos for Higher Level ELT | Ian James | @ij64

Progressive Transit

For better communities and a higher standard of living...

Josh, Naked

A mental birthday suit

colossalvitality

Just another WordPress.com site

sindhuspace

Claiming the better half for women in a Man's World

Cybele's Haus of Digital Pain

kismetly crestfallen

Amanda Ricks

The People-First Digital Marketing Specialist.

CamiNique

Blog literário

wolf4915

Writing, Photography, Digital Art, Painting + News!

Le Blog BlookUp

Imprimez et transformez vos contenus digitaux, blogs et réseaux sociaux, en magnifiques livres papier sur blookup.com

Dr. Eric Perry, PhD

Psychology to Motivate | Inspire | Uplift

Jornal Acorda Getúlio

Os alunos fazem a escola

Kate Gale: A Mind Never Dormant

The life of a writer/editor

Biblioteca Florestan

Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USP

Photography Art Plus

Photography, Animals, Flowers, Nature, Sky

Vegan Children's Stories

Vegan Children's Stories

Cafe Book Bean

Talk Books. Drink Coffee.

marioprata.net

Site oficial do escritor Mario Prata

Eric Schlehlein, Author

(re)Living History, with occasional attempts at humor and the rare pot-luck subject. Sorry, it's BYOB. All I have is Hamm's.

Through Open Lens

Home of Lukas Kondraciuk Photography

OldPlaidCamper

The adventures of an almost outdoorsman...

PROVERBIA

"Crítica Social, Lírica y Narrativa"

Top 10 of Anything and Everything - The Fun Top Ten Blog

Animals, Gift Ideas, Travel, Books, Recycling Ideas and Many, Many More

gaygeeks.wordpress.com/

Authors, Artists, Geeks, Husbands

DaniellaJoe's Blog

crochet is my favorite fiber art and my goal is to become a real artist...