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Men can stop rape.Los hombres pueden prevenir la violación. Contre le viol. Os homens podem prevenir o estupro.


…e sim, mesmo quando um homem e uma mulher são casados, ainda é estupro. Denuncie.

…and yeah, even when a man and a woman are married, it’s still rape. Denounce it.

…et oui, même quand un homme et une femme sont marriés, c’est encore le viol. Denoncez-le.

Janus Aureus

If you’re an English speaker, visit http://www.mystrength.org

Si hablas español, visite http://www.mifuerza.org

Si vous êtes francophone, vous pouvez aller ici et signer la pétition: http://www.contreleviol.fr/

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Universo paralelo…


Por Eliane Trindade

“Como o operário de “Construção”, canção de Chico Buarque, Lucas Lima, que ganhou notoriedade como um dos organizadores dos “rolezinhos” aos shopping centers, morreu atrapalhando o tráfego: o garoto de 18 anos foi espancado até a morte numa rua chamada Terra Brasileira, na zona leste de São Paulo.

Naquela noite de sexta, ele desligou o computador (seu perfil no Facebook tem 57 mil seguidores) e se despediu do pai, Luiz Carlos, por volta das 22h: “Vou dar um ‘rolezinho'”.

Vestia uma camisa xadrez, bermuda e tênis. “Não sei de que marca, mas devia ser tudo réplica, viu”, conta o ex-motorista de caminhão e hoje encarregado de logística de uma empresa de tubos e conexões. Ele só reencontraria o corpo inerte do filho quase 48 horas depois no necrotério.

Lucas tinha caprichado no visual para a balada daquele final de semana. Até passou novamente no salão. “Você aqui de novo? Já cortei teu cabelo ontem, rapaz”, surpreendeu-se o cabeleireiro. “Vou dar um rolê”, justificou-se. Saiu de lá com o cabelo assentado com gel, como gostava de aparecer nas “selfies” que lotam seu perfil na rede social.

A boa daquela noite era o X do Morro, um baile funk famoso na zona leste, realizado a céu aberto por uma garotada que faz das vias públicas espaço de lazer nos finais de semana.

Só que a polícia, naquela noite, chegou antes e acabou com a festa de Lucas e da galera. Na dispersão do pancadão que não rolou, o estudante encontrou a morte.

A versão contada por testemunhas no 64º distrito policial, onde o homicídio é investigado, é a de que ele teria mexido com uma garota e acabou sendo trucidado pelo namorado dela.

COISA DE INVEJA

O pai ainda não encontrou as respostas para tamanha violência. “Lucas sempre foi da paz. Pode perguntar aqui na vizinhança, na escola. Não vai encontrar ninguém pra falar mal dele.”

Tece algumas hipóteses para uma reação tão despropositada de um outro jovem, menor de idade, para tirar a vida de alguém a pontapés: “Meu filho era carismático, uma pessoa vistosa e que tinha muitas fãs. Isso foi coisa de ciúme, inveja”.

E aproveita a tragédia para colocar os pontos nos is. “Lucas nunca foi líder de ‘rolezinho’ coisa nenhuma. Isso não existia. Se ele fosse líder não estaria sozinho no baile. Cadê os liderados, os seguidores?”

Pai de dez filhos com idade entre 41 e 14 anos, Luiz Carlos, 63, diz ter tido uma conversa séria com Lucas, quando o viu ganhar as páginas dos jornais associado aos passeios em bando rumo aos shoppings. “Por uma exigência minha, ele se afastou completamente. Não só com medo da multa de R$ 10 mil, como disseram.”

Luiz Carlos diz que fez valer sua autoridade paterna para começar a encaminhar o filho adolescente. Há dois meses, Lucas estava trabalhando pela primeira vez com carteira assinada. Virou ajudante geral na mesma firma em que o pai bate ponto há 14 anos.

Com o primeiro salário de R$ 1.100 no bolso, ele comprou duas camisas, mandou consertar o celular e guardou o restante. “Ia tirar carteira de motorista e já sonhava em comprar um carro, um Golzinho”, conta o pai.

Estudante do terceiro ano do ensino médio, Lucas pensava também em cursar mecatrônica. Tinha acabado um curso de informática.

O pai pretende retirar do Facebook o perfil que fez a fama, “por assim dizer”, de Lucas. “O nosso orgulho era o que ele sempre foi em casa, com a família e com os amigos, não o que conquistou nas redes sociais.”

O pai de Lucas se define como “tronco de uma família pobre e ao mesmo tempo rica”. E pontua: “Rica em educação”. “Sempre fui um pai presente para o meu filho. Ensinei ao Lucas que o que mais interessa na vida é dignidade e isso dinheiro não compra nem está na marca da roupa que você está usando.”

Desencorajava o consumo de grifes, uma febre que ecoa nos versos do funk ostentação, que fazia a cabeça do seu caçula entre os homens e da menina da área. “É melhor comprar roupa no camelô. É igual às do shopping. Só tenho um tênis de marca, daquela Nike, mas ganhei do meu patrão.”

Sempre cobrou da prole que se “equilibrasse na vida”. A cobrança surtiu efeito com duas filhas, que já adultas e casadas, voltaram a estudar e estão fazendo faculdade. Uma será psicóloga, e a outra, administradora de empresa.

O office-boy que sonhava ser engenheiro se orgulhava de não precisar mais pedir dinheiro para o pai para ir para a balada. Na última, Lucas exibiu o visual bem cuidado de garoto vaidoso, estava com uma graninha no bolso para pagar bebida “pras minas”, mas “acabou no chão feito um pacote flácido, agonizou no meio do passeio público e morreu na contramão atrapalhando o sábado”, como o personagem da música de Chico Buarque.

FLUXO DE RUA

Oito dias depois do homicídio de Lucas, a boa do fim de semana na área era o Fluxo da Caixa D’Água. É o que sugerem Danilo, William e outros três rapazes -com idades entre 18 e 25 anos- que tomam uma cerveja no estacionamento de um posto de gasolina da avenida São Miguel, na noite da última quinta-feira.

Traduzindo para quem vive fora da zona leste, ou ZL para os íntimos: fluxo é o nome dos bailes realizados em ruas, praças e até estacionamentos de postos, como aquele.

Espaços que vão sendo tomados aos poucos por carros com equipamentos de som turbinados para embalar os adeptos de funk, pagode ou sertanejo universitário, dependendo da turma, em um território delimitado também pelas preferência musicais.

A céu aberto, nas barbas da vizinhança e longe da polícia, as caixas de som reverberam, madrugada adentro, hits como “Gosto Mais do que Lasanha”, do MC Daleste, morto durante um show em Campinas, no ano passado.

É uma ode à ostentação que dá nome ao subgênero do funk carioca. As meninas empinam o bumbum e vão até o chão no batidão que diz “Tô na onda do funk de Sergio K e Polo Brooksfield Side Walk Hemp Ralph Lauren”.

O desfile de grifes não é só nas letras. A tal Caixa D’Água, onde rola um dos “fluxos de rua” mais conhecidos da ZL, fica na avenida Cangaíba, na entrada de uma favela.

O local se transforma também em passarela fashion, mesmo a contragosto das grifes cantadas a plenos pulmões e exibidas com suas logomarcas pela mesma galera que assustou os donos de shopping com os “rolezinhos” convocados pelas redes sociais.

Na hora da diversão, a meninada mostra o que consome no crediário. “O pit bull tá de Lacoste, o cowboy tá de Lacoste”, diz a letra que embala o “bonde” da marca francesa cujo símbolo, o jacaré, está nas camisas polo (que custam em torno de R$ 250) usadas por garotos da favela.

Danilo, bancário de 25 anos, tira a sua polo do armário e explica porque vai aos “fluxos de rua”. “É o que temos para o momento. Além de muita adrenalina, não tem proibição de nada. O pessoalzinho de menor pode entrar. Ninguém controla a entrada nem a saída.”

É uma festa sem leão de chácara, sem revista nem ingresso pago. “É a balada pra quem não tem dinheiro”, define William, 20, que é zoado pelo restante da turma por admitir que gosta das “raves de pobre”.

Um dos amigos, que poderia ser definido como o “coxinha” da turma, torce o nariz para os bailes típicos dos morros cariocas que chegaram com força na planície de Itaquera e arredores.

Danilo diz não estar nem aí para o preconceito de quem o questiona por frequentar os pancadões: “Como sou trabalhador e tenho um filho de cinco anos, me perguntam o que vou fazer no fluxo de rua.” E ele mesmo responde: “Gosto de ver a bagunça. Só bebo cerveja. Não fumo maconha, mas vejo meninos de 12 anos fumando. É cada um na sua.”

MOTOS E PERIGUETES

Os cinco amigos vão descrevendo o que imagens postadas em páginas do Facebook com o nome dos fluxos de rua famosos da região apenas sugerem.

O que faz um fluxo de rua bombar? “É aquele lance, a gatinha com aparelhos coloridos nos dentes, daqueles vendidos na rua 25 de março, chega com o nosso ‘Rei do Camarote'”, relata o primeiro.

“O cara desce da moto, vestido de bermuda e tênis de grife com um Red Label [uísque] de R$ 140 debaixo do braço e já vira o dono do baile”, emenda outro.

“Já esse aqui”, apontam para o mais calado do grupo, “encara a balada com uma garrafa de Balalaika [vodca] e um energético desses de dois litros, o tsunami, que custa R$ 6,50 e derruba qualquer um.”

Eles contam que a modinha agora no fluxo de rua é o velho e proibido lança perfume. “Abaforô ficou louco”, canta um deles, entoando o refrão que também faz sucesso no pancadão. “O troço congela até o pé.”

O melhor da noite são as “periguetes descontroladas” e o barulho de escapamento estourado de motos roubadas. “O que tem de mina dando mole. Transam até em cima de moto. É só oferecer um pouco de bebida”, diz um deles, desfiando seu machismo. Ela não transa sozinha, né? “Os caras tão lá pra isso mesmo”, continua o jovem de 20 anos. “É tudo menina novinha, que mente pra mãe que vai dormir na casa das amigas e se acaba no pancadão.”

Eles se empolgam mesmo para falar na sinfonia de um monte de “bode” -nome dado às motos roubadas, em alusão ao bicho que vive no mato, assim como as motocicletas após a desova. “Parece barulho de tiro. O cara acelera, liga e desliga e vem o pipoco pra alegria da galera. Quando começa o estouro de escapamento das motos não dá mais para ouvir a música.”

FESTA ILEGAL

As cenas descritas acima dão força ao discurso dos que querem proibir os bailes funks em São Paulo, a exemplo do que ocorreu no Rio. A Câmara Municipal chegou a aprovar, ano passado, projeto de lei dos vereadores Conte Lopes (PTB) e Coronel Camilo (PSD), representante da chamada “Bancada da Bala”, por serem oriundos da Polícia Militar.

Ao justificar a lei que tornaria ilegal a diversão da garotada da periferia, os vereadores descrevem os pancadões como “aglomerações que varam a madrugada com a participação de menores de idade, ao som de música ensurdecedora, bebendo bebidas alcoólicas, usando drogas e fazendo sexo em plena via pública”.

No início deste ano, o prefeito Fernando Haddad (PT) vetou na íntegra a lei e declarou que “o funk é uma expressão legítima da cultura urbana jovem”.

MACHISMO E VIOLÊNCIA

Pesquisador do fenômeno paulistano, Danilo Cymrot, doutorando em criminologia pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, diz que não adianta proibir e estigmatizar o lazer da garotada da periferia.

“Não nego que aconteçam fatos preocupantes nos fluxos de rua e nos pancadões, mas não é proibindo o funk que se resolve o problema.”

Para o advogado, transformar a diversão em caso de polícia só vai fazer a balada mudar de endereço. “O que é preciso é ter espaços de lazer gratuitos ou acessíveis.”

Ele também chama a atenção para leituras apressadas de que Lucas Lima morreu por estar em um baile funk. “O mesmo acontece em boates da zona sul do Rio ou nos Jardins. Ele foi mais uma vítima de uma cultura machista que permite ao macho proteger a sua fêmea até com o uso da violência.”

Em meio ao luto, o pai de Lucas tende a concordar com o pesquisador. “A morte do meu filho não tem nada a ver com ir ou não a uma festa. A violência está em todo o lugar. Não temos segurança pra botar o pé fora de casa”, lamenta Luiz Carlos. Para um dos garotos símbolo do “rolezinho”, ela estava em uma rua chamada Terra Brasileira, na zona leste de São Paulo.”

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/redesocial/2014/04/1440720-foi-dar-um-role-e-morreu-sozinho-na-contramao-de-um-pancadao-na-zl.shtml

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Comentários sobre a Virada Cultural


Comentários que vi num artigo a respeito da violência na Virada Cultural deste ano:

É a terceira vez que vou à virada cultural. Todas as vezes fiquei com a forte impressão tensão pairando no ambiente, muito álcool sendo ingerido, muitas garrafas de vidro pelo chão e corre-corres repentinos, insinuando algum tipo de arrastão. O lado positivo da virada é a ocupação do centro abandonado desta cidade fantástica, mas a cada ano a sensação de decadência é maior: o Othon ocupado, muitos prédios pichados e invadidos denotam uma leniência insustentável das autoridades paulistanas. Quanto ao conteúdo cultural da virada, não percebi qualquer coerência: parecia um amontoado desconexo de barracas de pastel, percussionistas liderando procissões de pessoas em catarse etílica. Enfim, fico refletindo se essa é realmente a expressão da cultura paulista e brasileira. Se assim for, é um indício de que estamos doentes e precisando de ajuda e não de um evento tão custoso e sem sentido. Os museus e centros culturais fechados como o apoio à educação.

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É inútil a promoção de um evento supostamente de integração cultural e congraçamento numa cidade que se tornou um monumental amontoado de favelas, condomínios de luxo, cojuntos habitacionais populares, edifícios faustosos e outros que estão aos pedaços, feiras mambembes e centros comerciais luxuosos; regiões em que há arborização, lazer, ciclovias, pavimentação impecável, e outras em que a falta de iluminação , buracos, córregos e esgotos a céu aberto, ratos e baratas são seus cartões de visita. Ou seja, São Paulo é o modelo mais bem acabado de como o fascismo ainda perdura neste mundo, tão ingrato, injusto e irresponsável. E o sr. prefeito, Fernando Haddad, que se mostra tão afeito à cultura, e na condição de ex-ministro da Educação, devia ser coerente, e tratar os professores da rede paulistana, em greve por direitos básicos, além de outros já conquistados na gestão municipal anterior. Cultura sem Educação é mera enganação.

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São Paulo é uma cidade abandonada pelo pode publico. Com a politica do seculo 16 de pão e circo para o povo o PT continua afundando nosso pais. O governo não faz nada, da show de axe de graça e bolsa familia e o povo aceita calado dizendo que esta tudo otimo nesse pai vergonhoso acreditando na tal de dilma e no presidente lula.

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Virada Cultural..um monte de dinheiro que deveria ser colocado na Cultura diariamente. É como aluno que estuda só para o exame final… Não aprende nada… Cultura é algo pra todo dia!

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Fatos revoltantes de São Paulo (e do Brasil)


/momento Datena ON!/

‘Eu quero ela presa’, diz pai de Vitor Gurman

O administrador Jairo Gurman, 54, diz que costuma acordar sobressaltado após sonhos com seu filho, Vitor Gurman. “Aindo levo sustos ao imaginar que ele está morto”.

Vitor foi atropelado por um jipe Land Rover quando caminhava pela calçada da rua Natingui, na Vila Madalena, zona oeste de São Paulo, em 22 de julho de 2011. Morreu seis dias depois, aos 24 anos.

Jairo faz uma campanha pela condenação por homicídio doloso (com intenção) da nutricionista Gabriella Guerrero, 30, que dirigia o carro. Segundo a polícia, ela estava alcoolizada e em velocidade acima do permitido na rua (30km/h). Ela nega e diz que bebeu só um drinque.

Um ano depois, o Ministério Público não emitiu parecer. Isso porque, enquanto o Instituto de Criminalística diz a velocidade era de 57 km/h, um perito contratado pela família diz que era, no mínimo, 72 km/h.

Outro caso segue sem decisão. Em 8 de julho do ano passado, o Porsche conduzido pelo engenheiro Marcelo Malvio Alves de Lima bateu em alta velocidade contra a Tucson da advogada Carolina Menezes Cintra Santos, 28, que morreu.

Os dois casos foram registrados como dolosos. Agora, há dois caminhos: oferecer a denúncia como homicídio doloso ou desqualificar o crime para culposo (sem intenção). No primeiro, a pena é de prisão. No segundo, a praxe são penas alternativas.

No dia 28, parentes e amigos de Vitor farão um ato nas proximidades do acidente. Um documentário deve ser lançado em breve. Leia trechos da entrevista com o pai do jovem.

Folha – Ainda não há nenhuma decisão judicial. O que a família acha disso?

Jairo Gurman – O sentimento é de indignação revolta, dor e até de vergonha. Não dá para se conformar que, um ano depois, nada aconteceu. O que a gente vê é que a impunidade prevalece.

Independentemente das questões científicas, está claro que ela [Gabriella] estava em velocidade bem acima do permitido, está claro que estava alcoolizada, conforme o exame de IML, mas aí eu soube que ele não serve para condená-la.

A lei diz que deve ser feito bafômetro e de sangue. Mas os advogados inventaram uma justificativa para a pessoa poder se recusar a fazer esses dois exames. Entendo que hoje estão dizendo assim: pode matar que você não vai ser punido.

Folha – A família tem uma campanha?

Jairo Gurman – São várias campanhas, principalmente as feitas pelos amigos. São milhares de mortos em atropelamento. Queremos que haja punição, que mudem as regras.

Folha – A família quer a prisão?

Jairo Gurman – O que a família quer é a Gabriella presa. Ela merece a pena em função de ter assassinado o meu filho. Seria o mesmo que colocar a motorista na condição de quem mata a tiros.

É o justo, porque ela matou. Houve um assassinato. Ele foi atropelado de costas, andando na calçada. Foi morto covardemente. Se não houver punição, será uma tragédia.

Folha – Como é a vida da família hoje?

Jairo Gurman – Eu e minha ex-mulher tomamos remédios para segurar a dor, dependemos de tratamento psicológico.

OUTRO LADO

O advogado José Luiz de Oliveira Lima, que defende Gabriella Guerrero, disse que o caso é de homicídio culposo (sem intenção). “Ela não agiu com vontade de matar Vitor Gurman. Infelizmente foi uma tragédia que atingiu as duas famílias”, diz.

“Ela teve a cautela ao perceber que o namorado dela [Roberto de Souza Lima, dono do carro] iria beber e não ficou embriagada”, continua. “Ele caiu sobre Gabriella e ela perdeu o controle”.

Lima diz que o laudo da Polícia Civil mostra que ela dirigia em baixa velocidade. O IC constatou 57 km/h.

O advogado de Marcelo Malvio Alves de Lima, que dirigia o Porsche, vai defender no processo que ele não dirigia em alta velocidade e que a vítima dirigia sob efeito de álcool e furou o semáforo vermelho.

Laudo do IC mostra que o carro estava a 116 km/h na hora da batida. Os advogados contestam e dizem que Lima estava um pouco acima dos 60 km/h de limite da via, no Itaim Bibi (zona oeste). Ele não fez o bafômetro nem exame de sangue. A reportagem não localizou os familiares da vítima.

Folha procurou os promotores Rogério Zagallo, responsável pelo inquérito do acidente com o Porsche, e Mildred de Assis Gonzalez, do caso Land Rover, mas eles não responderam.

Italiano morto por ladrões ia tentar um emprego em SP

O italiano Tomasso Lotto chegou a São Paulo na sexta-feira. Bancário, 26 anos, ele tinha planos de se estabelecer na capital paulista e, hoje, faria entrevistas de emprego agendadas previamente.

Mas a vontade de morar e trabalhar em São Paulo acabou pouco mais de 24 horas depois da chegada de Lotto. Ladrões o mataram com um tiro no tórax, no cruzamento das avenidas 9 de Julho e São Gabriel, no Itaim Bibi, na zona oeste paulistana.

Lotto estava no carro de um amigo, um advogado espanhol que vive em São Paulo desde setembro de 2011, quando ambos foram atacados por dois criminosos em uma motocicleta. O crime contra o italiano ocorreu às 18h30 de anteontem.

Assim que se aproximou do Honda Civic do advogado, o criminoso na garupa da moto começou a bater com uma arma no vidro do carro e a exigir que os dois estrangeiros entregassem seus bens.

Sem compreender o que os ladrões gritavam, Lotto tentou descer do Honda Civic e, nesse momento, foi baleado no tórax pelo criminoso.
Socorrido no Hospital 9 de Julho, Lotto ficou seis horas internado, mas morreu por volta das 22h30 de sábado.

Marco Leone, vice-cônsul da Itália em São Paulo, afirmou na noite de ontem que a família da vítima, que vive no norte daquele país, “está abalada com a morte” dele.

Ainda segundo Leone, após a notícia da morte violenta de Lotto, um clima de tristeza tomou conta da comunidade italiana no Brasil.

“A família desse rapaz pediu para que o Consulado não desse detalhes sobre a vida dele. Vamos respeitar”, afirmou o vice-cônsul.

GOVERNO NÃO FALA

Procurada ontem para se manifestar sobre a morte de Lotto durante a tentativa de roubo, a Secretaria da Segurança Pública da gestão de Geraldo Alckmin (PSDB) não se pronunciou sobre o caso.

O crime será investigado pela delegacia especializada em latrocínios do DHPP (departamento de homicídios) e pelo 15º DP (Itaim).

Para tentar chegar aos assassinos de Lotto, policiais civis que investigam o caso estão atrás de câmeras de segurança de prédios comerciais e residenciais e também de câmeras de monitoramento do trânsito na região.

A estratégia dos policiais é rastrear motocicletas que circularam pela 9 de Julho e São Gabriel no horário do crime, um dos cruzamentos mais movimentos da zona oeste e conhecido por ser um ponto no qual ladrões roubam relógios luxuosos.

SITES DA ITÁLIA

A agência Ansa publicou a morte de Lotto em sua página principal.

O La Presse, na versão italiana, destacou o crime no alto da página inicial de seu site, e publicou, de maneira equivocada, foto de um policial do Bope durante operação em favela carioca. Lettera43 e News24h também noticiaram a morte.

Ex-namorado é suspeito de matar adolescente de 16 anos em SP

Adolescente de 16 anos é assassinada na zona sul de São Paulo. A suspeita é que o ex-namorado tenha cometido o crime.

Vídeo com detalhes do caso aqui.

(a notícia é revoltante como as outras acima. Mas outra coisa que me revoltou foram os comentários do pessoal…tá, 16 anos é nova demais. Sim, 28 anos é velho demais para uma moça de 16. Sim, a família deveria ter sido mais rígida e vigilante. Entretanto, convenhamos…o tal Daniel Santos é mais um bandido psicopata filho da puta à solta! Independentemente da idade, pombas, vão falar que é culpa da própria menina, ou que é culpa da família dela o fato desse louco covarde e imbecil tê-la assassinado?!?)

\momento Datena OFF\

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Atenção, mulheres e moças e mocinhas!


Estejam alertas, E REAJAM! No metrô Tatuapé e arredores (Vila Formosa, Parque São Jorge…) há um estuprador agindo desde novembro do ano passado (que bom saber que *SÓ* DEMORARAM MAIS DE 6 MESES PARA NOS AVISAR DISSO!!!! grrr…). Pelo menos 10 mulheres já foram estupradas, sendo que o último caso ocorreu uns dias atrás, 14 de julho. Felizmente, agora há um retrato falado do indivíduo (moreno claro, mais ou menos 32 anos de idade, aproximadamente 1m70 de altura, meio gordinho, barrigudo, olhos e cabelos castanho escuros, anda bem vestido, pára as vítimas para pedir informações e depois continua seguindo-as, e numa segunda abordagem, agressiva, anuncia assalto, diz estar armado e obriga a vítima a andar de mãos dadas como se fossem namorados). Ele escolhe como alvo preferencialmente mulheres bonitas, bem vestidas, baixas, de cabelos longos. Assistam neste vídeo da UOL.

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