Posts Marcados Com: literatura

Mais literatura – e mais Libras!


Para quem se interessa por Libras, meu professor, o excelente Elias Paulino da Cunha Junior, tem um canal no Youtube. Assistam e aprendam!!! 🙂 (e sim, ainda sou bem analfinha em Libras, uma vergonha…mas prometo que agora nas férias vou me aplicar e assistir um bando de vídeo pra praticar!!)

Enquanto as aulas (e provas, e recuperação, e choramingos estudantis…) não acabam, continuo tentando ler por mero entretenimento, mas tô lerda! Não terminei nenhum dos últimos três livros (Pesca con la mosca, Sepulcro e The thing around your neck) que estava lendo (pasmem!) em agosto, mas em compensação li estes:

The gentleman’s guide to vice and virtue, da Mackenzi Lee

O clássico da literatura infantil (mas que ainda não havia lido!), Matilda, do Roald Dahl:

O último da série do Magnus Chase, O navio dos mortos, do Rick Riordan:

E, finalmente, o Gwendy’s Button Box que, apesar de estar escrito na capa que é do Stephen King, eu duvido, acho que é só do outro autor, o Richard Chizmar:

Gostei bastante desse meu mais recente grupo de livros lidos!!!

Agora estou atacando o Penny Dreadfuls, uma coletânea de terror:

…e o Ecos, da Pam Muñoz Ryan:

Este último, admito sem vergonha alguma, foi escolhido meramente pela capa. Tô na metade e me surpreendendo, viu! Nunca tinha ouvido falar nem no livro, nem na autora. Quando terminar, venho escrever se foi bom ou não.

Agora…PRECISO comprar e ler este aqui, não vou descansar até não achar!!!!

https://www.barnesandnoble.com/w/a-christmas-treasury-various/1124690619#/

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Elegia 1938 (Carlos Drummond de Andrade)


Trabalhas sem alegria para um mundo caduco,
onde as formas e as ações não encerram nenhum exemplo.
Praticas laboriosamente os gestos universais,
sentes calor e frio, falta de dinheiro, fome e desejo sexual.

Heróis enchem os parques da cidade em que te arrastas,
e preconizam a virtude, a renúncia, o sangue-frio, a concepção.
À noite, se neblina, abrem guardas chuvas de bronze
ou se recolhem aos volumes de sinistras bibliotecas.

Amas a noite pelo poder de aniquilamento que encerra
e sabes que, dormindo, os problemas te dispensam de morrer.
Mas o terrível despertar prova a existência da Grande Máquina
e te repõe, pequenino, em face de indecifráveis palmeiras.

Caminhas entre mortos e com eles conversas
sobre coisas do tempo futuro e negócios do espírito.
A literatura estragou tuas melhores horas de amor.
Ao telefone perdeste muito, muitíssimo tempo de semear.

Coração orgulhoso, tens pressa de confessar tua derrota
e adiar para outro século a felicidade coletiva.
Aceitas a chuva, a guerra, o desemprego e a injusta distribuição
porque não podes, sozinho, dinamitar a ilha de Manhattan.

(Poema publicado em Antologia Poética – 12a edição – Rio de Janeiro: José Olympio, 1978, p. 107)

&&&&&&&

A contemporaneidade de “Elegia 1938”, de Carlos Drummond de Andrade
Diante da decadência de uma sociedade que perde gradualmente seus referenciais, o poeta critica a mecanização do homem e a falta de sentido da vida

Sinvaldo Júnior
Especial para o Jornal Opção

Os temas políticos, o so­frimento do ser hu­ma­no e as guerras, a solidão, o mundo frágil, os seres solitários e impotentes ante o sistema são uma das facetas da poesia drummondiana. Num mundo em que se prezam os conflitos (so­bretudo com os quais não se aprende, mas se destrói), a automatização do homem, o cinismo, a indiferença, a hipocrisia, cabe ao poeta, lírico e angustiadamente (dada a sua impotência), cantar este mundo tal como ele é, visto que não pode, sozinho, modificá-lo — é o que se percebe no poema “Elegia 1938”, de Carlos Drummond de Andrade.

Elegia? O que é isso? É um poema composto de versos hexâmetros e pentâmetros alternados — conceito que não se encaixa ao poema em questão —, ou poema lírico de tom terno e triste; canção de lamento — conceitos que se encaixam plenamente com o tom e a temática do poema de Drum­mond.

Embora o sistema do mundo não ofereça nenhum exemplo, nada que verdadeiramente valha a pena, o homem é o maior construtor desse mundo, para o qual trabalha e, em consequência indireta, sente calor, frio, falta de dinheiro, fome e desejo sexual, o que denota sua incoerência ou tamanha cegueira, pois, pergunta-se: por que se ocupar com trabalhos que nada lhe oferecem mas, ao contrário, lhe privam de verdadeiramente viver?; por que contribuir para um sistema que dá mais importância ao capital?; por que se conformar em fazer o que todos fazem (gestos universais) se, mesmo dedicado (cegamente dedicado), não se ganha nada em troca? — são questões levantadas pelo poema, cuja atualidade nos espanta. Ou não?

Os heróis (aí cabe uma ironiazinha) fazem apologia à virtude (mas inventam guerras e matam), à renúncia (mas são vaidosos), ao sangue-frio (mas pregam o ódio) — discurso que contribui e corrobora o verdadeiro intento do sistema e de seus criadores: cegar, desindividualizar o ser humano o máximo possível, porque assim é mais fácil enganar. Prega-se uma coisa aos seguidores (cegos trabalhadores), mas os “heróis” fazem outra, o oposto e, poderosos, possuem direitos que os meros mortais não possuem, como abrir guarda-chuvas de bronze ou se recolher a sinistras bibliotecas quando, à noite, neblina. E jamais — jamais — aceitariam ser destituídos dos seus privilégios em prol do outro, até porque não aceita nem enxerga a alteridade do outro.

A impotência é explícita e inevitável: Amas a noite pelo poder de aniquilamento que encerra — única forma de fuga da realidade, válvula de escape. O sono é comparado à morte, pois dormindo, os problemas te dispensam de morrer. Porém, o subterfúgio é efêmero, dado que, ao despertar, tudo volta ao que/como era antes: a Grande Máquina (com letras maiúsculas) existe, é real, posto que invisível (impalpável), o que dificulta uma possível luta contra ela. O ser humano, pequenino, se confronta (confronta?) com o sistema, grandioso. Mas é a insignificância do homem, ante esse mundo, que, na verdade, sobressai. Sim, somos insignificantes. Ou ainda duvida disso?

Mortos, na quarta estrofe, pode equivaler às pessoas inseridas nesse (neste) contexto inumano — metáfora do ser humano, tal qual ele é, visto que, automático, passivo, conformado, é como se realmente morto estivesse. E não está? Os assuntos das conversas se referem — sempre, sempre — ao futuro: esperança adiada. E mais fugas: horas de amor e tempo de semear (sensações concretas e produtivas) são trocados por literatura e telefone (prazeres passageiros e improdutivos, porque segundo muitos a literatura é, de fato, inútil).

Em virtude de tudo isso, basta (infelizmente) conformar-se, adiar para outro século a felicidade coletiva, aceitar (a chuva, contra a qual nada se pode fazer), a guerra, o desemprego e a injusta distribuição (contra as quais muito se poderia (e pode) fazer, mas se…), pois não é possível, sozinho, dinamitar a ilha de Manhattan (símbolo, no passado e mesmo agora, decorridos 74 anos, do sistema capitalista, o qual é o corresponsável por tudo (ou nada). Resta, portanto, a revolta contida, a incapacidade — a frustração. O que mais restaria?

É, assim, possível fazer um paralelo do ano de 1938 (ano em que foi escrito o poema e ao qual se refere) e o século 21 (pleno…), pois se percebe que nada, ou pouco, mudou — daí a (infeliz) contemporaneidade do poema. Escrito um ano antes do início da Segunda Guerra Mundial, em que poderosos ditavam e subordinados cumpriam, em que homens (cegos ou indiferentes) se conformavam com o status quo (mesmo que esse status quo os oprimissem, os robotizassem, os subjugassem, os matassem) — época que se assemelha ao contexto vigente (de servilismo, de pseudodemocracia, de guerras (injustificáveis), de ditadores (camuflados), de falta de organização e cooperação entre indivíduos realmente individuais). Época, sobretudo e consequentemente, de frustrações, porque sozinho (talvez com um trabalho conjunto sim, vide [aqui cabe uma pitada de humor negro] o World Trade Center em setembro de 2001), não se pode — por mais que se queira — explodir Nova York, símbolo, ainda hoje, de poderio, do capitalismo, de dinheiro, de imperialismo, causas, mesmo que indiretas (é sensato não sermos simplistas), de grandes males da humanidade.

Os poetas (dentre eles Carlos Drummond) existem, felizmente, para explicitar e cantar e escancarar o medo: o medo dos soldados, o medo dos ditadores, o medo dos democratas. É uma voz que destoa, ou deveria destoar. Dessa voz (des)toante, claro está, surge libertações. Libertações inúteis que não mudam o mundo, posto que são libertações individuais e individualistas. Somente de um conjunto de vozes destoantes, mas harmônicas, surgiria a verdadeira libertação. Utopia? Sim, mas a utopia é sempre melhor do que a cegueira e o cinismo. Ou não?

Sinvaldo Júnior é escritor. Doutorando em Literatura.

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Evento gratuito semanal na USP


Oficinas de Leitura de Contos em Língua Inglesa

Ministrante: Profa. Dra. Solange de Almeida Grossi Corrêa da Silva

Objetivo: As oficinas pretendem engajar o público-alvo em leituras conjuntas de contos para familiarizá-lo não apenas com este gênero literário, mas também com alguns autores anglófonos (Ernest Hemingway, Howard P. Lovecraft, James Joyce, Katherine Mansfield, Oscar Wilde, Raymond Carver, Roald Dahl).

Público alvo: Alunos de graduação, pós-graduação e professores do estado ou rede particular.

Carga horária: 2 horas e meia por oficina – total: 35h

Período de realização: de 09/11 a 22/12

Horário: Quarta-feira (em Inglês) e quinta-feira (em Português), das 17:00 às 19:30

Local: Prédio da Faculdade de Letras – Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 – Cidade Universitária – Butantã – S.P. – sala 166 ( *nos dias 30/11 e 01/12 na sala 134)

Valor: Gratuito

Pré-requisito: Conhecimentos básicos para leitura em língua Inglesa

Certificado: Os certificados serão enviados por e-mail para os interessados que comparecerem e assinarem a lista de presença.

Programação (sujeita a alterações):

Oficina 1 – 09/11 – HEMINGWAY, E. Hills like white elephants, 1927.
Oficina 1 – 10/11 – HEMINGWAY, E. Hills like white elephants, 1927.
Oficina 2 – 16/11 – MANSFIELD, K. Bliss, 1918.
Oficina 2 – 17/11 – MANSFIELD, K. Bliss, 1918.
Oficina 3 – 23/11 – JOYCE, J. Eveline, 1904.
Oficina 3 – 24/11 – JOYCE, J. Eveline, 1904.
Oficina 4 – 30/11 – CARVER, R. So much water so close to home, 1975.
Oficina 4 – 01/12 – CARVER, R. So much water so close to home, 1975.
Oficina 5 – 07/12 – DAHL, R. Genesis and catastrophe: a true story. 1962.
Oficina 5 – 08/12 – DAHL, R. Genesis and catastrophe: a true story. 1962.
Oficina 6 – 14/12 – LOVECRAFT, H.P. The haunter of the dark. 1936.
Oficina 6 – 15/12 – LOVECRAFT, H.P. The haunter of the dark. 1936
Oficina 7 – 21/12 – WILDE, O. The model millionaire. 1887.
Oficina 7 – 22/12 – WILDE, O. The model millionaire. 1887.

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O martelo de Thor


Este é o novo livro do Rick Riordan, segundo da série Magnus Chase e os deuses de Asgard (o primeiro foi A espada do verão). Dá para ler o primeiro capítulo dele clicando neste link aqui.

E, caso queira relembrar como começou a trilogia, tem os 5 primeiros capítulos do livro A espada do verão aqui.

Também tem o próprio Rick Riordan lendo o primeiro trechinho do primeiro livro:

A sinopse do segundo, que encontrei no hotsite da editora Intrínseca, é a seguinte:

Magnus Chase está de volta! Sua missão agora é ajudar o poderoso deus Thor a recuperar seu martelo e impedir uma invasão de gigantes.

Seis semanas se passaram desde que Magnus Chase viajou até a ilha Lyngvi para tentar impedir o Ragnarök, e nesse meio-tempo o garoto começou a se acostumar ao dia a dia no Hotel Valhala. Quer dizer, pelo menos o máximo que um ex-morador de rua e ex-mortal poderia se acostumar. Mas ele deveria imaginar que não seria assim por muito tempo…
Magnus vai descobrir que casamentos arranjados ainda não saíram de moda: para recuperar o martelo de Thor, que está nas mãos dos inimigos,Loki, o deus da trapaça, propõe uma aliança. Na verdade, um casamento.
Sem o martelo, Thor não consegue proteger Midgard — o mundo humano —, e os inimigos estão ficando cada vez mais ousados. O Ragnarök vai começar. Os nove mundos vão queimar. Agora, Magnus,Sam, Hearth e Blitz têm apenas cinco dias para encontrar a arma perdida do deus do trovão, evitar uma invasão e impedir um casamento.

Não entendi porque o evento de lançamento será apenas neste fim de semana (os cartazes abaixo divulga o evento em Vilha Velha e em São Paulo, mas haverá um evento nas maiores capitais do Brasil amanhã ou domingo, vejam mais abaixo os dados), quando o livro já está disponível há pelo menos 1 semana…eu já comprei, li e guardei na prateleira.

Vila Velha: 15/out – 15h
Livraria Saraiva Shopping Vila Velha
Rua Luciano das Neves, 2418 – Loja 2042, Piso L2 – Divino Espírito Santo

São Paulo: 15/out – 15h
Livraria Cultura Shopping Market Place
Avenida Doutor Chucri Zaidan, 902 – Lojas 222, 223, 224A, 224B, 224, Piso 1 – Vila Cordeiro

Rio de Janeiro: 15/out – 10h
Livraria Cultura Cine Vitória
Rua Senador Dantas, 45 – Centro

Curitiba: 15/out – 14h
Livraria Curitiba Shopping Curitiba
Rua Brigadeiro Franco, 2300 – Loja 126, Piso L1 – Batel

Brasília: 15/out – 15h
Livraria Cultura CasaPark
SGCV-Sul, Lote 22 – Loja 4-A, Piso 2 – Zona Industrial (Guará)

Fortaleza: 15/out – 16h
Livraria Saraiva Shopping Iguatemi
Avenida Washington Soares, 85 – Loja 68 – Edson Queiroz

Recife: 16/out – 14h
Livraria Saraiva Shopping RioMar Recife
Avenida República do Líbano, 251 – Luc 227 – Pina

Belo Horizonte: 16/out – 14h
Livraria Leitura Shopping Cidade
Rua dos Tupis, 337 – Loja GG01, Piso GG – Centro

Goiânia: 16/out – 15h
Livraria Leitura Goiânia Shopping
Avenida T-10, 1300 – Loja 321A, Piso 3 – Setor Bueno

Natal: 16/out – 15h
Livraria Saraiva Midway Mall
Avenida Bernardo Vieira, 3775 – Tirol

Belém: 16/out – 15h
Livraria Leitura Shopping Pátio Belém
Travessa Padre Eutíquio, 1078 – Piso 3 – Batista Campos

Manaus: 16/out – 15h
Livraria Saraiva Manauara Shopping
Av. Mário Ypiranga Monteiro, 1300 – Adrianópolis

Ah, querem saber o que achei do livro? A mesma coisa dos outros! *rs* O Rick Riordan é como certas bandas tradicionais de rock (Scorpions, AC/DC, Megadeth, Mötorhead…), ou seja, ele acertou uma fórmula (que deve render dinheiro pra caramba, aliás) e segue mais ou menos a mesma “receita” em cada livro. Afinal, como costuma ser dito, “não se mexe em time que está ganhando” (ou era “em time que está ganhando não se mexe”? Que seja…). Piadinhas engraçadinhas (que os mais adultos não acham engraçadas), trocadilhos, humanização dos deuses, mistura de mitologia com cenário urbano contemporâneo, etc. etc. Nada de novo para quem é leitor do Riordan. Alguns acham ruim esse tipo de “autoplágio”, mas há quem goste de previsibilidade. Já pensou se o autor começasse a matar os personagens queridos? Os leitores que estão acostumados aos finais felizes não gostariam nadinha…;) hahahhah

O protagonista, Magnus Chase (primo da Annabeth Chase, namoradinha do Percy Jackson na série de livros do Riordan que tem como base a mitologia grega), me parece mais interessante do que o protagonista mais famoso do Riordan, por conta de ter morado nas ruas. Mas, fora isso, acho que falta uma caracterização mais firme e consistente dos personagens da série de Asgard, sobretudo quando comparados aos personagens das séries grega, romana e egípcia.

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Gosta de mitologia?


Se sua resposta for “não conheço mitologia, nem faço ideia do que seja!” ou “sim, adoro!”, ou então se você conhece alguém que goste do assunto, compareça ao lançamento da obra A Nova Teogonia, escrita pelo meu marido. Obra ficcional, nela encontram-se deuses dos panteões grego, egípcio, nórdico, celta, hindu, japonês e afro-brasileiro.

O lançamento ocorrerá no dia 1º de setembro deste ano, durante a 24ª Bienal do Livro de São Paulo, das 19:30 às 21h, no Pavilhão de Exposições do Anhembi (Avenida 1 com Rua N). Endereço: Rua Olavo Fontoura, 1209 – Santana – São Paulo (S.P.).

PS 1 – Ironia: eu mesma provavelmente não poderei comparecer, pois leciono neste horário 😦

PS 2 – Enquanto isso, o livro 1 está disponível na Livraria Cultura e na Livraria Asabeça

LIVRARIA E LOJA VIRTUAL ASABEÇA
Rua Dep. Lacerda Franco, 107 – Pinheiros – São Paulo – SP – CEP 05418-000
Telefones: (11) 3031.3956 | (11) 3032-1179 | Skype: asabeca
e-mail: livraria@asabeca.com.br


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Felizzzzzzzzzzz…zzzzzzz….


Feliz ano novo, blablabla. Sempre blasé nessa época, credo. O gato foi viajar (sem me convidar para ir junto, snif…), fiquei aqui achando que conseguiria finalmente terminar de corrigir todas as provas e trabalhos, mas que nada, esse calor terrível me destruiu. Variando entre uma correção em ritmo de tartaruga, enxaquecas horrendas e a leitura de 2 livros (sim, tirei férias das férias, cansei de só ter obrigações ultimamente!), cheguei aqui, no último dia do ano, suada, fedida, com 46 traduções para corrigir (última parte das provas), tendo engordado 1 kg e com a missão de preencher um vasilhame de 3 litros (que mais parece um galão de suco de laranja!) com xixi durante as primeiras 24 horas do ano que se inicia a partir de amanhã….wooohoooo! 😛

Ah, detalhe: esses 2 livros que li não são nenhum dos dois livros com os quais vou trabalhar com os alunos em janeiro rsrsrs. E descobri que fazem parte de uma série…da qual tenho os volumes 1 e 3 (presentes do gato 😀 ). Ao terminar o volume 1, decidi não esperar para comprar o 2, então pulei pro 3 direto, na esperança de que desse para entendê-lo mesmo sem a ligação entre os dois volumes que já tenho. E estava certa, claro, sempre estou 😉 O problema foi perceber, ao final do volume 3, que existe a continuação…!!! E que, depois do volume 4 – o final da série -, a autora (desgranhenta!!) lançou mais uma série (de mais 3 volumes…) que continua a bagaça toda. Ou seja, mergulhei no que achei que fosse uma série de 3 livros (sendo que o 2 não me pareceu imprescindível) e acabei me enfiando em 7…arghghgh!!! O bom é que os livros são rapidinhos de ler 🙂

Obs1: para os curiosos, a série de 4 volumes se chama War of the Fae (A Guerra dos Fae, em Português), da escritora Elle Casey. A continuação dessa série chama-se Clash of the Otherworlds, e contém 3 livros (por enquanto??).

http://geracaoeditorial.com.br/a-guerra-dos-fae-as-criancas-trocadas/

http://geracaoeditorial.com.br/a-guerra-dos-fae-luz-e-trevas-vol-03/

Obs2: só não estou mais entediada com o ano que vai começar porque é o ano em que nos casaremos. Não vejo a hora!!! 😀 Mas o trabalho que terei nos preparativos finais, antes de chegar ao tão esperado ponto de partida da nossa vida em comum, me dá desânimo e cansaço só de pensar…!

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Jack Prelutsky


Be glad your nose is on your face,
not pasted on some other place,
for if it were where it is not,
you might dislike your nose a lot.

Imagine if your precious nose
were sandwiched in between your toes,
that clearly would not be a treat,
for you’d be forced to smell your feet.

Your nose would be a source of dread
were it attached atop your head,
it soon would drive you to despair,
forever tickled by your hair.

Within your ear, your nose would be
an absolute catastrophe,
for when you were obliged to sneeze,
your brain would rattle from the breeze.

Your nose, instead, through thick and thin,
remains between your eyes and chin,
not pasted on some other place–
be glad your nose is on your face!

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As mulheres de 30


O que mais as espanta é que, de repente, elas percebem que já são balzaquianas. Mas poucas balzacas leram A Mulher de Trinta, de Honoré de Balzac, escrito há mais de 150 anos. Olhe o que ele diz:
‘Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis. A mulher jovem tem muitas ilusões, muita inexperiência. Uma nos instrui, a outra quer tudo aprender e acredita ter dito tudo despindo o vestido. (…) Entre elas duas há a distância incomensurável que vai do previsto ao imprevisto, da força à fraqueza. A mulher de trinta anos satisfaz tudo, e a jovem, sob pena de não sê-lo, nada pode satisfazer’.

Madame Bovary, outra francesa trintona, era tão maravilhosa que seu criador chegou a dizer diante dos tribunais: ‘Madame Bovary c’est moi’. E a Marilyn Monroe, que fez tudo aquilo entre 30 e 40?

Mas voltemos a nossa mulher de 30, a brasileira-tropicana, aquela que podemos encontrar na frente das escolas pegando os filhos ou num balcão de bar bebendo um chope sozinha. Sim, a mulher de 30 bebe. A mulher de 30 é morena. Quando resolve fazer a besteira de tingir os cabelos de amarelo-hebe passa, automaticamente, a ter 40. E o que mais encanta nas de 30 é que parece que nunca vão perder aquele jeitinho que trouxeram dos 20. Mas, para isso, como elas se preocupam com a barriguinha!

A mulher de 30 está para se separar. Ou já se separou. São raras as mulheres que passam por esta faixa sem terminar um casamento. Em compensação, ainda antes dos 40 elas arrumam o segundo e definitivo.
A grande maioria tem dois filhos. Geralmente um casal. As que ainda não tiveram filhos se tornam um perigo, quando estão ali pelos 35. Periga pegarem o primeiro quarentão que encontrarem pela frente. Elas querem casar.

Elas talvez não saibam, mas são as mais bonitas das mulheres. Acho até que a idade mínima para concurso de miss deveria ser 30 anos. Desfilam como gazelas, embora eu nunca tenha visto uma (gazela). Sorriem e nos olham com uns olhos claros. Já notou que elas têm olhos claros? E as que usam uns cabelos longos e ondulados e ficam a todo momento jogando as melenas para trás? É de matar.

O problema com esta faixa de idade é achar uma que não esteja terminando alguma tese ou TCC. E eu pergunto: existe algo mais excitante do que uma médica de 32 anos, toda de branco, com o estetoscópio balançando no decote de seu jaleco diante daqueles hirtos seios? E mulher de 30 guiando jipe? Covardia.

A mulher de 30 ainda não fez plástica. Não precisa. Está com tudo em cima. Ela, ao contrário das de 20, nunca ficou. Quando resolve, vai pra valer. Faz sexo como se fosse a última vez. A mulher de 30 morde, grita, sua como ninguém. Não finge. Mata o homem, tenha ele 20 ou 50. E o hálito, então? É fresco. E os pelinhos nas costas, lá pra baixo, que mais parecem pele de pêssego, como diria o Machado se referindo a Helena, que, infelizmente, nunca chegou aos 30?

Mas o que mais me encanta nas mulheres de 30 é a independência. Moram sozinhas e suas casas têm ainda um frescor das de 20 e a maturidade das de 40. Adoram flores e um cachorrinho pequeno. Curtem janelas abertas. Elas sabem escolher um travesseiro. E amam quem querem, à hora que querem e onde querem. E o mais importante: do jeito que desejam.

São fortes as mulheres de 30. E não têm pressa pra nada. Sabem aonde vão chegar. E sempre chegam.

Chegam lá atrás, no Balzac: ‘A mulher de 30 anos satisfaz tudo’.

Ponto. Pra elas.

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